Um poema! Uma escrita!

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Phoenix do Amor

Apesar da distância Phoenix,
Acredite! O amor, sorridentemente,
Renasce a cada amanhecer com o Dragon,
Como poesia desenhada pela “lapiseira do coração”.

Nosso amor – Phoenix – é bem mais que palavras!
É sentir o toque inatingível,
É renascer em cada suspiro de prazer,
Sentindo intensamente a alma do amor.

Nosso amor – Phoenix – é bem mais que palavras!
É uma camisa trocada,
É um corredor para amar,
No mar de esperanças, na arte de esperar.

Esperar pelo tempo. Qual tempo Dragon?
Nosso tempo, tempo nosso,
Tempo certo, tempo esperto, tempo necessário,
Não! Tempo de Deus, tempo da maturidade de amar.

Amar está além de apenas soletrar, I LOVE YOU!
Amar é simplicidade no sentir,
Amar é gratidão, confiança, ir além,
Amar é resistir, na sabedoria do amor.

Nosso amor – Phoenix – é bem mais que palavras!
É uma linha escrita com sonhos,
É uma página escrita com a “Tinta Invisível” do prazer,
É um livro repleto de palavras e intenções,
Intenções de encantar, vivenciar, perceber e amar,
Continuamente no Resplandecer Infinito (de seu) Sorriso.

The Dragon

 


E a alma da Phoenix pulsa no coração do Dragon!

Você é o Poeta de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

https://www.facebook.com/thedragoncoach
Telefone / WhatsApp: +55 (61) 99283-7346
e-mail: thedragoncoach@gmail.com

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Quando há amor!

 

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Quem ama!

Confia, compreende, respeita, é sempre verdadeiro;

Não deixa dúvida e não gera dúvida;

Entende que os corações se entrelaçam mesmo à distância;

Vive a harmonia e a sintonia, muito além dos sentidos físicos;

Caminha na estrada do sentimento com alegria;

Se encanta com a beleza do existir;

Se atreve a ser simples;

Quem ama! Realmente vive isso… sente isso… porque amar é sentimento sublime que descortina a alma aos encantos das sensações de prazer, paz e felicidade.

Quando há amor!

Os olhos brilham feito esmeraldas na noite enluarada;

Enxerga vida em tudo, tudo é mais colorido, mais belo;

Há sentido na existência;

Mesmo distante, por onde for, é dois em um: há outro pensamento no seu, há outro coração no seu;

A aura brilha como a lua nova e os chacras espalham vida em abundância como o sol;

Todo (lixo mental) sentimento menos nobre é transformado, e tudo que é do mal se afasta;

Quando há amor! Dizer o quê… o amor é a grande mágica transformadora da vida, que ilumina caminhos, transforma pensamentos e vivifica os relacionamentos.

Como explicar o amor? Como explicar o ato de amar? É possível explicar isso? Não, não! O amor não se explica… O ato de amar só pode ser sentido…

E quem sente (o amor), sabe que, quando o coração fala ao coração, quando o pensamento sintoniza com pensamento, não há mais nada a dizer… apenas sentir o amor, saboreando o ato de amar.

Quem ama! Só ama, quando há amor!

Quem ama! Tem a exata dimensão que existe outro coração pulsando com o seu.

Quem ama! Sente que o amor é a luz que mora no coração.

Quando há amor! Só ama, quem ama!

Quem ama! Tem a exata dimensão que existe outro pensamento vibrando com o seu.

Quem ama! Sente que o amar é o sorriso que ilumina o pensamento.

Quando há amor! Quem ama! Sabe! Reconhece seu verdadeiro valor e luta por ele.

Quando há amor! Quem ama! Sabe! E o seu semblante fica radiante como o sol.

Quando há amor! Quem ama! Sabe! Pois o amor chama o amor.

The Dragon


Então! Surpreenda-se! Ame na arte de amar com amor!

Você é o Amor de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

https://www.facebook.com/thedragoncoach
Telefone / WhatsApp: +55 (61) 99283-7346
e-mail: thedragoncoach@gmail.com

O contrário do amor não é o ódio, e sim a indiferença

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A indiferença chega a um relacionamento amoroso de forma suave, mas implacável. É um silêncio amargo onde habita a incerteza, a nostalgia do que antes era cotidiano e cúmplice e que agora faz falta. Porque o contrário do amor não é o ódio, e sim esse sentimento capaz de nos quebrar em mil fragmentos chamado de indiferença.

Os relacionamentos “morrem” por muitas razões; sabemos disso e não há dúvida de que todas implicam uma grande carga de sofrimento para a qual ninguém está preparado. Contudo, poderíamos dizer que é precisamente esse vazio, essa atitude passiva e fria da outra pessoa com relação a nós mesmos o que costuma criar mais desespero e ansiedade.

O amor costuma ter três inimigos: a indiferença, que nos tira o ânimo pouco a pouco, a indecisão que nos impede de avançar, e a frustração que acaba com tudo em um segundo.

Cada um de nós pode reagir de uma forma diante a uma rejeição ou uma traição, mas… Como enfrentar o vazio emocional da indiferença? Não é fácil, por isso sempre procuramos encontrar uma razão, um porquê desse distanciamento afetivo, embora na verdade nem sempre exista um motivo para o fim do amor. Ele se sufoca como um sol crepuscular que fica sem vitalidade…

A indiferença traz sérios efeitos colaterais

A saúde de um casal, como todo ser vivo que precisa de alimento vital, precisa reforçar a sua estrutura, o seu relacionamento. Tudo isso por meio desses rituais cotidianos cheios de cumplicidade, nos quais se encontram os gestos que nos conectam, as palavras que nos levantam, as carícias que nos reconhecem e espaços comuns habitados por uma proximidade física e emocional necessária.

Agora, às vezes, quase sem saber por quê, fazemos uso do silêncio ou da não intervenção delegando ao outro para que o faça, diga ou aja. Começamos a dar por certos os sentimentos e inclusive as respostas a perguntas que já não mais fazemos. Pouco a pouco as pequenas coisas passam a ter prioridade e os aspectos principais ficam descuidados.

Se vamos falar de um especialista em relacionamentos amorosos, é quase inevitável não falar de John Gottman e a sua teoria dos “4 cavaleiros do apocalipse” sobre as razões que levam um casal para o abismo do distanciamento.

Você não vai estranhar saber que entre estes pilares, além das críticas, o desprezo e a atitude defensiva, está também “a indiferença”, essa conduta evasiva que olha para o outro lado e que cria grandes abismos de incertezas. Tudo isso, todo esse vazio emocional e frieza afetiva gera sérias conseqüências que devemos conhecer.

Conseqüências psicológicas da indiferença

Quais são as conseqüências a nível psicológico da indiferença?

  • A atitude indiferente do nosso cônjuge gera, acima de tudo, desnorteamento e medo. O amor entre duas pessoas precisa da segurança de certos afetos e certos costumes com os quais sustentar o próprio vínculo.
  • Quando nossas expectativas sobre esse vínculo deixam de ser atingidas, aparecerão a incerteza e a inquietude. Duas dimensões frente as quais o cérebro irá reagir com estresse e ansiedade emocional.
  • Quando deixamos de receber essa retroalimentação emocional, esse intercâmbio sutil e perfeito onde as respostas do outro nos reafirmam e fortalecem, ficamos “paralisados”. Nos mantemos à espera, aguardando que a situação mude, uma coisa tão desgastante quanto destrutiva.
  • Se cometemos o erro de interpretar a indiferença como uma coisa que “nós mesmos provocamos”, perdemos ainda mais o controle da situação. A autoestima cai e chegamos a uma estado de impotência muito perigoso.

Como enfrentar o vazio emocional

  • Um relacionamento amoroso se mantém sempre e quando existir satisfação pessoal ao mesmo tempo que reciprocidade. Se nos sentimos bem, seremos capazes de investir no outro porque damos o mesmo que recebemos.
  • No momento em que esse círculo harmonioso de reciprocidade se quebra, afeta imediatamente a qualidade do compromisso, a paixão e a intimidade.
  • Em um casal, basta que um seja indiferente para causar o sofrimento. De nada vale esperar que as coisas melhorem, de nada serve criar falsas esperanças. É preciso agir.

Às vezes basta fazer pequenas mudanças, chegar a acordos para quebrar a rotina na qual caem os relacionamentos de vez em quando. Qualquer esforço para salvar o relacionamento é válido. Contudo, se formos plenamente conscientes de que não existe amor ou de que essa situação traz mais sofrimento do que felicidade, será preciso colocar distância.

Não vale a pena ser cativo do desamor, dos sonhos abandonados de dois estranhos que deram de tudo e que no fim das contas esse tudo deu em nada. A indiferença dói e nos tira do rumo, mas o tempo a cura sempre e quando formos corajosos para nos afastarmos quando ela chegar, quando ainda formos capazes de lembrar que precisamos cuidar de nós mesmos.

Por: Valéria Amado  Via http://amenteemaravilhosa.com.br/


E você tem sido indiferente em seu relacionamento? 

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