Simples assim: Reencontro

Estar comigo mesmo, em paz, me permitiu enxergar (isso é fantástico – se reencontrar na claridade da lua no meio da noite escura) que existem momentos na vida em que, sem saber muito bem como, perdemos a tranquilidade interior que antes nos caracterizava. Isso pode acontecer por certas pessoas, relacionamentos ou por causa de determinadas situações, pressões profissionais e inclusive exigências que impomos a nós mesmos.

Perdemos o passo, o caminho e às vezes a própria essência. E manter durante muito tempo essa sensação nos faz cair inteiramente em um pântano de medo ou adentrar uma floresta de insegurança tão intensa onde tudo foge ao nosso controle. Simples assim: nos perdemos de nós mesmo. Não devemos deixar isto acontecer!

Precisamos aprender a ignorar, desativar, libertar-nos das amarras, pedras que não nos pertença e assim caminhar mais leve, suave na estrada escolhida. Não perder o rumo. Não perder as nossas raízes nem o que nos define…

É preciso ter sempre em mente que tudo aquilo que nos emociona, faz sorrir e acelera o coração, somos nós – nossa essência. Bem assim! Necessário é viver a essência da vida com autoestima, autoconfiança na estrada da vida.

The Dragon 


Reencontre-se, defina-se, seja sua essência...

Klau Cordeiro, The Dragon Coach

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A arte do limite

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Uma das coisas mais importantes em qualquer movimento que vise atingir um objetivo, seja ele profissional ou amoroso, é compreender que existem limites que precisam ser respeitados.

Aristóteles, um dos grandes filósofos deste mundo, costumava dizer que com o ilimitado nós nada fazemos, mas com o limitado, tudo é viável.

E ele estava certo.

Se temos infinitas possibilidades, acabamos descobrindo que também temos inúmeras dúvidas, e precisamos descobrir, aonde queremos chegar, estar, permanecer. Se os nossos caminhos são variados, acabamos nos sentindo como um “cego no meio de um tiroteio” – sem saber para onde ir. É preciso tomar consciência dos limites, dos nossos limites, antes de dispersar força, energia em caminhos que não nos levarão até onde almejamos.

Se não entendermos a necessidade e a importância de limites, o mundo fará isso por nós. Inúmeras vezes a nossa intuição diz para irmos com mais cautela, refrearmos o nosso orgulho, egoísmo ou simplesmente não exagerarmos, mas nós não ouvimos. Acabamos extrapolando o limite do bom senso, do verdadeiro, do real necessário e nos perdemos em caminhos longínquos.

Então!!!

Ficamos doentes, atraímos obstáculos, criamos fantasmas, como que para nos lembrar da suma importância dos limites. Não devemos encarar tais limites como sendo algo “ruim”, muito pelo contrário, eles podem ser extremamente saudáveis e funcionarem como a chave que abre as portas da nossa realização.

Saber dar limites – a si mesmo e aos outros – entendendo a importância, a necessidade deles… é uma arte, que pessoas maduras praticam.


Você é o Limite de toda transformação!

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Nunca desista de Amar!

Nunca desista de amar… o amor é a luz de todos os caminhos;

Nunca desista de amar… o amor é a ponte entre todos os caminhos;

Nunca desista de amar… o amor é o caminho para chegar até você mesmo;

Sinta o amor com toda intensidade, vivenciando-o em sua essência e permitindo que ele seja o agente transformador de sua vida.

 

Uma das maravilhas desse mundo e o mais importante dos sentimentos é o amor, não desista do AMOR, esse sentimento que tem o poder de transformar e também compreender.

“Temer o amor é temer a vida e os que temem a vida já estão meio mortos.” – Bertrand Russell

O amor move o mundo!

Venha! Dê mais valor a esse sentimento.

Venha! Compartilhe de um amor sincero e verdadeiro se doando sem esperar algo em troca.

Venha! O amor é uma dádiva dada por Deus, ame uns aos outros sem exigir nada em troca,.

Venha! O amor é a incondicional, não impõe condições, não tem preferências, não ver cor ou raça, não se importa com a nacionalidade… o amor é assim fantasticamente fantástico.

Venha! Vamos mover o mundo! Vamos amar, amar, amar e amar… e nunca desistir de amar.

The Dragon


E VOCÊ JÁ DECIDIU MOVER O MUNDO? VENHA! VAMOS AMAR E MUDAR O MUNDO.

Você é o maestro de toda transformação!
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Atitudes na Escuridão

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As resoluções, atitudes que tomamos com o pensamento em desalinho, em desequilíbrio emocional inevitavelmente atrairá o remorso e a dor. Durante os momentos de escuridão emocional, mental as quedas são quase inevitáveis.

Cuidado! Observe os sinais!

Atitudes irrefletidas são geradas nas profundezas do desespero;

Atitudes violentas estão escondidas na escuridão da irritação;

Atitudes de maldade intencional são tramadas e executadas durante a negritude do ódio;

Atitudes vingativas estão escondidas sob manto tenebroso da mágoa;

Atitudes que denigrem e caluniam nascem do charco pútrido da inveja, do ciúme.

Atitudes autocidas tem gênese no abismo negro da ansiedade destruidora.

Quando a nevoa escura da desarmonia interior se aproximar e começar a encobrir seus pensamentos distorcendo suas emoções, NÃO REAJA, PARE! REFLITA! Uma reação impensada é condutora do carro desgovernado da culpa.

Quando a tempestade do desequilíbrio e descontrole emocional se fizer presente, NÃO FALE, PARE! REFLITA! Uma palavra impensada é condutora do veneno mortal do remorso.

Quando a dúvida e a tempestade chegar formando uma paisagem tormentosa e escura, NÃO CORRA, PARE! REFLITA! Busque a luz do diálogo, da compreensão, do amor que apazígua o coração e relaxa a mente, pondo em ordem os pensamentos e as emoções, antes de qualquer tomada de decisão.

Faça luz em seu caminho antes de qualquer decisão. Liberte-se!

The Dragon 


PARE! REFLITA! TENHA ATITUDES GERADORAS DE PAZ!

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Felicidade

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“A felicidade real é uma casa que se constrói por dentro da própria alma.” – Marco Prisco

A felicidade existe Phoenix? Então como encontrá-la? O que fazer para alcançar a felicidade? Onde fica a felicidade? Perguntas… perguntas… perguntas… muitas  e muitas perguntas pululam em nossa mente quando o assunto é felicidade.

Sim, a felicidade existe e podemos senti-lá, vivencia-lá com abundância. Como? Esforçando por eliminar os obstáculos – reduzir o peso da cesta que carregamos – durante a caminhada pela estrada da vida. Todos os dias, ao invés de retirarmos as pedras, acabamos acrescentando outras tantas com atitudes intempestivas, mesquinhas e precipitadas. E a cesta vai ficando pesada, pesada, pesada. E assim, vamos caminhando, ou nos arrastando dependendo da quantidade de pedras na cesta, na estrada da vida.

Se queremos ser feliz é preciso esvaziar a cesta, enchendo-a com a leveza das atitudes saudáveis perante a vida. E ser feliz é uma questão de atitude perante você mesmo na estrada da vida.Vejamos:

Cultive a disciplina do pensamento… mantendo assim a harmonia e o equilíbrio das próprias emoções;

Fale pensando no bem… e terá a concórdia como companheira em torno de si;

Age com caridade… e conseguirá uma boa conselheira na construção da paz em torno de ti;

Lute com paciência, otimismo e perseverança… e conquistará as melhores oportunidades de vencer;

Trabalhe vigorosamente… o trabalho dignifica e nos mantém no rumo do progresso;

Ame sem distinção… o amor verdadeiro não se detém no objeto amado;

Tenha segurança interior diante da vida… e sentirá a presença da felicidade;

Trabalhe em favor da autoiluminação no decorrer da vida… descobrindo assim o mais  eficaz meio de conquista da felicidade ;

Valorize o que sabe, o que é e o que se  tem na vida… e conquiste a felicidade sem os tormentos da ambição;

Cumpra com o seu dever perante a vida… seja qual for sua atribuição na vida realize-a com alegria e sinta a felicidade da consciência tranquila;

Não se apegue demasiado as pessoas que caminham com você na vida… ninguém é responsável pela sua felicidade. As pessoas são livres para estar onde melhor se sintonizam. A felicidade está em você;

Seguir amando a vida e na vida… Amar é ser livre. Ame e não tenha a preocupação de ser amado e a felicidade te alcançará;

Sê sincero…A sinceridade atrai bons e verdadeiros amigos. Amigos são luzes de felicidade na estrada da vida;

Ouve a voz da consciência… mantendo assim a tranquilidade na escolha das atitudes que te fará encontrar a felicidade na estrada da vida;

Então como encontrar a felicidade? Como ser feliz?

Simples! Esvazie a cesta e viaje com o veículo das atitudes edificantes e nobres e vislumbrará a cada quilometro na estrada da vida um “posto de gasolina” para se abastecer de FELICIDADE.

Afinal todo ser humano tem por ideal ser FELIZ. Experimente ser FELIZ.

The Dragon


Qual o peso da sua cesta? Venha esvaziar a sua cesta! É fácil ser feliz.

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4 armadilhas da mente que podem lhe aprisionar

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Na vida, lutamos contra muitas coisas, mas de longe a pior luta é aquela que temos diariamente contra nós mesmos. Nos sabotamos, nós matamos nossos próprios sonhos em uma guerra que só há perdedor. O principal guerreiro aqui é o nosso cérebro, uma pena que está em posição inimiga. Suas armas são algumas artimanhas para impedir o desenvolvimento da excelência psíquica, afetiva, social e até mesmo profissional. Seus ataques são ciladas sorrateiras que atuam em nossa mente e se tornam bloqueadores de lucidez e autoconsciência.

Mas como fugir disso? Como entrar em missão de paz com sua mente?

Para começar a dar passos nessa direção é necessário fazer rigorosamente e diariamente uma série de pequenos exercícios mentais, pequenas mudanças na sua forma de pensar, que com o passar do tempo se tornarão grandes. Isso irá agir diretamente no funcionamento primitivo de sobrevivência, que escolhe por trilhar caminhos menos arriscados e ameaçadores, o que não significa, necessariamente, que estes nos excluem do sofrimento e da insatisfação. Por esse motivo a importância de trabalhar estes aspectos.
Estas armadilhas do seu cérebro, em grande parte, são estratégias inconscientes da nossa natureza e todos possuímos, mas é importante nos atentar, fazer reflexões para que não sejamos controlados por elas:

 1- O conformismo

“O conformismo é carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento.” – John Kennedy

O conformismo caminha lado a lado daquilo que chamamos de estabilidade. Você se conforma porque sente medo de perder a suposta estabilidade, pensando ser isso, o mais importante.

Você permite que sua mente te encaminhe para pensamentos como: “Já está bom assim”, “E se eu arriscar e não conseguir?”, “Está ruim, mas pode ficar pior”.

O medo do futuro e das coisas ruins da vida acaba por te limitar, no entanto, nada pode ser mais prejudicial para o seu futuro do que a falta de paixão pela vida.

Assim, muitas pessoas acabam vivendo seus dias dentro de circunstâncias infelizes, e não tomam iniciativa de mudar de situação, afinal, estão condicionadas a uma vida de segurança, conformidade, e conservação, as quais aparentemente dão paz de espírito.

“Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos.” – Joseph Campbell

 2- O coitadismo

No fundo, acaba sendo um nível mais avançado do conformismo. No coitadismo você tem pena de você mesmo por estar na situação que está. Sua atenção está voltada a se lamentar e não no que pode fazer para mudar. “Isso não é para mim”, “nada do que faço dá certo”, “sou um derrotado mesmo”.
Algumas características básica: Estar convencido de que não é capaz / tentar convencer os outros que é impotente / fazer questão de comentar suas crenças irreais de impotências e limitações.

“… que nada mais é do que nossa própria vontade do nada. Uma vez tendo dito sim ao instante, a afirmação é contagiosa. Ela explode numa cadeia de afirmações que não conhece limites. Dizer sim a um instante… é dizer sim a toda a existência.” – Waking Life

 3- O medo de reconhecer erros

Será que nos permitimos esquecer da nossa humanidade? O erro faz parte dos seres humanos, você sendo um deles, jamais estará livre de errar, então, qual é o mal de reconhece-los? Quem se amedronta com esta realidade está fadado ao sofrimento, ao desgaste físico e psíquico. Temer reconhecer seus erros é abdicar de todo potencial que poderia ser descoberto após transcendê-los. Defeitos, fragilidades, estupidez e incoerência nos formam e nos transformam continuamente. “O que vão pensar de mim se falar a verdade?”, “E agora? o que eu vou falar?”, “Não posso dizer que o erro foi meu”.

 “O maior erro na vida é o de ter sempre medo de errar.” – Elbert Hubbard

 4- O medo de correr riscos

“Eu queria mas…”, “E se acontecer…”, “Não sei se sou capaz de suportar se der errado”. E assim começa o plano que será abandonado rapidamente.

É certo que o medo é importante, no entanto, se este passar do limite, te impedirá de concluir qualquer desejo. Na vida, existem muitas barreiras a serem ultrapassadas, use-as como objetivos, não somente para alcançar suas vontades, mas para o seu crescimento pessoal.

Se você se identificou com uma, ou várias destas ciladas, está na hora de botar a mão na massa: Questione-se quando estes sentimentos e pensamentos surgirem. Procure fazer perguntar duras e objetivas a si mesmo: Com base em quais experiências eu estou pensando desta maneira? O que eu posso fazer para fazer diferente desta vez e atingir os meus objetivos? O que é possível fazer para controlar os meus medos e inseguranças? Escreva de forma manuscrita e observe as referencias que sua mente irá buscar para responder as perguntas. [Psiconlinews]

“Minha qualidade soberana é o domínio de mim. Mas ninguém tem maior necessidade dela que eu; ladeio sempre o abismo.” — Friedrich Wilhelm Nietzsche, in Vontade de Potência

 Por: Isadora Tabordes via http://www.equilibrioemvida.com/

Isadora Tabordes – Cofundadora e desenvolvedora do site Vida em Equilíbrio, estudante de Filosofia na Universidade Federal de Pelotas. Apaixonada por diversas áreas do conhecimento, com uma grande limitação para exatas


E você tem sabotado seus sonhos? Venha libertar sua mente e encontrar o sentido da vida!

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Aonde está você agora?

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Nós mudamos o nosso comportamento, quando a dor de permanecermos na mesma se torna maior do que a dor de mudar. – Henry Cloud

A Coach de vida e carreira Cris Repolês – uma frequentadora assídua de bons e instrutivos ensinamentos, além de cursos e treinamentos, – publicou um post no O Jornal da Fênix’ sobre  o trabalho desenvolvido pelo Coach Frederic Hudson, do Instituto Hudson de Santa Barbara.

Ao pesquisar sobre O Ciclo de Renovação,  compreendi que Hudson desenvolvera uma metáfora-teste (lembrando que a metáfora, no dizer de Henry Kimsey, nos proporciona imagens ricas para exploração e caso não resulte  em uma percepção precisa, sempre haverá um outro caminho) para fazer com que as pessoas possam perceber o seu estado atual, ou seja, “Aonde está você agora?”. Ele associa os estados que vivemos com as quatro estações do ano. Cada uma delas (verão, outono, inverno e primavera) representa um tempo e todas têm suas características determinantes.

1 – O verão (Fazendo acontecer¹) se fundamenta pela energia. O imenso sentimento de realização pode ser chamado de “Eu herói”. As realizações estão nesse momento do ciclo a todo vapor. Às vezes, o verão termina provocado por fatores externos e sem que se perceba a fonte que parecia inesgotável diminui. Como reagir ao fim dessa fase?
Talvez saber aceitar o fim da fase, criar novas estratégias, competências e atitudes e melhorar a administração de tempo e do stress seja uma boa forma de lidar com esse término repentino.
2 – A segunda e não menos importante fase é o outono (A paralisia¹). Esta estação se caracteriza pela paralisia e impotência. Parece que tudo foge ao controle. Sentimentos de desilusão e desencanto são frequente visitantes do “eu”. O conhecido “Eu morno” também tem uma forte presença nessa fase.
3 – A terceira fase é o inverno (A caverna¹), o período da reflexão e do recolhimento. É o momento em que se desenvolve um olhar para dentro de si mesmo e todos os questionamentos se fazem presente. As aptidões e os novos talentos surgem após reflexões intimas. E  querer seguir em frente após  ter refletido e redescoberto um novo propósito para a vida, pode significar o fim do inverno.
4 – A primavera (O despertar¹) – estação das flores e dos perfumes – é a quarta fase. Ela esta associada a novas conquistas (relacionamentos, amizades, amores) ou aprofundamento das existentes. Nesta fase as nossas ações são seletivas, aprendemos a ter prioridades. A automotivação é inevitável e constantes, pois estamos no máximo de nossa criatividade. Este é o momento da renovação e da coragem de permitir o fluir dos acontecimentos para a simplicidade.
E assim concluiu a Coach Cris Repolês a sua reflexão que aqui transcrevemos:
“O completar de todos os ciclos, é uma transição florescendo na forma de transformação em sua vida. Uma jornada gigantesca que realmente transforma a sua vida durante o processo.

Depois do ciclo completo, você volta para a fase inicial e começa a sonhar novamente para poder iniciar um novo ciclo de crescimento. Aonde está você agora???”

Faça o extraordinário acontecer!!!

(¹) Tradução livre dos nomes dos ciclos dado pela Coach Cris Repolês.

Email: Coach@CrisRepoles.com
Facebook: https://www.facebook.com/crisrepolesbiz
Marque sua sessão: http://www.calendly.com/coachcris
TXT / SMS: (424) 262-2458

Cada ciclo tem suas fases e cada fase suas características e em todas elas, encontramos pontos positivos para enriquecermos nossa caminhada na estrada da vida. Mas a pergunta que não quer calar é: O que você pode fazer para descobrir em que “fase”, “estágio”, ou momento você se encontra agora?
Pergunte-se como você está agindo atualmente, como se sente e como você se percebe. Vamos! Sai de dentro de você, vá em direção às nuvens e dessa posição, como expectador (3ª pessoa), observe suas ações, seus sentimentos, seus relacionamentos, enfim se perceba por completo. Quando fazemos isso, nos reconhecemos e criamos condições de identificarmos em qual estação nos encontramos. Ufa! é o  principiar do autodescobrimento… a busca infinita de nós por nós mesmos. É o princípio do “amar a si mesmo”.
Quando descobrimos realmente em que momento nós nos encontramos podemos reagir e entender melhor as situações que nos cercam… aumentando infinitamente nossas possibilidades de transformação e renovação.
The Dragon

E você já sabe em qual estação se encontra? Venha vamos descobrir!

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Dicas Transformadoras

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10 dicas transformadoras inspiradas na obra do grande poeta Rumi.

1 . Desafie o medo

Fuja do que é confortável. Esqueça a segurança. Viva no lugar onde você tem medo de viver. Destrua sua reputação. Seja notório.

2 . Seja corajoso

Não se contente com as histórias que vieram antes de você. Desvende seu próprio mito.

3. Seja grato

Use a gratidão como uma capa e ela preencherá todos os buracos de sua vida.

4 . Aja

Por que eu deveria ficar no fundo de um poço, se eu tenho uma corda forte em minhas mãos?

5. Tenha fé

À medida que você começar caminhar, aparece o caminho.

6. Abrace contratempos

Se você fica irritado com cada atrito, como você vai ser lapidado?

7. Olhe para dentro

A sua tarefa não é buscar o amor, mas apenas procurar e encontrar todas as barreiras dentro de si mesmo, que você construiu para se proteger contra o amor.

8. Aprenda com o sofrimento

A ferida é o lugar por onde a luz entra em você.

9. Não se preocupe com o que os outros pensam de você

Eu quero cantar como os pássaros cantam , não me preocupar com quem ouve ou o que eles pensam .

10. Faça o que você ama

Deixe-se ser atraído pela força pungente do que você realmente ama.

 Rumi

Postado no grupo Coração Feminino: O Despertar Conjunto

The Dragon


E você já se decidiu pela transformação? Venha! Vamos iniciar sua transformação.

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Nossa criança interior ferida

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Com certeza você já ouviu ou mesmo falou sobre uma criança interior que levamos guardada perto do coração. Também sabemos que é preciso dar-lhes vida para que sejam felizes. No entanto, tendemos a não dedicar muito tempo a essa criança, inclusive se ela foi ferida. Uma ferida que em algumas ocasiões ainda nos afeta…

O que aconteceu para que a criança dentro de você tenha se machucado? Em qual momento da vida você produziu essa “ruptura” que o marcou para sempre? E sobretudo, é possível tratar as feridas e curá-las de maneira permanente?

O evento “catalisador” de nossa criança interior

O que acontece quando essa criança interior sofre ou é ferida em algum momento da infância e que afeta nossas ações como homens e mulheres “de pleno direito”? Muitas são as teorias que tratam de explicar essa situação, uma delas é a que se denominou “evento catalisador”.

O “evento catalisador” é um fato que nos marcou a ferro e fogo, como se diz popularmente, e que forjou nossa personalidade. Basicamente acontece assim: desde que nascemos vivemos no que é conhecido como “continuidade confortável”, que permite a nossa sobrevivência e dá tudo o que precisamos (alimentos, carinho, abrigo, etc). No entanto, um dia algo nos muda para sempre e nos arranca a pontapés dessa “continuidade confortável”.

Na maioria dos casos esse evento está associado a uma emoção muito dolorosa como a morte, o medo, a separação, a desgraça, etc. Mas também algo exterior que pode parecer insignificante à primeira vista como uma palavra, uma atitude ou  uma decisão.

Quais feridas a sua criança interior carrega?

Um pai distante, uma mãe perfeccionista, um avô autoritário, uma família desfeita. A criança interior pode ser ferida por aquilo que marcou a sua infância. Carrega os traumas do passado e os transforma em padrões ou hábitos que marcam a vida adulta.

Para poder ter uma boa saúde emocional é preciso ajudar a nossa criança interior a curar suas feridas. Sim, cada uma delas e com total dedicação e responsabilidade. Não se trata de aplicar um curativo onde se necessita uma cirurgia, nem de minimizar um sintoma recorrente.

Posso curar a minha criança interior?

Para começar com o “tratamento” é importante que estejamos cientes de que estamos diante de uma criança ferida e que devemos criar um laço de amizade para que ela possa confiar em nós. Um filme que vem a mente para exemplificar a situação é “Jack”, protagonizado por Robin Williams, que se coloca na pele de uma criança que envelhece quatro vezes mais rápido do que o normal.

Num determinado momento do filme, Jack se esconde em um dos brinquedos do parque da escola. Sua professora (interpretada por Jennifer López) trata de tirar ele dali. Para conseguir isso, ela leva uns doces, mas apenas os de cor vermelha, que são os preferidos dele. Dessa maneira a “criança” começa a confiar nela, até o ponto de deixar seu esconderijo e dar uma oportunidade de tratar aquilo que o deixa mal.

Devemos fazer algo similar com a nossa criança interior que está ferida. Para que ela confie no adulto em que nos convertemos devemos oferecer-lhe o que necessita. Nunca com gritos, raiva ou ameaças… porque dessa forma não conseguiremos nada mais do que aumentar a ferida.

Se, por exemplo, a ferida foi causada porque seus pais não eram carinhosos com você, trate a sua criança interior com todo o amor do mundo. Se é por ter sido ignorado, mostre que você é mais importante, dê tempo e lhe atribua prioridade. Pouco a pouco a criança sairá do seu esconderijo e confiará em você…não perca essa oportunidade!

Fale com paciência, diga a ela que você sente muito pelo seu sofrimento e sobretudo que quer ajudar. Pergunte como ele está, de que maneira você pode lhe fazer feliz e se está disposto a fazer o esforço para que ambos alcancem o seu objetivo. Proponha diferentes atividades como sair para uma caminhada, ir à praia ou ver um filme.

Trate de integrar-lhe outra vez a sua vida, que ela tenha a oportunidade de desfrutar de tudo o que você construiu apesar de todas as dificuldades pelas quais passou. Trata-se de voltar a dar-lhe sua opinião, voto em suas decisões e, especialmente, trata-se de deixar que ela se divirta. E você com ela.

 Por: Yamila Papa via http://www.amenteemaravilhosa.com/

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Quais feridas interior sua criança interior carrega? Venha! Descobrir sua criança interior e curar-se.

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O riso me curou de mim…

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Frejat já dizia que “rir é bom”. Se é. Que se levante a teoria do alívio, que se liberem as endorfinas das vidas chatas, que não se aceite deixar de rir de quão ridículos somos com nossas piadas cheias de ausência de compaixão.

Se no decorrer da evolução a respiração ofegante se converteu em ha ha há como sugerem os cientistas, nós fomos longe: prolongamos este som, provocamos lágrimas e suor num esforço que desarma o ego, sentimos uma dor suportável num momento em que o prazer se expressa nitidamente. Alteramos nosso estado de espírito. Permitimos a leveza da alma.

Transitório e ilusório também é o riso fraco, aquele assim meio de lado, já saindo, indo embora e, louco pra ficar. Tão parecido com a letra da canção.

O meu riso é música e o seu pode ser uma sinfonia em dias melancólicos.

Que ele venha e toque sem ofensas e sem pudor. E surpreenda quando não estamos preparados.

Ah é este despreparo a melhor parte. Quando o corpo treme de repente e falamos a mesma língua sem dizer nada.

Por que não Sorrir mais? Chorar de rir mais? Por que não se permitir o entorpecimento da endorfina num corpo privado de prazeres nobres?

Que se estabeleça como dever diário: rir, despudoradamente, seja lá do que for.

O riso deveria ser matéria obrigatória de estudo. Atividade física vital.

A oração de todas as manhãs. A saudação primordial. A melhor música do play. O remédio usado sem restrições.

O riso é “a expressão de triunfo do cérebro”, disse um dia Chesperito.

Por isso, se o destino me permitir, quero morrer rindo. E ao morrer de rir, nascer para a vida.

Por: Kênia Casagrande via https://osegredo.com.br

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E VOCÊ O QUANTO ESTÁ SORRINDO DIARIAMENTE? VENHA VAMOS SORRIR!

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