Amor que é amor verdadeiro não se mendiga

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Amor que se mendiga não é amor, é falta de dignidade e de respeito de uma pessoa consigo mesma. Porque quando amamos alguém, cuidamos dessa pessoa e evitamos ao máximo qualquer tipo de dor que ela possa sofrer. Por isso, se você não cuida dos seus amores, se não evita suas dores, são apenas amores falsos.

Nesse sentido, fazer isso é o primeiro passo para viver um amor em plenitude, para não cair em casos de manipulação, de maus-tratos e de vitimização. Provavelmente sentimos e pensamos que em determinadas ocasiões o sofrimento é inevitável, mas não é.
Qualquer ser humano é capaz de superar a si mesmo, de impedir que os outros se aproveitem de seus sentimentos e de perceber se uma relação não é digna para nós porque não nos oferece felicidade, prazer ou crescimento.
A angústia de amar quem não nos ama
Perceber e se afastar de um amor que não nos ama e que não nos dá atenção ou carinho envolve passar por um tempo de luto que deve ser respeitado; trata-se de um tempo e um espaço para compreender o que aconteceu.
O sofrimento por amor precisa de reflexão para ser superado, pois a angústia de se dar conta de que alguém não nos ama nos faz sentir apavorados por dentro. Sentimos que essa falta de amor nega e inutiliza todos os nossos sentimentos e acaba com a nossa capacidade de amar.
É necessário permitir a si mesmo um tempo para ficar chateado, para negar a realidade, para fantasiar, para ficar horrorizado, para perder o chão, para não se compreender e depois descobrir as partes nossas que estão quebradas e as que estão intactas, para restabelecer os sentimentos.
Tudo isso é indispensável para amarmos a nós mesmos, para nos sentirmos importantes e valorizados. No final, quando deixamos alguém que não nos ama de verdade para trás, começa um processo de liberdade emocional que substitui toda a dor por bem-estar.
A falta de interesse mata o carinho

O amor deve ser demonstrado, não mendigado. Implorar por amor é submeter a nossa capacidade de amar ao mais cruel sentimento: a indiferença. A indiferença nasce do desequilíbrio das relações e se sustenta graças à fraqueza de um dos membros da relação.

Não há nada melhor do que demonstrações de interesses contínuas para começar a abrir os olhos quando nos sentimos obrigados a fechá-los.

Então nos damos conta de que nem todo amor é amor de verdade, de que nem sempre nosso querer recebe reciprocidade, e de que para ser feliz em casal é preciso que os dois sujeitos se divirtam juntos, sejam cúmplices e bons amantes.

Só na ausência de mentiras, de desculpas e de desinteresse é possível criar um amor que seja, em essência, liberdade, e gere condutas saudáveis e não ressentimentos. Nós merecemos relações em que temos liberdade de escolha, proximidade, baseadas no carinho, em tempo compartilhado e em pensamentos que caminham juntos.

É preciso cuidar de nossa autoestima, gostar de nós mesmos

Ninguém pode fazê-lo infeliz sem o seu consentimento. Para construir uma relação em casal feliz é preciso dar importância e valor a si mesmo, gostar de si. Ou seja, devemos demonstrar tudo isso a cada dia.

Quando conseguirmos isso estaremos prontos para não buscar quem não nos valoriza e não demonstra interesse, não nos entregarmos ao limbo emocional que é a indiferença que nos dá apenas mensagens ignoradas e silêncios sem fundamento.
Ainda que os amores nos decepcionem, que sintamos que estamos ao lado do amor de nossas vidas ou que não acreditemos que existam amores eternos, o amor verdadeiro e indispensável é o amor por si mesmo, e será a partir do cultivo desse sentimento de amor pessoal que poderemos entender e buscar o que merecemos de verdade.

Por: A mente é maravilhosa

The Dragon


E você tem demonstrado seu amor? Não deixe ninguém mendigar por ele...

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Borboletas e o amor

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Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar, nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam, não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.
                                                                          
Mário Quintana
Ao ler este maravilhoso texto do incomparável “Mário Quintana” fiquei a pensar no amor e como esperamos ansiosamente ser invadido por essa mágica enebriante chamada amar. Interessante é que nem sempre o amor chega no momento que queremos ou desejamos. E ficamos a questionar o Universo quando vamos encontrar o grande amor, aquele alguém que chega e intensifica a nossa vida.
O amor é simplesmente a simplicidade de um momento audacioso, sofisticado e mágico. O amor chega a ser engraçado, hilário. Ele se aproxima sem pedir licença, acelera o pulsar do coração e faz tremer os pensamentos. Ficamos sem ação, porque somos surpreendido por sua mágica nos momentos mais inesperados de forma audaz nos envolvendo nas circunstâncias mais incomuns.
O amor é simples assim! Surpreendente e muitas vezes inoportuno (chega sem aviso prévio). Bom ou ruim? não sei? O que sei é que a maioria das pessoas não consegue perceber, sentir o impacto, desse momento tão sublime e significativo. O amor é tão surpreendente que se apodera de nossa vida, transformando toda a nossa existência.
Dizem que o melhor lugar para se estar é dentro de um abraço e é bem assim que o amor chega, jogando os braços sobre nós e vai nos envolvendo dentro de um imenso e gostoso abraço. Dentro desse abraço nos perdemos e nos achamos na mais deslumbrante sinfonia de sublimes vibrações.
 O amor é  bem assim! É simples assim! Sempre fazendo o extraordinário acontecer.

The Dragon


 

E você está cuidando do seu Jardim? Venha fazer o extraordinário acontecer! Venha conhecer a beleza do amor.

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Amar é uma arte

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Aqui vão algumas dicas para manter o relacionamento duradouro e principalmente feliz.

Reflitam!!!

Comunicação, a arte de falar um com o outro, dizer o que sentimos e pretendemos, falando com clareza, ouvir o que o outro fala, deixá-lo certo de que estamos ouvindo é, sem sombra de dúvida, a habilidade mais essencial para a criação e a manutenção de um relacionamento amoroso.

A afirmativa é de Leo Buscaglia, professor de uma Universidade da Califórnia.

Ele diz que o mais alto nível da comunicação é o não verbal. O que quer dizer: se você ama, mostre isto em atitudes. Faça coisas amorosas para o outro. Seja atencioso. Coloque os seus sentimentos na prática.

-Faça aquela comida favorita. Mande flores. Lembre-se dos aniversários. Crie os seus próprios feriados de amor. Não espere pelo Dia dos Namorados.

E ele relaciona alguns pontos importantes para que uma relação a dois se aprofunde e se agigante, vencendo os dias, os meses e os anos.

-Diga sempre ao outro que o ama, através de suas palavras, suas atitudes e seus gestos. Não pense que o seu par já sabe disso. Ele precisa desta afirmação.

-Cumprimente sempre o seu amor pelos trabalhos bem-feitos. Não o deprecie. Dê o seu apoio quando ele falhar. Pense que tudo o que ele faz por você, não o faz por obrigação. E estímulo e elogio asseguram que ele vai repetir a dose.

-Quando você se sentir solitário, incompreendido, deixe-o saber. Ele se sentirá mais forte por reconhecer que tem forças para confortar você.

Afinal, os sentimentos, quando não externados, podem ser destrutivos. Lembre que, apesar de amá-lo, o outro ainda não pode ler a sua mente. Não se feche em si mesmo. Abra seu coração e grite o quanto ama, o quanto é feliz. Não esconda suas emoções e muito menos seus medos.

-Expresse sentimentos e pensamentos de alegria. Eles dão vida ao relacionamento. É maravilhoso celebrar dias comuns, datas pessoais, como o primeiro encontro, o primeiro olhar, o dia da reconciliação depois de um breve desentendimento.

-Dê presentes de amor sem motivo. Ouça a sua própria voz a falar de sua felicidade.

-Diga ao seu amor que ele é uma pessoa especial. Não deprecie os sentimentos dele. O que ele sente ou vê é sua experiência pessoal, portanto, importante e real.

-Abrace sempre. A comunicação de amor não verbal revitaliza a relação.

-Respeite o silêncio do seu companheiro. Momentos de quietude também fazem parte das necessidades espirituais de cada um.

-Finalmente, deixe que os outros saibam que você valoriza a quem ama, pois é bom partilhar as alegrias de um saudável relacionamento com os outros.


É possível que você esteja pensando que todas essas idéias não são realmente necessárias entre pessoas que se amam. Elas acontecem de forma espontânea.

Mas, nem tanto. Nem sempre. São esses vários aspectos da comunicação que constituem o alicerce de um relacionamento amoroso saudável. Eles também produzem os sons mais maravilhosos do mundo. Os sons do amor. Experimente!

Texto baseado no livro “Amando uns aos outros”, de Leo Buscaglia, ed. Nova Era.


E seu relacionamento está saudável? Venha! Experimente o sons do amor.

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Tempo e Relacionamento

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“Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado”. – (via acessa.com)

Conheça histórias de relacionamentos e a explicação da psicologia para se casar rápido ou com planejamento

Amor, amor, amor! Uma das palavras mais desejadas, mais conceituadas e menos entendida. E quando a reflexão sobre esse assunto tão polêmico entra como uma variável do casamento, pode ser que as definições se compliquem ainda mais.

Mesmo em um mundo em constante transformação, ele continua sendo o tempero mais requisitado para a receita de um relacionamento ou casamento bem sucedido. E no mexer das panelas, há quem cozinhe uns, que queime outros, que coloque a pressão para funcionar.

Cada um vive intensidades e relacionamentos diferentes. E é por esse motivo que há aquele que encontra a sua hora certa de chegar ao altar e dizer o sim mais famoso da vida. Há quem case logo, que demore anos, ou que desista da história de tanto tempo por uma figura que acaba de conhecer.

Não existe “receita de bolo” para um casamento bem sucedido. Pelo menos no que diz respeito ao tempo de namoro e de conhecimento dos noivos. Essa é a afirmação da da psicóloga Carla Queiróz . Tanto um relacionamento bem planejado como um amor construído rapidamente possuem grandes chances de dar certo.

“A única coisa é quem pensa em se casar com poucos meses de namoro tem que ter em mente que precisa estar mais atenta com a pessoa que convive. Você tem quer saber que a sua experiência com ela não te permitiu um conhecimento verdadeiro. Mas, quanto a dar certo, só ao futuro pertence”, acredita a psicóloga.

No entanto, é preciso saber diferenciar amor de paixão, para não fazer do impulso inicial de um relacionamento, a certeza de que aquela pessoa é o homem ou a mulher da sua vida. “Que um casamento pode dar certo depois de um namoro de três meses pode, mas dá porque aquela paixão fulminante se transformou em amor”, comenta.

De acordo com a psicóloga ninguém consegue viver só no estado de paixão, o próprio corpo tende a fazer esse sentimento se acalmar. E que, muitas pessoas só descobrem que a paixão acabou e que não conseguiu se transformar em outro sentimento depois que estão casadas. Aí está o problema.

E na dificuldade de se entender o que é amor e o que é paixão, e qual daqueles sentimentos se quer pra vida é que reside o problema ou a solução de muitos casais. Samantha Bueno e Leonardo Soares (foto abaixo) fizeram da dúvida uma solução: se apoiaram no companheirismo e na calmaria do relacionamento pra se casarem depois de mais de seis anos de namoro.

Os dois se conheceram ainda na faculdade e sempre foram companheiros para tudo. Tiveram desavenças e dúvidas sim, como destaca Leonardo, mas sempre optaram por pensar que qualquer outro novo relacionamento, apesar de parecer interessante e atrativo, era realmente só uma paixão.

“É claro que eu já pensei em ficar com outras pessoas, e que já até pensei em me envolver. Mas apesar de parecer que era bom, optei por me concetrar na Samantha. O novo sempre aparenta ser bom, porque tem aquele gosto de paixão que eu tive no ínicio do meu relacionamento com a minha esposa. Mas eu soube enteder que calmo não era ruim, e hoje estou feliz”.

A psicóloga Carla Queiróz comenta a naturalidade que existe em toda a história de Leonardo: é comum que as pessoas pensem que outro relacionamento pode ser mais interessante que o que já tem muitos anos, é natural que o sentimento de quem namora há muito tempo seja mais calmo e mais concentrado e que esteja longe da agitação dos primeiros meses da paixão. Mas o “natural” pode ser entendido de duas formas, e aí está a decisão particular de cada um: continuar com o relacionamento longo ou embarcar em um novo.

Leonardo valorizou escolher tudo que tinha vivido com Samantha, mas há muitos histórias que quem, na dúvida, optou por outra coisa. E assim como a complexa história da definição do amor, há aqueles que se dão bem e os que se dão mal.

Quando o tempo se confunde com comodismo

Amor é amor. Paixão é diferente. O fato é que muitas pessoas também se apoiam nessa definição e continuam com seus parceiros por muito tempo, mesmo sabendo que as coisas não andam assim tão bem.

Para a psicóloga, é preciso estar atento. Porque para ser feliz não dá pra confundir as duas coisas. Carla ressalta que essa dúvida acontece mais quando as pessoas não são tão intensas em todas as áreas da vida.“Se a pessoa tem um perfil mais acomodado confunde mesmo”.

Carla explica que é preciso saber que o sentimento se modificou. Mas também é preciso reconhecer o sentimento “homem/mulher” na relação. Seja ele amor ou encantamento, o nome que se queira dar a “bem querência” não importa. E para reconhecer isso, a profissional dá uma dica, sempre ressaltando que nesse tipo de assunto, cada caso é um caso:

“Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado”.

E se você descobrir que seu namoro ou noivado realmente se tranformou em amizade, não tenha medo. Coragem é palavra de ordem nesse momento, até mesmo pra assumir, que mesmo não sendo mais pra você aquela pessoa, você tem sentimentos de posse que podem se confundir com gostar.

Quando o tempo é o menor detalhe

Érica Santana e André Brício (foto) são exemplos de como tempo não é “documento” para a decisão do casamento. Eles são de Juiz de Fora, mas não se conheceram aqui. Foi depois de uma excursão para um parque aquático no estado de São Paulo, que eles, sentandos lado a lado no ônibus, ficaram sabendo um pouco mais sobre a vida do outro.

Os dois conversaram durante as oito horas de viagem e se apaixonaram. Chegaram no destino já andando de mãos dadas e acreditando em um futuro juntos. Érica conta que nunca imaginou casar cedo. Pelo contrário, já que vinha de um relacionamento de quatro anos, que acabou não se concretizando exatamente por ela achar que a “hora do sim” era precipitada.

Não deu certo com o namoro de anos, mas meses depois lá estava André:”parceiro, amigo e amante”, como ela mesmo define. “Começamos a conviver e depois de um certo tempo eu já não conseguia mais ficar longe dele. Queria dormir, acordar, comer, sair. Tudo junto. Concluímos com isso que o mais correto seria o casamento”.

A família de Érica foi contra, apesar de hoje ser apaixonada pelo novo membro da família. A mãe vivia dizendo que tudo aconteceu muito rápido e que a filha nem conhecia o futuro marido. “E não conhecia mesmo, namoramos só quatro meses antes de casar”, complementa a hoje estudante, justificando que o que sentiu pelo noivo foi realmente um sentimento diferente do que conhecia como amor.

Histórias como a de Érica e André são mais que comuns, como comenta a psicóloga Carla Queiróz. Pessoas diferentes, vivem relacionamentos e intesidades diferentes de amor e paixão. Dessa forma, é comum que algumas queiram se casar rapidamente.“Isso é uma particularidade de cada um, assim como há os que são aflitos, nervosos ou qualquer outra coisa”. E só ao futuro pertence as chances desse relacionamento dar certo ou não.

Há também muitos casos de pessoas que nem são tão intensas assim, e que acabam se casando rápido. A maioria delas, vindas de relacionamento duradouros que acabaram se transformando em amizade. Se você conhece ou vive uma situação dessas, lá vai a explicação da psicologia:

Quando uma pessoa vem de um relacionamento de anos, que padecia de algum problema, sempre tende a viver mais intensamente um novo. “É como se a pessoa estivesse com carinhos e carências incubadas, e quando vive uma coisa nova, dá total vasão a isso. O resultado: acaba casando por se sentir completa, mesmo com pouco tempo de namoro….

Com pouco ou muito tempo, o certo é que se discute amor desde os tempos de Sócrates. E como resume a psicóloga: “todas essas histórias são ilustrativas, e sempre tenho personagens delas aqui no meu consultório. O que não se pode perder de vista é que o mais importante da vida é buscar a felicidade”.

Fonte: acessa.com em http://www.acessa.com/mulher/arquivo/eles/2006/03/22-casais/


E você tem buscado a felicidade em seu relacionamento? Venha ser feliz!

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Alimentando o amor!

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Várias vezes em minha vida me peguei olhando para o céu estrelado de alguma janela… e com os olhos marejados de lágrimas murmurava ao vento: Que saudade sinto de casa, quero ir embora para casa. Porque tanta saudade de uma casa que nem sei qual é?. Que loucura! Que saudade!

Durante muito tempo esqueci o que era o amor, esqueci que precisava amar para me sentir vivo. Por muito tempo vivi no meio de uma nuvem espessa acinzentada do conformismo e da monotonia de uma vida sem sabor, sem gosto. Esqueci que era necessário alimentar a vida com sabores de amor. Não existe relacionamento que perdure se não for alimentado com carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão… esses sabores inconfundíveis do amor.

Romântico, oras sempre fui romântico. Sempre gostei do molejo da paquera, da conquista, do namoro, da dança de rosto coladinho. Cantava em gesto e olhares o amor que sentia. As cartas de amor que escrevia eram inundadas de palavras que encantavam os olhos fazendo vibrar a alma de quem lia, porque eram escritas com o coração. E assim alimentava “os namoros” com os preciosos sabores do amor. De namoro em namoro acabei encontrando o caminho do casamento. No início da vida a dois tudo foram flores, os trajetos e os movimentos eram compartilhados. Aportaram no lar os filhos – dádivas de Deus. E assim nos primeiros anos o amor foi alimentado sem que precisássemos fazer muito esforço, era como jogar uma partida de Frescobol. Mas com o passar do tempo… a partida de Frescobol virou partida de Tênis

Porque? Não sei. O que aconteceu? Não sei. Enquanto estamos jogando não sabemos dar respostas.

Naquele momento apenas não sabia… tudo ficou cinza e não foi porque eu não acreditasse nos retoques das pinceladas que ajudam a reforçar o colorido – perdão, entendimento, recomeço. O colorido dos sabores apenas desapareceu e o relacionamento estacionou, faltou combustível. Talvez tenhamos esquecido de passar no “posto de gasolina da vida” para abastecer o tanque. Tramas do destino… quem sabe. Enfim, e a vida continua…

Sempre acreditei no amor, até mesmo quando imaginei que ele não existia mais. Mas eu nunca pensei em amar assim, ou te amar assim com tanta intensidade. Nunca imaginei que algum dia, eu pudesse sentir algo maior do que eu sempre fui capaz de sonhar, sentir e existir. Penso que, algumas vezes, somos simplesmente “idiotas”, estamos o tempo todo tentando controlar, estabelecer limites para tudo, inclusive para os sentimentos. É! “Idiotas!” É simples, para algumas coisas conseguimos estabelecer limites ou até mesmo controlá-las, então imaginamos poder fazer o mesmo para tudo. Mas quando se trata de sentimentos… podemos até tentar, mas isso não quer dizer que vamos conseguir controlar as emoções, é inevitável quando o amor resolve chegar e adentrar novamente seu ser.

Inevitável! Inevitavelmente ele foi chegando e entrando pela porta de nossa alma. Roubou toda a razão e por um minuto a trancafiou. Os lábios se encontraram num encaixe perfeito aquecendo o coração. Bum! E a faísca estava acessa sem permissão. Foi o suficiente para a explosão do “barco e sua ancora” e a ruptura da “gaiola de ferro”. E agora, o que fazer? Suspirar, engolir seco, correr, sorrir, gritar… novamente não sei. Estávamos livres! Libertos das paixões – prisões – que criamos para nós mesmos. Liberdade para ir sem medo. Mas me esqueci que não temos controle sobre as emoções e que a “alma permanece onde se encanta”.  E a minha alma se encantou pela sua alma, e o meu amor se enamorou do seu amor. E nossos corpos se descobriram na mais perfeita sintonia. Tudo se encaixava. Mais parecia uma orquestra a tocar a mais bela sinfonia de êxtase no palco do amor.

Ele foi crescendo aos poucos, mas de repente já era maior do que a minha imaginação alcançava. Era imenso e intenso. Gigante e expansivo. Não cabia mais somente em mim, e fui obrigado a abrir portas e janelas da minha alma, para que o amor se expandisse ainda mais e encontrasse a milhares de quilômetros o amor que timidamente, mas não menos intenso, se expandia da alma dela. E nesse encontro o amor transformou o EU e VOCÊ em NÓS.

Que loucura! Que saudade! Saudade do amor! Reencontro! Recomeço! Agora sei para onde ir. Encontrei minha casa no reencontro do amor com meu amor. Desde então quando olho para o céu estrelado… sinto meu pensamento fugir numa busca encantadora de momentos mágicos vividos e a serem vividos no pequenino e aconchegante apartamento. Todas as noite adentro em pensamento e percorro todo o seu interior – da cozinha, passando pela sala e chegando ao quarto – meus “olhos” a procuram no sofá, na banheira, no chuveiro, na cadeira, e acabam por a enxergar na cama, onde os nossos pensamentos se unem na arte de amar. E por falar em amar. Vamos tomar um café da manhã? Nutella, mel, torradas, suco de laranja, banana e morangos. Sempre um amanhecer repleto de sensações indescritíveis. Estou voltando pra casa… Que saudade! Que loucura!

E hoje eu me pergunto:

Será que o nosso amor pode ser considerado o “maior amor do mundo”?

Sinceramente, isso está muito próximo de acontecer. E assim penso porque tudo tem ficado tão pequeno ultimamente. Sempre sinto ele expandir. Quando o coração pulsa ele se expande. A medida que é vivenciado e alimentado ele cresce, cresce e cresce… e se continuar assim – cada dia sendo ainda mais alimentado – ele será em pouco tempo o maior do mundo.

Hoje entendo a importância de alimentarmos o relacionamento todos os dias com o combustível do amor. É necessário temperá-lo com os sabores do amor, caso contrário ele estaciona, fica parado, vai definhando até secar e morrer. Simplesmente se dissolve na poeira do tempo e na imensidão do espaço. Não podemos deixar tudo isso se perder, definhar, desaparecer apenas porque esquecemos de abastecer o veículo (relacionamento) com amor, deixamos de encher o tanque com os singelos sabores do amor – carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão – e tantos outros ainda mais suaves e gostosos.

Pensando bem. O que importa se ele pode ser considerado o “maior AMOR do mundo”. Importa mesmo é que seja sentido, admirado, ampliado e vivenciado como o maior AMOR do mundo. E só para dizer que não avisei antes… esse AMOR é e será sentido, admirado, ampliado e vivenciado sempre, sempre, sempre…


Hoje potencializo no dia-a-dia a minha capacidade de amar.

Toda oportunidade que tenho passo no posto de gasolina da vida – compreensão, respeito, carinho, ajuda, diálogo, incentivo, abraços e beijos, um singelo toque – e “encho o tanque”.

E o melhor de tudo é perceber que depois de um tempo vira rotina o comportamento de abastecer o relacionamento no “posto de gasolina da vida”. Passa a fazer parte de você, simplesmente incontrolável a manifestação do amor no dia a dia.

Qualquer pessoa pode aprender o caminho deste “posto de gasolina da vida” que enobrece e fortalece o relacionamento e a capacidade de amar.

Esse é o caminho que abre espaço para a construção de um relacionamento maduro, gratificante e repleto de felicidade.

The Dragon


E VOCÊ JÁ PASSOU NO "POSTO DE GASOLINA DA VIDA" HOJE? VAI! ENCHA SEU TANQUE.

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Tênis ou Frescobol

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A Phoenix chegou com um sorriso radiante, irresistível. Trouxe junto um perfume enebriante de uma alma suave e doce.

O encantamento foi imediato. Meus olhar encontrou seu olhar. Nossas conversas se vestiam com a qualidade da emoção, da inteligência e das experiências vivenciadas. Nos abrimos em diálogos de confiança e esperança. Inacreditável! Tão pouco tempo e tanta abertura.

Tempo! Tempo! Apenas 10 dias! tempo suficiente para pintar os sonhos com a magia do possível e iluminar os caminhos com as luzes da realidade.

Tempo! Tempo! Apenas 10 dias! tempo suficiente para o reencontro de almas sedentas para redescobrir a arte de amar profundamente.

Desde então tudo se transformou. Nunca mais fui o mesmo. Novos pensamentos, novos ideais, novos sonhos e uma vontade de amar interminável. Criei asas (Nasceu o Dragon)… rompi as grades da gaiola… e voei… voei para dentro de mim mesmo, na busca de encontrar os caminhos que pudesse libertar todo o amor daquela mulher fantástica e maravilhosa (Phoenix renascida) que conheci e convidá-la a viver todo o seu desejo de amar e sonhar renascendo em meus braços para uma partida de frescobol.

Desde então tenho jogado Frescobol. Tênis… nunca mais…

The Dragon


 

Relacionamento, Tênis e Frescobol.

Depois de muito meditar sobre o assunto, conclui que os relacionamentos são de dois tipos: há os relacionamentos tipo Tênis e os relacionamentos tipo frescobol.

Os relacionamentos tipo Tênis são uma fonte de raiva, ressentimento e terminam sempre mal. Os relacionamentos tipo frescobol são uma fonte de alegria e tem chance de ter vida longa.

Explico-me:

Para começar uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo plenamente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a Possibilidade de um casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: Você crê que seria capaz de conversar com esta pessoa até sua velhice? Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo, São aquelas construídas sobre a arte de conversar. “

Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E amantes inexperientes, agem contrariamente ao que pensam, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo …”

Barthes advertia: “Passada a primeira confissão, ‘eu te amo’ não quer dizer mais nada. É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética.

Recordo a sabedoria de Adélia Prado: “Erótica é a alma.”

O Tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E sua derrota se revela no erro seu, o outro foi Incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem uma noção exata do ponto fraco do seu adversário. E é justamente para aí que ele vai dirigir em sua cortada – palavra muito sugestiva — que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar.

O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente em um momento que o jogo não pode continuar mais, porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis, dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro POSSA, então, pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser um derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como uma ejaculação precoce; um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, vir e ir … E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância; começa-se tudo de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos …

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob uma forma de palavras …

Conversar é ficar batendo sonho prá cá, sonho prá lá …. Mas há casais que jogam como se jogassem tênis.

Ficam a espera do momento certo para uma cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão … O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no Frescobol é diferente, o sonho do outro é um brinquedo que DEVE ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que falar, ao outro, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor … Ninguém ganha, para que ganhem os dois.

E se deseja então, que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim.

Rubem Alves


 

E VOCÊ QUAL PARTIDA ESTÁ JOGANDO? TÊNIS OU FRESCOBOL? 
VENHA! APRENDER A JOGAR FRESCOBOL! JOGO ONDE A BOLA VAI, BOLA VEM - CRESCE O AMOR... NINGUÉM GANHA, PARA QUE GANHEM OS DOIS.

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Bodas de Vinho – Amor e Diálogo

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Aquele simpático casal de olhos vivos e mente lúcida, acostumados a fortes emoções, acordou naquela manhã, com uma sensação nunca antes sentida. Afinal de contas estavam completando setenta anos de união. Ora, ora não são sete dias… são aproximadamente 25.700 dias caminhando na mesma estrada chamada casamento.

Haviam envelhecido juntos. Um cuidando do outro. Construíram uma história de vida. Inúmeras lembranças se somavam em suas mentes.

Os momentos de descoberta e encantamento dos primeiros momentos do namoro – na escola, na igreja, na varanda, as serenatas – o pedido de casamento incomum, os momentos de luta e construção dos primeiros anos de vida a dois, a felicidade com a chegada do primeiro filho, as dificuldades com o crescer da família, as dores com perdas irreparáveis (oh! filha… oh! filho…) – “… e o coração chora embora os lábios estejam a sorrir…” – os acertos e desacertos, os netos, bisnetos e quiça tataranetos.

E ali sentados à mesa para o café, eles se entreolhavam apaixonadamente. De mãos dadas podiam sentir e compartilhar os mesmos pensamentos sem um única palavra. Os pensamentos fluíam de forma tão intensa e natural pela mente daquele “jovem-velho casal” que tudo parecia ter começado ontem.

E antes que  eles iniciassem o café a dois como faziam a setenta anos, ele sussurrou, bem fora do contexto de toda história, mas com uma significativa emoção: “…tá no peito aqui oh! Não é aliança. É essa beleza aqui..que tá aqui (batendo no peito do lado esquerdo do coração). Ela olhou profundamente em seus olhos e como a escutar-lhe a alma falando no amor sorriu gostosamente e…

Ela serviu-lhe a xícara de café, tomou a fatia de pão, retirou o miolo e passou a manteiga na casca do pão. Quando ia colocar o miolo de pão no prato dele e a casca no seu prato, pensou:

Durante cinquenta anos, todas as manhãs, dei a ele o miolo do pão, e fiquei com a parte mais gostosa, a casca recheada de manteiga.  Mas hoje eu vou fazer diferente. Vou comer a parte mais macia e servir a ele a mais gostosa – a casca recheada de manteiga. Vou fazer diferente. 

Então, depois de setenta anos comendo a casca do pão, fez diferente naquela manhã tão especial e estendeu para o marido a casca do pão ficando com a parte mais macia. Ele a apanhou, sorriu e falou com entusiasmo:

Obrigado por este presente. Durante todos esses anos, sempre quis comer a casca do pão. No entanto, como você gostava tanto, eu nunca tive coragem de pedir a você.

Terminado o café, o diálogo continuou por alguns minutos como nas últimas 25.700 manhãs.

Redação de Klau, The dragon Coach com base no texto Amor em silêncio, de autoria ignorada


Vida! O que é a vida? Ah!!! a vida é um constante diálogo de amor.

Amor! E o amor o que é? Ah!!! o amor é um constante no dialogo da vida a dois.

O amor é o único sentimento que não necessita de motivos ou razões para entrar na vida e se fazer sentir. O amor é parte que nos faz renunciar, entender, compreender e viver lado a lado por uma vida inteira.

O amor é sempre amor. Ele é um sentimento livre que nos invade, nos faz tremer por dentro e nos causa um calafrio, quase que incontrolável. Não tem jeito, o amor chega sem pedir e por muitas vezes, vem para ficar. E se esparrama, como se ele tivesse obrigação de tomar conta do nosso corpo e de todos os nossos sentidos. Ele é esse sentimento que nos faz renunciar a melhor parte e ficar com a mais macia…

Quando o amor se alia ao dialogo para a grande caminhada na estrada da vida adivinha o que acontece? Bodas de vinho… é essa beleza aqui..que tá aqui (batendo no peito do lado esquerdo do coração) são 70 anos de muitas histórias, vivências e amor verdadeiro.

The Dragon


 

E você já convidou o diálogo para companheiro de viagem, do amor, na estrada da vida a dois? 

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Uma Carta Aberta para a Minha Ex.

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Durante muito tempo tentei compreender o que tinha acontecido, se as lágrimas que foram derramadas eram da minha incapacidade de fazer dar certo ou se tudo não passava de incompatibilidades que a vida me proporcionou sem nenhum motivo aparente.

Cansei de refletir e procurar uma solução racionalizada para a dor que consumia o meu peito, pois o excesso tinha me levado ao extremo mental e os conflitos internos começavam a me assombrar novamente.

Foi quando decidi desistir de compreender que uma luz começou a brilhar. Olhei para dentro de mim e percebi de que não poderia e nunca poderei mudar ninguém, apenas aprimorar-me. Olhei os meus passos e notei que gastei mais tempo tentando transformá-la em alguém melhor, sem me dar conta que acabei esquecendo-me de mim várias e várias vezes. Exigindo algo que nem eu possuía, uma contrariedade e tanto.

Conclui então, que minhas atitudes não justificavam meus desejos e que sua falta de atitude nunca poderia ter sido transformada em uma cobrança – ou várias, como eu fazia. Dei-me conta de que o errado não era só você, mas, principalmente eu. Que tinha um pensamento imaturo, infantil e ignorava aquilo que me trazia para fora da minha zona de conforto, por medo de mudar algo que estava bom no meu ponto de vista e que se você se esforçasse mais, tudo daria certo.

Como sempre, perdi dias de prazer ao seu lado, para criticar suas atitudes egoístas, sendo que o egoísta era eu. Olhava para nossa relação e desejava que você me amasse mais, enquanto eu sufocava você minando-a de regras e limitações amorosas, como se você fosse uma máquina que no momento que aceitou namorar comigo, teria que fazer minhas vontades.

O tempo passou, lembranças ficaram e desses anos pra cá as fichas continuam caindo em direção ao bom senso que nunca tive na nossa época. Reflito e percebo que hoje não sou 10% da pessoa que eu era com você. Mimado, agressivo quando me contrariava e acomodado na minha ilusória vida mansa.

Você me fez correr atrás dos meus sonhos e eu nunca tive a oportunidade de agradecê-la por isso, então muito obrigado; de coração. Me transformei aos poucos e evolui mais com a sua partida, do que 20 anos da sua presença, amadureci, transformei-me e conquistei desejos que, na minha cabeça, demorariam décadas para se tornarem reais.

Hoje olho para trás e não sinto ressentimento por ter me deixado, hoje posso olhar sua time line, ver você na balada, cumprimentar sua família e até vê-la com outro alguém lhe fazendo sorrir. Hoje sou diferente, sou mais tranquilo em relação a tudo. Você me ajudou mesmo sem saber. Compreendi que nada é nosso de verdade e que tudo chega ao fim, o que nos cabe é aproveitar cada instante.

Hoje eu sinto que não sou melhor que ninguém, nem quero ser e sinto que me superar é o objetivo mais árduo que posso realizar.

Hoje eu sou grato a você, sou grato as dores que passei e a imaturidade que se foi com esses anos de reflexão e aceitação. Alguns demoram anos, outros décadas – ou até uma vida – para equilibrar-se novamente.

Obrigado as oportunidades.

Carrego o que é bom, aprendi com o que foi ruim e tento mostrar que o fim nem sempre é o pior caminho, mas muitas vezes ficar acorrentado em uma relação infeliz, cômoda, frustrante durante anos é terrível. Perceber que sua vida não passou de uma vitrine para aqueles que nem ligam para seu íntimo, é muito pior. Perdendo assim o mais valioso; chances.

Essa carta é para todas as pessoas que já sentiram a dor de um pé na bunda e não desistiram, porque a vida testará a gente, hoje e sempre, basta a nós decidirmos se viveremos futilmente e acovardados ou levantaremos nossos olhos e encararemos olho a olho as manchas que insistem em ficar nas nossas almas. Aproveite seu caminho e contemple a vista meu caro. Um dia ela acabará.

Por: Gabriel Zorgetz Capeletti para Vida em Equilíbrio  via http://www.equilibrioemvida.com/


E você vai esperar 20 anos para começar a ser feliz? Venha comece agora!

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Casamento – Rotina sim… Monotonia não…

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“Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boca de hortelã…”  – Chico Buarque de Holanda

E se um dia ela fizesse algo diferente… E se um dia ele fizesse algo diferente…

E se…

O que você está fazendo com o seu casamento? Até onde vai chegar o seu relacionamento se você permanecer enraizado com medo do novo, da mudança? Quanto durará o seu relacionamento se deixar a ROTINA se transformar em MONOTONIA?

O sucesso do casamento está em não admitir que a rotina se transforme em monotonia.

Viver a rotina não é uma situação ruim. Pode até ser uma coisa boa dependendo de como a vivenciamos. Ela é até necessária para o nosso dia a dia. Ela nos mantem focado em nossos objetivos, em nossos propósitos. A rotina nos impõem uma disciplina de tempo, nos força a seguir regras determinadas e sermos obedientes as nossas necessidades.

Rotina não é monotonia, entretanto sem vigilância a rotina pode se transformar em monotonia. A monotonia promove a distração do essencial, engessando a capacidade de aproveitamento e mudança. Ela perde o foco e se torna enfadonha, embaraçando e deixando o dia acinzentado, sem gosto.

A rotina é importante para organizar a vida. E a vida é sempre um convite ao novo… ao novo amor, a nova aventura, a um novo emprego, um novo amigo. A vida é sempre um convite a mudança… ir a um cinema diferente, assistir a um filme mais ousado, ir a outro restaurante, dormir um pouco mais tarde. A vida pede ousadia, que se arrisque um pouco mais. A vida é sempre um convite a “fazer algo diferente todos os dias” para que a rotina não se transforme em monotonia.

O sucesso do relacionamento, do casamento ou de qualquer relação afetiva está em não permitir que a rotina se transforme em monotonia. E como não virar monotonia?

Uma relação amorosa precisa ser cultivada pra que rotina não vire monotonia, trazendo os vários elementos da paixão para a vida amorosa. É necessário reviver a paixão e sua energia, ou seja, usar da criatividade, da capacidade de fazer o inédito e criar a surpresa que encanta, que faz sorrir. É preciso atear fogo novamente na relação criando momentos em o tempo foge e o espaço se anula e tudo se torna possível. É fundamental surpreender a outra pessoa e a si mesmo.

É preciso ludibriar a rotina e fazer o diferente… se permitir pequenas licenças poéticas no relacionamento, mas essa ideia de quebrar a rotina não significa romper com os pactos do relacionamento.

E se todo dia ela fizesse algo diferente… E se todo dia ele fizesse algo diferente…

E se…


E você qual escolha tem feito? 

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A Força do Silêncio

ggjk1800x2880“Pense em alguém poderoso… Pense nos Lobos…

Os lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe… sorria… silencie… vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade.

Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Você pode escolher o silêncio…” – Aldo Novak (com adaptações)


Sempre que os trovões das discussões assustarem o relacionamento busque o silêncio e responda com um sorriso pacificador;
Sempre que as nuvens da desconfiança apoderarem do relacionamento responda com o silêncio de um olhar apaixonado;
Sempre que os raios da calúnia e da inveja atingirem o relacionamento responda com o silêncio de um abraço acolhedor;
Sempre que a tempestade desabar sobre o relacionamento utilize a mais poderosa resposta para o momento: O SILÊNCIO.

E quando a tempestade passar… aproveite o despontar do sol para ter uma conversa edificante e esclarecedora… regada com o silêncio de beijos apaixonados.

The Dragon


E você como vai agir durante a tempestade?

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