The Phoenix and The Dragon

phoenix_e_dragon1

A lenda da Phoenix e o Dragon – O encontro do Yin e do Yang.

… E a Phoenix mais uma vez ressuscitou de suas cinzas e continuou sua vida imortal…

Um dia a Phoenix se deparou com uma caverna, um local de grande concentração energética, ideal para construir-se uma morada. Esse local era conhecido como a Cova do Dragon – um local onde se encontrava o sopro do renascimento, onde a força criativa e o receptivo circulavam intensamente tornando este um lugar propício a transformação do ser – habitado por um poderoso e sábio Dragon que se dizia em extinção sendo o último de sua espécie.

A Phoenix compadecida dele entregou-lhe o que de mais importante e intenso possuía… o AMOR.

Quando o Dragon em toda sua majestade falava de sua vida a Phoenix se extasiava.

Determinado dia, em que o brilho do sol não adentrou o íntimo da cova, a Phoenix começou a gemer, prevendo a sua morte, e antes que começasse a construir a sua pira de canela, sálvia e mirra, uma espécie de leito de morte, o seu ninho mortal, para que ela pudesse queimar e ressurgir das cinzas, o Dragon deu-lhe metade de seu coração para que tivesse mais vida. Assim o fez porque havia se apaixonado pela sinceridade da Phoenix em aprender com vossa sabedoria, mas em toda sua sabedoria o Dragon não conhecia o poder imortal que ela possuía.

E a Phoenix morreu… E o Dragon morreu também…

A Phoenix mais uma vez ressuscitou de suas cinzas e como magia e encanto o Dragon também ressuscitou. Diz a lenda que com a sabedoria do Dragon e a experiência da Phoenix eles já não mais habitavam corpos de ave e dragão, porque o amor que sentiam era tão intenso, tão verdadeiro e profundo que encontraram uma forma de se igualarem em semelhança e procriarem… Jamais saberemos quem – o Dragon ou a Phoenix imortal – empreendeu uma viagem magnífica até os confins do Universo para buscar a fórmula que permitisse a esse amor procriar. E assim, mesmo em corpos diferentes ainda são Phoenix e Dragon representando o encontro do Yin e do Yang, onde se resumem todos os princípios do mundo, na busca da preservação da vida e a transformação do espírito.


“O Dragon representa “o espírito do caminho” que traz a mudança eterna. Assim como a Phoenix, na verdade, que renasce eternamente de suas cinzas. Quando retratada com o Dragon como um símbolo do imperador, a Phoenix se torna inteiramente feminina como a Imperatriz e, juntos, eles representam os dois aspectos do poder imperial. O aspecto feminino (huang), denota beleza, delicadeza de sentimentos e paz. Ele também é um símbolo nupcial significando “comunhão inseparáveis.” Isso não é só para o casal, mas para o yin-yang que completa interdependência mútua no universo em termos de dualidade”.


ACENDA DENTRO DE TI O FOGO QUE RENASCE E PURIFICA DESPERTANDO SEUS PODERES INTERNOS.

Você é o maestro de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

https://www.facebook.com/thedragoncoach

Telefone / WhatsApp: +55 (61) 99283-7346
e-mail: thedragoncoach@gmail.com

Anúncios

A Lenda Egípcia do Peixinho Vermelho

 “Existe uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade.” – Albert Einsten

PeixinhoVermelho1

Na introdução do Livro Libertação, Emmanuel (psicografia de Chico Xavier) nos conta a estória (lenda egípcia) do Peixinho vermelho a qual contaremos ao sabor de nossas emoções.

No centro de um formoso jardim, havia um grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa.

Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de uma grade muito estreita.

Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.

Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, o mais menosprezado de todos. Ele não conseguia pescar sequer a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.

Não encontrando pouso no vastíssimo domicílio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar sobre outras alternativas com bastante interesse… e, após muito estudo e trabalho, encontrou a grade do escoadouro. E nesse momento, surgiu a grande oportunidade de MUDANÇA e juntamente surgiram muitas interrogações pipocando dentro da sua cabecinha:


Você está preparado para encarar essa oportunidade apresentada?

Qual a maior mudança que você está disposto a fazer?

O que te inspira a buscar essa mudança?

Porque você quer fazer essa mudança?

Qual sua disposição para a MUDANÇA?

Qual a melhor opção no momento: assumir os riscos da oportunidade ou permanecer onde está?


ESCOLHA … e o peixinho vermelho optou pela MUDANÇA.

Pronunciando votos renovadores, avançou otimista pelo rego d’água, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperança…

Em breve, alcançou o grande rio e fez inúmeros conhecimentos. Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando-lhe o mais fácil roteiro. Embevecido, contemplou sob as margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios e veículos, cabanas e arvoredos.

Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, ébrio com tantas novidades e ainda mais sedento de estudos.

De início, porém, fascinado pela paixão de observar, enfrentou em vários momentos dificuldades extremas.mas nunca desanimou, e com FÉ e ESPERANÇA, rogou proteção e as dificuldades que foram sendo superadas.

O pequeno viajante, AGRADECIDO e FELIZ, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.

As perguntas continuavam a aparecer para o peixinho:


Qual o volume da sua GRATIDÃO com a vida?

O que falta para você ser FELIZ?

Qual a influência da FÉ e ESPERANÇA nas suas ESCOLHAS?


Plenamente transformado em suas concepções do mundo, o peixinho passou a reparar as infinitas riquezas da vida.

Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando, ao se referir ao seu começo laborioso… se lembrou dos antigos companheiros que ainda viviam naquele mundinho do grande lago.

O peixinho pensou, pensou… e sentindo imensa compaixão ficou a questionar:

Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade?

Não seria nobre ampará-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?

O que você pensa sobre: 

ESCOLHA … e o peixinho vermelho não hesitou, quando optou pelo retorno para convidar os demais a  MUDANÇA.

Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida, atravessou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros.

Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos…

Ridicularizado, procurou, então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, um ser completamente entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.

E o peixinho vermelho fez a todos o convite à MUDANÇA, mas alertou a todos das dificuldades que enfrentariam e do sacrifício que deveria ser feito inicialmente. Para prosseguirem com sucesso, todos precisariam emagrecer abstendo-se de devorar tantas larvas e vermes nas locas escuras, precisariam aprender a trabalhar e se tornarem dispostos a estudar tanto quanto fosse necessário à venturosa jornada. Para auxiliar seus companheiros durante a proposta transição, o peixinho se propôs a ser o guia (pois já havia trilhado esse caminho) facilitando a viagem da MUDANÇA rumo a FELICIDADE.

Qual sua disposição para enfrentar os sacrifícios da MUDANÇA? Perguntou aos seus companheiros…

Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho iniciou a sua viagem de retorno e instalou-se, definitivamente, no Palácio de Coral, aguardando o tempo.

Tempos depois, ouviu falar sobre pavorosa seca a se abater sobre as terras longínquas de onde saíra e pensou em seus companheiros e na oportunidade que deixaram para trás…


E você, Quem é?

O peixinho vermelho ávido de saber sempre buscando expandir os seus horizontes ou o velho rei de barbatanas  satisfeito e acomodado com o que tem sem buscar novos desafios?

E se vier a seca? Como anda a força que move a sua vida?


Você é o Peixinho Vermelho de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

https://www.facebook.com/thedragoncoach
Telefone / WhatsApp: +55 (61) 99286-5192
e-mail: thedragoncoach@gmail.com