A distância de um momento!

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Não há como medir

A distância do momento.

Tão longe ficamos… e,

Não chegamos!

Nem fomos!

Há um lugar comum,

Um vazio… restou,

Uma saudade ficou.

 

Quero ouvir

Tuas histórias

Ainda não contadas

Então! Demoras

Um pouco mais…

 

Ocupa meu olhar

Com a tua imagem

Meu desejo

Com tua sensualidade

Minha boca

Com teu beijo.
Acabam-se as tintas,

Desbotam as cores

Da poesia a ser escrita,

No livro da vida.

Fica indiferente,

Então, volta!

Então, fica!

 

Não adie o que,

O tempo roubou,

O medo enterrou.

Seja meu verso perfeito

No risco do meu poema

Seja flor temporã

No outono que perdura.

Seja manhã clara

Entardecer na varanda

Seja o amor guardado

Pela eternidade de uma vida

Pelo tempo infinito de um beijo..
Então fica…

Simples assim!

The Dragon


Você é Momento de toda transformação!

Klau Cordeiro, The Dragon Coach

https://www.facebook.com/thedragoncoach

Telefone / WhatsApp: +55 (61) 99283-7346
e-mail: thedragoncoach@gmail.com

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Alimentando o amor!

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Várias vezes em minha vida me peguei olhando para o céu estrelado de alguma janela… e com os olhos marejados de lágrimas murmurava ao vento: Que saudade sinto de casa, quero ir embora para casa. Porque tanta saudade de uma casa que nem sei qual é?. Que loucura! Que saudade!

Durante muito tempo esqueci o que era o amor, esqueci que precisava amar para me sentir vivo. Por muito tempo vivi no meio de uma nuvem espessa acinzentada do conformismo e da monotonia de uma vida sem sabor, sem gosto. Esqueci que era necessário alimentar a vida com sabores de amor. Não existe relacionamento que perdure se não for alimentado com carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão… esses sabores inconfundíveis do amor.

Romântico, oras sempre fui romântico. Sempre gostei do molejo da paquera, da conquista, do namoro, da dança de rosto coladinho. Cantava em gesto e olhares o amor que sentia. As cartas de amor que escrevia eram inundadas de palavras que encantavam os olhos fazendo vibrar a alma de quem lia, porque eram escritas com o coração. E assim alimentava “os namoros” com os preciosos sabores do amor. De namoro em namoro acabei encontrando o caminho do casamento. No início da vida a dois tudo foram flores, os trajetos e os movimentos eram compartilhados. Aportaram no lar os filhos – dádivas de Deus. E assim nos primeiros anos o amor foi alimentado sem que precisássemos fazer muito esforço, era como jogar uma partida de Frescobol. Mas com o passar do tempo… a partida de Frescobol virou partida de Tênis

Porque? Não sei. O que aconteceu? Não sei. Enquanto estamos jogando não sabemos dar respostas.

Naquele momento apenas não sabia… tudo ficou cinza e não foi porque eu não acreditasse nos retoques das pinceladas que ajudam a reforçar o colorido – perdão, entendimento, recomeço. O colorido dos sabores apenas desapareceu e o relacionamento estacionou, faltou combustível. Talvez tenhamos esquecido de passar no “posto de gasolina da vida” para abastecer o tanque. Tramas do destino… quem sabe. Enfim, e a vida continua…

Sempre acreditei no amor, até mesmo quando imaginei que ele não existia mais. Mas eu nunca pensei em amar assim, ou te amar assim com tanta intensidade. Nunca imaginei que algum dia, eu pudesse sentir algo maior do que eu sempre fui capaz de sonhar, sentir e existir. Penso que, algumas vezes, somos simplesmente “idiotas”, estamos o tempo todo tentando controlar, estabelecer limites para tudo, inclusive para os sentimentos. É! “Idiotas!” É simples, para algumas coisas conseguimos estabelecer limites ou até mesmo controlá-las, então imaginamos poder fazer o mesmo para tudo. Mas quando se trata de sentimentos… podemos até tentar, mas isso não quer dizer que vamos conseguir controlar as emoções, é inevitável quando o amor resolve chegar e adentrar novamente seu ser.

Inevitável! Inevitavelmente ele foi chegando e entrando pela porta de nossa alma. Roubou toda a razão e por um minuto a trancafiou. Os lábios se encontraram num encaixe perfeito aquecendo o coração. Bum! E a faísca estava acessa sem permissão. Foi o suficiente para a explosão do “barco e sua ancora” e a ruptura da “gaiola de ferro”. E agora, o que fazer? Suspirar, engolir seco, correr, sorrir, gritar… novamente não sei. Estávamos livres! Libertos das paixões – prisões – que criamos para nós mesmos. Liberdade para ir sem medo. Mas me esqueci que não temos controle sobre as emoções e que a “alma permanece onde se encanta”.  E a minha alma se encantou pela sua alma, e o meu amor se enamorou do seu amor. E nossos corpos se descobriram na mais perfeita sintonia. Tudo se encaixava. Mais parecia uma orquestra a tocar a mais bela sinfonia de êxtase no palco do amor.

Ele foi crescendo aos poucos, mas de repente já era maior do que a minha imaginação alcançava. Era imenso e intenso. Gigante e expansivo. Não cabia mais somente em mim, e fui obrigado a abrir portas e janelas da minha alma, para que o amor se expandisse ainda mais e encontrasse a milhares de quilômetros o amor que timidamente, mas não menos intenso, se expandia da alma dela. E nesse encontro o amor transformou o EU e VOCÊ em NÓS.

Que loucura! Que saudade! Saudade do amor! Reencontro! Recomeço! Agora sei para onde ir. Encontrei minha casa no reencontro do amor com meu amor. Desde então quando olho para o céu estrelado… sinto meu pensamento fugir numa busca encantadora de momentos mágicos vividos e a serem vividos no pequenino e aconchegante apartamento. Todas as noite adentro em pensamento e percorro todo o seu interior – da cozinha, passando pela sala e chegando ao quarto – meus “olhos” a procuram no sofá, na banheira, no chuveiro, na cadeira, e acabam por a enxergar na cama, onde os nossos pensamentos se unem na arte de amar. E por falar em amar. Vamos tomar um café da manhã? Nutella, mel, torradas, suco de laranja, banana e morangos. Sempre um amanhecer repleto de sensações indescritíveis. Estou voltando pra casa… Que saudade! Que loucura!

E hoje eu me pergunto:

Será que o nosso amor pode ser considerado o “maior amor do mundo”?

Sinceramente, isso está muito próximo de acontecer. E assim penso porque tudo tem ficado tão pequeno ultimamente. Sempre sinto ele expandir. Quando o coração pulsa ele se expande. A medida que é vivenciado e alimentado ele cresce, cresce e cresce… e se continuar assim – cada dia sendo ainda mais alimentado – ele será em pouco tempo o maior do mundo.

Hoje entendo a importância de alimentarmos o relacionamento todos os dias com o combustível do amor. É necessário temperá-lo com os sabores do amor, caso contrário ele estaciona, fica parado, vai definhando até secar e morrer. Simplesmente se dissolve na poeira do tempo e na imensidão do espaço. Não podemos deixar tudo isso se perder, definhar, desaparecer apenas porque esquecemos de abastecer o veículo (relacionamento) com amor, deixamos de encher o tanque com os singelos sabores do amor – carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão – e tantos outros ainda mais suaves e gostosos.

Pensando bem. O que importa se ele pode ser considerado o “maior AMOR do mundo”. Importa mesmo é que seja sentido, admirado, ampliado e vivenciado como o maior AMOR do mundo. E só para dizer que não avisei antes… esse AMOR é e será sentido, admirado, ampliado e vivenciado sempre, sempre, sempre…


Hoje potencializo no dia-a-dia a minha capacidade de amar.

Toda oportunidade que tenho passo no posto de gasolina da vida – compreensão, respeito, carinho, ajuda, diálogo, incentivo, abraços e beijos, um singelo toque – e “encho o tanque”.

E o melhor de tudo é perceber que depois de um tempo vira rotina o comportamento de abastecer o relacionamento no “posto de gasolina da vida”. Passa a fazer parte de você, simplesmente incontrolável a manifestação do amor no dia a dia.

Qualquer pessoa pode aprender o caminho deste “posto de gasolina da vida” que enobrece e fortalece o relacionamento e a capacidade de amar.

Esse é o caminho que abre espaço para a construção de um relacionamento maduro, gratificante e repleto de felicidade.

The Dragon


E VOCÊ JÁ PASSOU NO "POSTO DE GASOLINA DA VIDA" HOJE? VAI! ENCHA SEU TANQUE.

Você é o maestro de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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Tênis ou Frescobol

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A Phoenix chegou com um sorriso radiante, irresistível. Trouxe junto um perfume enebriante de uma alma suave e doce.

O encantamento foi imediato. Meus olhar encontrou seu olhar. Nossas conversas se vestiam com a qualidade da emoção, da inteligência e das experiências vivenciadas. Nos abrimos em diálogos de confiança e esperança. Inacreditável! Tão pouco tempo e tanta abertura.

Tempo! Tempo! Apenas 10 dias! tempo suficiente para pintar os sonhos com a magia do possível e iluminar os caminhos com as luzes da realidade.

Tempo! Tempo! Apenas 10 dias! tempo suficiente para o reencontro de almas sedentas para redescobrir a arte de amar profundamente.

Desde então tudo se transformou. Nunca mais fui o mesmo. Novos pensamentos, novos ideais, novos sonhos e uma vontade de amar interminável. Criei asas (Nasceu o Dragon)… rompi as grades da gaiola… e voei… voei para dentro de mim mesmo, na busca de encontrar os caminhos que pudesse libertar todo o amor daquela mulher fantástica e maravilhosa (Phoenix renascida) que conheci e convidá-la a viver todo o seu desejo de amar e sonhar renascendo em meus braços para uma partida de frescobol.

Desde então tenho jogado Frescobol. Tênis… nunca mais…

The Dragon


 

Relacionamento, Tênis e Frescobol.

Depois de muito meditar sobre o assunto, conclui que os relacionamentos são de dois tipos: há os relacionamentos tipo Tênis e os relacionamentos tipo frescobol.

Os relacionamentos tipo Tênis são uma fonte de raiva, ressentimento e terminam sempre mal. Os relacionamentos tipo frescobol são uma fonte de alegria e tem chance de ter vida longa.

Explico-me:

Para começar uma afirmação de Nietzche, com a qual concordo plenamente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a Possibilidade de um casamento, cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: Você crê que seria capaz de conversar com esta pessoa até sua velhice? Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo, São aquelas construídas sobre a arte de conversar. “

Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E amantes inexperientes, agem contrariamente ao que pensam, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo …”

Barthes advertia: “Passada a primeira confissão, ‘eu te amo’ não quer dizer mais nada. É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética.

Recordo a sabedoria de Adélia Prado: “Erótica é a alma.”

O Tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E sua derrota se revela no erro seu, o outro foi Incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem uma noção exata do ponto fraco do seu adversário. E é justamente para aí que ele vai dirigir em sua cortada – palavra muito sugestiva — que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar.

O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente em um momento que o jogo não pode continuar mais, porque o adversário foi colocado fora do jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis, dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro POSSA, então, pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser um derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como uma ejaculação precoce; um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, vir e ir … E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância; começa-se tudo de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos …

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob uma forma de palavras …

Conversar é ficar batendo sonho prá cá, sonho prá lá …. Mas há casais que jogam como se jogassem tênis.

Ficam a espera do momento certo para uma cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão … O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no Frescobol é diferente, o sonho do outro é um brinquedo que DEVE ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que falar, ao outro, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor … Ninguém ganha, para que ganhem os dois.

E se deseja então, que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim.

Rubem Alves


 

E VOCÊ QUAL PARTIDA ESTÁ JOGANDO? TÊNIS OU FRESCOBOL? 
VENHA! APRENDER A JOGAR FRESCOBOL! JOGO ONDE A BOLA VAI, BOLA VEM - CRESCE O AMOR... NINGUÉM GANHA, PARA QUE GANHEM OS DOIS.

Você é o Jogador de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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Enfeitiçado pelo amor

il_340x270.360091357_2e4gO Que é o amor? O que é amar?

Amor é o presente, o passado e o futuro.
Amar a Phoenix é viver o hoje, transformando o ontem e planejando o amanhã.

Amor é sentimento que transforma.
Amar Phoenix é transformar os sonhos em realidade.

Amor é sentimento que cativa.
Amar Phoenix é cuidar, zelar e proteger.

Amor é sentimento que esclarece.
Amar Phoenix é não ter interrogações, dúvidas, é estar distante do medo.

Amor é um sentimento que compreende.
Amar Phoenix é transformar uma diferenças em ensinamentos.

Amor é um sentimento que nunca termina.
Amar Phoenix é construir laços, caminhando juntos, pela estrada da vida.

Amor é um sentimento que resisti.
Amar Phoenix é resistir a todas as tentações, desavenças, crises e invejas.

Amor é um sentimento que surpreende.
Amar Phoenix é ser presenteado todos os dias com um olhar, um sorriso, um simples beijo, um toque despretensioso.

Amor é um sentimento que revela.
Amar Phoenix é revelar todos os dias a essencialidade de si mesmo, é dizer o quanto tudo mudou desde que nos conhecemos, é não ter vergonha de demonstrar qualquer afeto.

Amor é um sentimento que liberta.
Amar Phoenix é ser livre, compartilhando e somando.

Amor é um sentimento que completa.
Amar Phoenix é ser completo, é viver por inteiro, é ter suprida as necessidades.

Amor é um sentimento que não abandona.
Amar Phoenix é estender as mãos, apoiar, contrariar, discutir mas nunca abandonar.

Amor é um sentimento que persiste.
Amar Phoenix é ressaltar a persistência e admirar toda a sua determinação e coragem.

Amor é um sentimento que escolhe.
Amar Phoenix é ter a liberdade de muitas escolhas e ainda assim, escolher permanecer.

Amor é um sentimento que permanece.
Amar Phoenix é permanecer no pensamento por todos os caminhos.

Amor é um sentimento que renuncia.
Amar Phoenix é renunciar ao egoísmo de amar somente a si mesmo.

Amor é um sentimento que decide.
Amar Phoenix é decisão fácil do coração e não uma opção do momento.

Amor é um sentimento que confia.
Amar Phoenix é confiar, é sentir e transmitir segurança.

Amor é um sentimento que compartilha.
Amar Phoenix é compartilhar os momentos, as lágrimas, as angústias, os medos, as realizações em conversas de indefinível valor.

Amor é um sentimento que nos faz feliz.
Amar Phoenix é acordar sorrindo, ainda extasiado, pelo simples fato de estar amando.

Amor é um sentimento que ENFEITIÇA…
Amar Phoenix é ser enfeitiçado pela eterna inocência da carona para o primeiro beijo, abraço, toque… e o momento único e inconfundível de eternizar o AMOR na arte de AMAR.
AMO Phoenix… AMO AMAR Phoenix!

The Dragon


Você é o Amor de toda transformação!
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A Tinta Invisível do Prazer

 

O relacionamento a distância – namoro, noivado ou casamento – não precisa ser complicado e sem o sabor do desejo e da presença que colore os momentos. Bem sabemos disso, não é Phoenix?

Muitos dizem: Como manter um relacionamento assim…
Outros bradam: Vocês são loucos…
We (Dragon and Phoenix) respondemos: É, somos loucos…muito loucos…

E somos ainda mais loucos e geniais quando nos permitimos amar sem os limites do convencional e do tradicional, utilizando a tinta invisível da emoção que conduz a carruagem do prazer nos caminhos da ruptura da distância fisica.

Em tempos de tecnologia – Viber, WhatsApp, IMO, Skype – promovem a ruptura da distância facilitando o contato e assim nos permitindo colorir as páginas (do relacionamento a distância) no livro da vida com a tinta invisível do pensamento que nos permite sentir o toque, o cheiro e um prazer indescritível.

Este colorido só quem ama consegue enxergar. Só quem ama irá compreender. Só quem ama conseguirá sentir. Absolutamente é muita loucura em tanto prazer! Ou será muito prazer em tanta loucura? O que interessa… É simplesmente uma delícia de loucura prazerosa e prazerosa loucura.

As páginas do livro da vida podem ser escritas, coloridas, rasgadas, amassadas, picotadas… A escolha do que fazer, do como fazer, e porque fazer e se fazer, pertencem a cada um. We (Dragon and Phoenix) escolhemos escrever e colorir as páginas do nosso livro com a tinta invisível do prazer utilizando a caneta do amor. Como?

Através da beleza dos sonhos e da imaginação do Dragon conduzindo a Phoenix por caminhos que levam ao parque – entre árvores e lagos, que levam a praia – entre coqueiros, pedras e ondas, ao restaurante japonês – com uma divina barca de sushi, sashimi de salmão e salada sunomono, ao bar – com uma bela sinuca e muito chopp, ao carro – pequeno mas poderoso, o sofá – super macio e confortável, a parede – branca e escorregadia, a cozinha – com seu chão geladinho e repleta de frutas e com a sua bancada de mármore negro – tudo do tamanho exato, e assim, os caminhos vão surgindo diante da emoção cotidiana de amar.

Não importa – onde, quando, como – todos os caminhos conduzem ao local onde o prazer encontra seu apogeu na exuberância da paisagem observada pela janela de vidros transparentes (por onde os raios do sol da manhã ou os feixes de luz da lua banham a encantadora cama com sua colcha vermelha e de onde se visualiza o céu alaranjado no final de tarde e o rio azul refletindo as luzes intensas da grande metrópole) que compõem o finalizar desse caminho e que é colorida com as tintas invisíveis do amor pleno e intenso que nos fazem delirar de prazer ao sonharmos com o dia em que lá será o hoje, o amanhã e o sempre ninho aconchegante do Dragon e da Phoenix.

The Dragon


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