O Poder é VOCÊ…

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“As pessoas querem que eu faça tudo por elas, mas não se dão conta de que elas tem o poder… Você quer um milagre filho? Seja o milagre…” – do filme O Todo Poderoso.

Resignados! Resignados! Assim vamos representando nosso papel no teatro da vida real, acreditando que não nos resta outra alternativa a não ser vivenciar o papel que nos cabe na sociedade, nos esforçando para corresponder as expectativas de todos aqueles com quem convivemos  – pais, filhos, namoradas, esposa, chefes, amigos…
Ao longo da caminhada pela estrada da vida encontramos inúmeros projetos, estruturas algumas apenas no começo, outras em ruínas, diversas implementadas, raras acabadas e promissora e a maioria inacabada. Olhamos, observamos e escolhemos – ou somos escolhidos – aquela que mais nos envolve, entorpece e aquece os nossos pensamentos e sonhos, então num átimo de embriaguez dos sentimentos edificamos sobre ela os nossos sonhos, a nossa vida… e ficamos assistindo o tempo passar, a juventude se ausentar, os filhos crescerem, a velhice chegar, como se não houve alternativa,  como se simplesmente tivéssemos que aceitar o destino e os acontecimentos.
Nos dizeres do magnifico poeta Mário Quintana:
“A vida é tão curta, tão curta e o tempo passa tão rápido.
 A vida são deveres, que nós trouxemos para fazer em casa.
 Quando se vê, já são seis horas!
 Quando se vê, já é sexta-feira…
 Quando se vê, já é Natal…
 Quando se vê, já terminou o ano…”
Quando se vê, quando se vê… já passaram-se 20 anos, 30 anos… Quando se vê já passaram-se 50 anos!
E ai! o quê fazer? A estrutura edificada não suportou o peso do tempo e desabou. Nos ombros permanecem os dias , os meses, os anos, os encontros e desencontros, as alegrias e tristezas, as conversas e os silêncios, o amor e a indiferença, os momentos de uma vida intensa mas sem sabor. E nesse momento o pensamento é um só: Eu fracassei!… Tudo está perdido!… Não deu tempo!… Nada se fez e tudo se foi!… e ai! o quê fazer?
Não desistir! Não desanimar! Não ter medo do fracasso! Olhe dentro de si mesmo e perceba a força que existe em sua própria estrutura. Use do poder que existe em você.
 Qual poder? Onde ele está? Será que eu o possuo? 
Sim! Sim! Sim! Todos nós possuímos. Aliás, nós já nascemos com o poder, ou seja, ele existe dentro de nós desde o momento em que damos o primeiro suspiro. Acredite, ele existe e está em você.
Vamos! Olhe para dentro de si mesmo e sinta o poder.
Vamos! Tudo depende apenas de você.
Vamos! O Poder é VOCÊ.
Vamos! Utilize desse poder… o poder de decidir, de escolher o que é melhor para si mesmo.
Refaça seu projeto. Reconstrua sua estrutura. Recomece. Escolha as luzes que irão clarear a estrada do seu futuro. O sucesso depende desta decisão. Gerenciar a vida é uma questão de escolha… decida e siga em frente.
Acredite! Você pode. Você consegue.
The Dragon

E você já fez sua escolha? Venha descubra o PODER que há em você! Descubra a si mesmo!

Você é o Poder de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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e-mail: thedragoncoach@gmail.com

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A Lenda Egípcia do Peixinho Vermelho

 “Existe uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade.” – Albert Einsten

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Na introdução do Livro Libertação, Emmanuel (psicografia de Chico Xavier) nos conta a estória (lenda egípcia) do Peixinho vermelho a qual contaremos ao sabor de nossas emoções.

No centro de um formoso jardim, havia um grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa.

Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de uma grade muito estreita.

Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.

Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, o mais menosprezado de todos. Ele não conseguia pescar sequer a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.

Não encontrando pouso no vastíssimo domicílio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar sobre outras alternativas com bastante interesse… e, após muito estudo e trabalho, encontrou a grade do escoadouro. E nesse momento, surgiu a grande oportunidade de MUDANÇA e juntamente surgiram muitas interrogações pipocando dentro da sua cabecinha:


Você está preparado para encarar essa oportunidade apresentada?

Qual a maior mudança que você está disposto a fazer?

O que te inspira a buscar essa mudança?

Porque você quer fazer essa mudança?

Qual sua disposição para a MUDANÇA?

Qual a melhor opção no momento: assumir os riscos da oportunidade ou permanecer onde está?


ESCOLHA … e o peixinho vermelho optou pela MUDANÇA.

Pronunciando votos renovadores, avançou otimista pelo rego d’água, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperança…

Em breve, alcançou o grande rio e fez inúmeros conhecimentos. Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando-lhe o mais fácil roteiro. Embevecido, contemplou sob as margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios e veículos, cabanas e arvoredos.

Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, ébrio com tantas novidades e ainda mais sedento de estudos.

De início, porém, fascinado pela paixão de observar, enfrentou em vários momentos dificuldades extremas.mas nunca desanimou, e com FÉ e ESPERANÇA, rogou proteção e as dificuldades que foram sendo superadas.

O pequeno viajante, AGRADECIDO e FELIZ, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.

As perguntas continuavam a aparecer para o peixinho:


Qual o volume da sua GRATIDÃO com a vida?

O que falta para você ser FELIZ?

Qual a influência da FÉ e ESPERANÇA nas suas ESCOLHAS?


Plenamente transformado em suas concepções do mundo, o peixinho passou a reparar as infinitas riquezas da vida.

Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando, ao se referir ao seu começo laborioso… se lembrou dos antigos companheiros que ainda viviam naquele mundinho do grande lago.

O peixinho pensou, pensou… e sentindo imensa compaixão ficou a questionar:

Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade?

Não seria nobre ampará-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?

O que você pensa sobre: 

ESCOLHA … e o peixinho vermelho não hesitou, quando optou pelo retorno para convidar os demais a  MUDANÇA.

Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida, atravessou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros.

Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos…

Ridicularizado, procurou, então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, um ser completamente entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.

E o peixinho vermelho fez a todos o convite à MUDANÇA, mas alertou a todos das dificuldades que enfrentariam e do sacrifício que deveria ser feito inicialmente. Para prosseguirem com sucesso, todos precisariam emagrecer abstendo-se de devorar tantas larvas e vermes nas locas escuras, precisariam aprender a trabalhar e se tornarem dispostos a estudar tanto quanto fosse necessário à venturosa jornada. Para auxiliar seus companheiros durante a proposta transição, o peixinho se propôs a ser o guia (pois já havia trilhado esse caminho) facilitando a viagem da MUDANÇA rumo a FELICIDADE.

Qual sua disposição para enfrentar os sacrifícios da MUDANÇA? Perguntou aos seus companheiros…

Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho iniciou a sua viagem de retorno e instalou-se, definitivamente, no Palácio de Coral, aguardando o tempo.

Tempos depois, ouviu falar sobre pavorosa seca a se abater sobre as terras longínquas de onde saíra e pensou em seus companheiros e na oportunidade que deixaram para trás…


E você, Quem é?

O peixinho vermelho ávido de saber sempre buscando expandir os seus horizontes ou o velho rei de barbatanas  satisfeito e acomodado com o que tem sem buscar novos desafios?

E se vier a seca? Como anda a força que move a sua vida?


Você é o Peixinho Vermelho de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

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