Um julgamento… uma reflexão…

Julgamento

“Um garoto segurava em suas mãos duas maçãs. Seu pai se aproximou e lhe pediu com um belo sorriso: filho, você poderia dar uma de suas maçãs para o papai? O menino levanta os olhos para seu pai durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra. O pai sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ele tenta não mostrar sua decepção quando seu filho lhe dá uma de suas maçãs mordidas. O pequeno olha para seu pai com um sorriso de anjo e diz: É essa a mais doce, papai. “

Autor Desconhecido.


Julgamento é doença emocional!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras –  criamos uma teia de energias que nos aprisiona àquele que julgamos, pois tudo aquilo que conseguimos ver e perceber nos outros também nos pertence.

Julgamento cria barreiras!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – um muro se estabelece na convivência em razão do pensamos e sentimos a respeito do outro baseados em nossos preconceitos, limitações.

Julgamento é encontro com as próprias sombras!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – estamos compulsivamente fugindo de nós mesmo e projetando nos outros as imensas sombras que existe em nosso derredor e que muitas vezes ignoramos.

Julgamento é criação de realidade para entender a outra pessoa!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – criamos a nossa realidade acerca daquela pessoa para entendê-lá, mas não significa que a pessoa seja o que você entende.

Julgamento cria vinculações indesejáveis!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – estabelecemos em nós condições e bases emocionais que nos atam à pessoa julgada.

Julgamento é peso energético!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – estamos imantando o nosso magnetismo pessoal, a nossa aura, com parcela significativa dessa energia negativa.

Utilize o discernimento e a maturidade e:
Dê aos outros o privilégio de poder se explicar…
Dê a você a possibilidade de entender, confiar, acreditar e compreender…

E aqui fica a reflexão… Mesmo que a ação pareça errada, o motivo pode ser bom!

The Dragon


E você até quando fugirá de si mesmo julgando ao outro?

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Klau, The Dragon Coach.

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Caminhos para um bom relacionamento

tags presenteQuantos de nós aprendemos a criar relacionamentos verdadeiros baseados no amor?
Onde aprendemos? Com os nossos pais em casa? Com nossos professores na escola? Com os amigos pelos bares da vida? Ou simplesmente aprendemos no desenrolar dos pequenos namoros, das desilusões juvenis…
Aqui vão algumas dicas, que podem ajudar e muito a quem está começando a construção de um relacionamento:

É importante criar um ambiente de paz e segurança em que a confiança permita um compartilhamento de vida aberto e sem medo;
Para se criar esse ambiente é preciso saber silenciar a voz do orgulho e aprender a se desculpar quando necessário. Evite as discussões sem objetivos nobres e edificantes. Não ameace, não grite, converse com tranquilidade. Se estiver muito magoado pare por um minuto, saia, relaxe e reflita e busque o entendimento.
Lembre-se: o companheiro(a) não é o inimigo.

Passado é passado

Quais sentimentos te afligem durante uma crise, uma discussão com sua companheira(o)?
Pergunte a si mesmo: Existe algo do meu passado que está influenciando em como eu estou vendo a situação agora? Existe alguma magoa do passado que não foi resolvida?
Não permita que fatos passados, magoas mal resolvidas interfiram nos sentimentos da atualidade. Saiba diferenciar magoas, fatos e crenças passadas dos atuais sentimentos. Assim os conflitos serão reduzidos a questões insignificantes que serão resolvidas com uma conversa madura. È preciso colocar todos os “pingos nos is” antes de seguir adiante.

Conecte-se com as diferentes partes de si mesmo.

Nós somos uma individualidade estruturada em cima da razão – O “Eu razão” – e da emoção – O “EU coração” – que se aliam com O “EU Corpo” para formar o que somos. Permita-se ouvir a sinfonia de todo este ser. O que cada um diz? Some todas as falas, todas as observações, todas as expressões, todos os momentos e decida como um ser integral.
Não escute apenas a mente a dizer – “definitivamente devo deixá-la,” mas escute também o seu coração que está a dizer “Eu realmente sinto amor por ela.”
Deixe estas diferentes vozes ou partes de você co-existirem e conversarem uma com o outra. Desta forma, você vai encontrar uma resposta que vem do ser uno, integral.

Pratique a Compreensão

Não julgue. Seja compreensivo. O julgamento edifica muros que impedem o relacionamento de seguir em harmonia e equilíbrio. O julgamento fecha a porta do coração para a aceitação das diferenças. Seja indulgente e compreenda as diferenças. Coexista com as diferenças existente no relacionamento. Abra seu coração, sua mente para o entendimento através do diálogo edificante e construtivo. A compreensão proporcionará meios para que você passe a agir e não a reagir. Experimente!

Criando um “Nós”

“Eu + Você = Nós”, essa é a fórmula mais simples e a base para a construção de um relacionamento maduro e duradouro. Entender que somos únicos (Eu) e ao mesmo tempo parte (Eu + Você) na construção do relacionamento (Nós).
Em alguns momentos é preciso sacrificar parte do “Eu” e em outros parte do “Você”, lembrando da importância de se respeitar os limites de cada parte. Assim a edificação do “Nós” se solidifica e expande com respeito, amor e sucesso.

Diferenças e Mudanças

Diferenças no relacionamento existem e nem sempre são negativas, e é bom que existam estas diferenças. Seria muito monótono que tudo fosse igual entre os parceiros. As diferenças são convites ao exercício do amor e da compreensão. As diferenças devem ser utilizadas para aproximar. Elas são sempre um bom motivo para uma conversa de qualidade, mantendo a relação interessante e acesa.
As diferenças não devem ser utilizadas como motivos para tentar moldar o comportamento do companheiro. Ninguém muda ninguém. Pense nisso! A liberdade e o amor caminham juntos.
A mudança é individual, de dentro para fora, e cada um a realiza a seu tempo e modo.Seja gentil com si mesmo e com seu companheiro(a).
Lembre-se: a mudança leva tempo e é realizada sem saltos.

Comunicação é Essencial

Uma boa conversa acompanhada de compreensão, entendimento, e amor resolve infinitos problemas do relacionamento.
Inúmeras vezes interpretamos equivocadamente o comportamento da nossa companheira(o). Fantasiamos histórias em relação a fatos corriqueiros. Por exemplo: “Ela nem me deu boa noite, acho que não se importa mais comigo”; “Ela não quis me abraçar, ela não deve realmente me amar mais”. É necessário observar e interpretar corretamente com mais compreensão o que não está sendo dito além das palavras. O corpo, os gestos e as atitudes falam e muito.
Conversar sempre! Esse é o caminho para todas as perguntas e respostas. Não permita que o fantasma da interrogação corroa a sua relação. Conversem com sinceridade e amor e transformem o seu relacionamento.

Construa o futuro do seu relacionamento no hoje!

Tenha tempo para você e para o seu relacionamento. Alimente diariamente a sua relação. Hoje é o momento de você construir o alicerce que sustentará o relacionamento de amanhã.

Declare seu amor sem limites, sem vergonha e sem medos. Seja você mesmo e derrame seu amor sobre o relacionamento todos os dias.
Construa as vigas que sustentam a “ponte do relacionamento” todos os dias e todos os dias utilize essa ponte para amar e fazer crescer o amor.

Inspirado no texto “10 dicas para construir Relacionamentos Amorosos” | Crédito da Imagem “Surpresas para Namorados”

Klau Cordeiro


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Conheça o Ho’oponopono

O Ho’oponopono é uma técnica de cura havaiana que ajuda na limpeza das memórias emocionais negativas (dor, traumas, crenças limitantes e condicionamentos), que consciente ou inconscientemente afetam os nossos relacionamentos e principalmente a nossa vida. Este é um dos métodos que utilizo para me reencontrar com o equilíbrio e a paz interior. Baseia-se na ideia de que somos inteiramente responsáveis pela nossa realidade, pelas nossas atitudes.
Em havaiano, Ho’o significa “Causa”, e ponopono significa “perfeição”. As duas partículas, quando unidas na palavra Ho’oponopono, se referem à correção de um erro. Ou seja, mudança de uma condição/situação para melhor.

The Dragon


Venha! Conheça! Experimente! Você vai se surpreender!

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A Tinta Invisível do Prazer

 

O relacionamento a distância – namoro, noivado ou casamento – não precisa ser complicado e sem o sabor do desejo e da presença que colore os momentos. Bem sabemos disso, não é Phoenix?

Muitos dizem: Como manter um relacionamento assim…
Outros bradam: Vocês são loucos…
We (Dragon and Phoenix) respondemos: É, somos loucos…muito loucos…

E somos ainda mais loucos e geniais quando nos permitimos amar sem os limites do convencional e do tradicional, utilizando a tinta invisível da emoção que conduz a carruagem do prazer nos caminhos da ruptura da distância fisica.

Em tempos de tecnologia – Viber, WhatsApp, IMO, Skype – promovem a ruptura da distância facilitando o contato e assim nos permitindo colorir as páginas (do relacionamento a distância) no livro da vida com a tinta invisível do pensamento que nos permite sentir o toque, o cheiro e um prazer indescritível.

Este colorido só quem ama consegue enxergar. Só quem ama irá compreender. Só quem ama conseguirá sentir. Absolutamente é muita loucura em tanto prazer! Ou será muito prazer em tanta loucura? O que interessa… É simplesmente uma delícia de loucura prazerosa e prazerosa loucura.

As páginas do livro da vida podem ser escritas, coloridas, rasgadas, amassadas, picotadas… A escolha do que fazer, do como fazer, e porque fazer e se fazer, pertencem a cada um. We (Dragon and Phoenix) escolhemos escrever e colorir as páginas do nosso livro com a tinta invisível do prazer utilizando a caneta do amor. Como?

Através da beleza dos sonhos e da imaginação do Dragon conduzindo a Phoenix por caminhos que levam ao parque – entre árvores e lagos, que levam a praia – entre coqueiros, pedras e ondas, ao restaurante japonês – com uma divina barca de sushi, sashimi de salmão e salada sunomono, ao bar – com uma bela sinuca e muito chopp, ao carro – pequeno mas poderoso, o sofá – super macio e confortável, a parede – branca e escorregadia, a cozinha – com seu chão geladinho e repleta de frutas e com a sua bancada de mármore negro – tudo do tamanho exato, e assim, os caminhos vão surgindo diante da emoção cotidiana de amar.

Não importa – onde, quando, como – todos os caminhos conduzem ao local onde o prazer encontra seu apogeu na exuberância da paisagem observada pela janela de vidros transparentes (por onde os raios do sol da manhã ou os feixes de luz da lua banham a encantadora cama com sua colcha vermelha e de onde se visualiza o céu alaranjado no final de tarde e o rio azul refletindo as luzes intensas da grande metrópole) que compõem o finalizar desse caminho e que é colorida com as tintas invisíveis do amor pleno e intenso que nos fazem delirar de prazer ao sonharmos com o dia em que lá será o hoje, o amanhã e o sempre ninho aconchegante do Dragon e da Phoenix.

The Dragon


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Ser feliz ou ter razão?

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“Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais… E ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”

Autor desconhecido


 

O que é melhor? Ser feliz ou ter razão… Sempre vou optar por ser FELIZ – se certo ou errado – se melhor ou pior – que importa… A felicidade precisa ser conquistada, e assim vou construir todas as oportunidades de estar o mais próximo de ser feliz, incluindo o fato de nem sempre querer ter razão.

Fico pensando em quanto tempo e quanta energia se gasta para comprovar uma razão que nem sempre se tem ou se precisa ter.

Quantas e quantas vezes nós já deixamos passar situações, momentos e oportunidades de sermos felizes apenas por querermos ter razão e alimentamos o nosso orgulho, o nosso personalismo (“sei tudo”, “sou o melhor”). Talvez nem seja por nossa própria culpa, mas pelo que aprendemos como sendo o certo de se fazer, pelas crenças que criamos e cultivamos durante a vida.

E fica a pergunta: o que precisamos fazer?

Seguir a razão, escutando o diabinho no ombro que está sempre nos aconselhando com o orgulho e o ego na busca do “estarmos sempre com a razão”.

Seguir a emoção, escutando o anjinho no outro ombro que está sempre nos encostando no amor que conduz a gentileza, entendimento, compreensão e renuncia nos permitindo seguir em frente sem nos incomodarmos “se temos ou não razão”.

Que importa com quem ou onde está a razão…. (afinal, foi só uma questão de voltar e pegar a rota certa para chegar onde queriam e “serem felizes”) ela EXISTE (simples assim).

Eu faço e sempre farei a opção por ser feliz. E você que opção faz?

The Dragon


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A Lenda Egípcia do Peixinho Vermelho

 “Existe uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade.” – Albert Einsten

PeixinhoVermelho1

Na introdução do Livro Libertação, Emmanuel (psicografia de Chico Xavier) nos conta a estória (lenda egípcia) do Peixinho vermelho a qual contaremos ao sabor de nossas emoções.

No centro de um formoso jardim, havia um grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa.

Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de uma grade muito estreita.

Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam, plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça.

Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, o mais menosprezado de todos. Ele não conseguia pescar sequer a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso.

Não encontrando pouso no vastíssimo domicílio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar sobre outras alternativas com bastante interesse… e, após muito estudo e trabalho, encontrou a grade do escoadouro. E nesse momento, surgiu a grande oportunidade de MUDANÇA e juntamente surgiram muitas interrogações pipocando dentro da sua cabecinha:


Você está preparado para encarar essa oportunidade apresentada?

Qual a maior mudança que você está disposto a fazer?

O que te inspira a buscar essa mudança?

Porque você quer fazer essa mudança?

Qual sua disposição para a MUDANÇA?

Qual a melhor opção no momento: assumir os riscos da oportunidade ou permanecer onde está?


ESCOLHA … e o peixinho vermelho optou pela MUDANÇA.

Pronunciando votos renovadores, avançou otimista pelo rego d’água, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperança…

Em breve, alcançou o grande rio e fez inúmeros conhecimentos. Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando-lhe o mais fácil roteiro. Embevecido, contemplou sob as margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios e veículos, cabanas e arvoredos.

Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, ébrio com tantas novidades e ainda mais sedento de estudos.

De início, porém, fascinado pela paixão de observar, enfrentou em vários momentos dificuldades extremas.mas nunca desanimou, e com FÉ e ESPERANÇA, rogou proteção e as dificuldades que foram sendo superadas.

O pequeno viajante, AGRADECIDO e FELIZ, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.

As perguntas continuavam a aparecer para o peixinho:


Qual o volume da sua GRATIDÃO com a vida?

O que falta para você ser FELIZ?

Qual a influência da FÉ e ESPERANÇA nas suas ESCOLHAS?


Plenamente transformado em suas concepções do mundo, o peixinho passou a reparar as infinitas riquezas da vida.

Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando, ao se referir ao seu começo laborioso… se lembrou dos antigos companheiros que ainda viviam naquele mundinho do grande lago.

O peixinho pensou, pensou… e sentindo imensa compaixão ficou a questionar:

Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade?

Não seria nobre ampará-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?

O que você pensa sobre: 

ESCOLHA … e o peixinho vermelho não hesitou, quando optou pelo retorno para convidar os demais a  MUDANÇA.

Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida, atravessou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros.

Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos…

Ridicularizado, procurou, então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, um ser completamente entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse.

E o peixinho vermelho fez a todos o convite à MUDANÇA, mas alertou a todos das dificuldades que enfrentariam e do sacrifício que deveria ser feito inicialmente. Para prosseguirem com sucesso, todos precisariam emagrecer abstendo-se de devorar tantas larvas e vermes nas locas escuras, precisariam aprender a trabalhar e se tornarem dispostos a estudar tanto quanto fosse necessário à venturosa jornada. Para auxiliar seus companheiros durante a proposta transição, o peixinho se propôs a ser o guia (pois já havia trilhado esse caminho) facilitando a viagem da MUDANÇA rumo a FELICIDADE.

Qual sua disposição para enfrentar os sacrifícios da MUDANÇA? Perguntou aos seus companheiros…

Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho iniciou a sua viagem de retorno e instalou-se, definitivamente, no Palácio de Coral, aguardando o tempo.

Tempos depois, ouviu falar sobre pavorosa seca a se abater sobre as terras longínquas de onde saíra e pensou em seus companheiros e na oportunidade que deixaram para trás…


E você, Quem é?

O peixinho vermelho ávido de saber sempre buscando expandir os seus horizontes ou o velho rei de barbatanas  satisfeito e acomodado com o que tem sem buscar novos desafios?

E se vier a seca? Como anda a força que move a sua vida?


Você é o Peixinho Vermelho de toda transformação!

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