Sempre Inteiro

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A Terra, pequeno ponto azul na imensidão do Universo, é uma grande escola – para o eterno aprendizado -, um fabuloso teatro – para a grande apresentação -, uma incrível orquestra – para a sublime sinfonia -,  e nós somos os aprendizes, os artistas e os músicos que através da “Majestosa Vida” temos a oportunidade de compartilhar a inteireza do ser no encontro da felicidade.

Para que nossas relações, sejam quais forem, possam florescer na felicidade, encantar o coração com amor, precisamos nos fazer inteiros, nos compreender inteiros, mesmo que repletos de cicatrizes na alma e medos intensos no coração.

Para termos um relacionamento solidificado no amor, precisamos edificar primeiramente o amor em nós mesmos, sendo inteiro no amar, caso contrário seremos apenas sombras no amor do outro.

Para construirmos um relacionamento feliz, necessitamos ser felizes sozinhos em primeiro plano, caso contrário seremos apenas sombras na felicidade alheia.

Uma relação não é feita de metades. Quando somos metades, não conseguimos saber qual a diferença entre amor e paixão, amor e desejo, amor e amizade, amor e interesse. Mas, quando somos inteiros a paixão se transforma em amor, o desejo se perde no amor, a amizade consolida o amor e o interesse se esvai para o amar sem limites.

Simples assim! Metade… é apenas metade de si mesmo. Metade… é apenas sombra no relacionamento.

Somos seres inteiros e precisamos encontrar outros seres inteiros para que possamos viver uma relação plena, extasiante em todos os sentidos.

Um relacionamento que envolve seres completos – na busca da plenitude pessoal – , há uma vibração positiva, uma interação harmoniosa em todos os sentidos, humano, espiritual e físico.

Não se contente em ser metade, nem permita que o outro assim o seja. Vamos lá! Auxilie-o a ter suas próprias asas, a ser completo, caso contrário o voo será sempre pequeno e sem brilho. Se permanecerem sendo metades não conseguiram voar além dos sonhos para visualizar o magnífico esplendor do amor que aquece a vida.

Seja inteiro, seja pleno, seja intenso… e abrace com energia, beije profundamente, ame intensamente e viva na completude da própria vida.

Um ser inteiro – não trai – respeita seu relacionamento, porque está bem consigo e não tem “sombras insatisfeitas” comandando seu íntimo.

Um ser inteiro – não machuca – cuida do relacionamento, porque está bem consigo e sabe quanto é árduo e longo o caminho da cura.

Um ser inteiro – ama e deixa-se ser amado – sem medos, sem sombras, sem meias verdades, e se der medo, segue com medo mesmo!

Então, não se permita ser metade, nem mesmo de você mesmo, e muito menos de outro ser!

The Dragon


E VOCÊ É INTEIRO EM SEUS RELACIONAMENTOS?

Você é a Inteireza de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

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O contrário do amor não é o ódio, e sim a indiferença

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A indiferença chega a um relacionamento amoroso de forma suave, mas implacável. É um silêncio amargo onde habita a incerteza, a nostalgia do que antes era cotidiano e cúmplice e que agora faz falta. Porque o contrário do amor não é o ódio, e sim esse sentimento capaz de nos quebrar em mil fragmentos chamado de indiferença.

Os relacionamentos “morrem” por muitas razões; sabemos disso e não há dúvida de que todas implicam uma grande carga de sofrimento para a qual ninguém está preparado. Contudo, poderíamos dizer que é precisamente esse vazio, essa atitude passiva e fria da outra pessoa com relação a nós mesmos o que costuma criar mais desespero e ansiedade.

O amor costuma ter três inimigos: a indiferença, que nos tira o ânimo pouco a pouco, a indecisão que nos impede de avançar, e a frustração que acaba com tudo em um segundo.

Cada um de nós pode reagir de uma forma diante a uma rejeição ou uma traição, mas… Como enfrentar o vazio emocional da indiferença? Não é fácil, por isso sempre procuramos encontrar uma razão, um porquê desse distanciamento afetivo, embora na verdade nem sempre exista um motivo para o fim do amor. Ele se sufoca como um sol crepuscular que fica sem vitalidade…

A indiferença traz sérios efeitos colaterais

A saúde de um casal, como todo ser vivo que precisa de alimento vital, precisa reforçar a sua estrutura, o seu relacionamento. Tudo isso por meio desses rituais cotidianos cheios de cumplicidade, nos quais se encontram os gestos que nos conectam, as palavras que nos levantam, as carícias que nos reconhecem e espaços comuns habitados por uma proximidade física e emocional necessária.

Agora, às vezes, quase sem saber por quê, fazemos uso do silêncio ou da não intervenção delegando ao outro para que o faça, diga ou aja. Começamos a dar por certos os sentimentos e inclusive as respostas a perguntas que já não mais fazemos. Pouco a pouco as pequenas coisas passam a ter prioridade e os aspectos principais ficam descuidados.

Se vamos falar de um especialista em relacionamentos amorosos, é quase inevitável não falar de John Gottman e a sua teoria dos “4 cavaleiros do apocalipse” sobre as razões que levam um casal para o abismo do distanciamento.

Você não vai estranhar saber que entre estes pilares, além das críticas, o desprezo e a atitude defensiva, está também “a indiferença”, essa conduta evasiva que olha para o outro lado e que cria grandes abismos de incertezas. Tudo isso, todo esse vazio emocional e frieza afetiva gera sérias conseqüências que devemos conhecer.

Conseqüências psicológicas da indiferença

Quais são as conseqüências a nível psicológico da indiferença?

  • A atitude indiferente do nosso cônjuge gera, acima de tudo, desnorteamento e medo. O amor entre duas pessoas precisa da segurança de certos afetos e certos costumes com os quais sustentar o próprio vínculo.
  • Quando nossas expectativas sobre esse vínculo deixam de ser atingidas, aparecerão a incerteza e a inquietude. Duas dimensões frente as quais o cérebro irá reagir com estresse e ansiedade emocional.
  • Quando deixamos de receber essa retroalimentação emocional, esse intercâmbio sutil e perfeito onde as respostas do outro nos reafirmam e fortalecem, ficamos “paralisados”. Nos mantemos à espera, aguardando que a situação mude, uma coisa tão desgastante quanto destrutiva.
  • Se cometemos o erro de interpretar a indiferença como uma coisa que “nós mesmos provocamos”, perdemos ainda mais o controle da situação. A autoestima cai e chegamos a uma estado de impotência muito perigoso.

Como enfrentar o vazio emocional

  • Um relacionamento amoroso se mantém sempre e quando existir satisfação pessoal ao mesmo tempo que reciprocidade. Se nos sentimos bem, seremos capazes de investir no outro porque damos o mesmo que recebemos.
  • No momento em que esse círculo harmonioso de reciprocidade se quebra, afeta imediatamente a qualidade do compromisso, a paixão e a intimidade.
  • Em um casal, basta que um seja indiferente para causar o sofrimento. De nada vale esperar que as coisas melhorem, de nada serve criar falsas esperanças. É preciso agir.

Às vezes basta fazer pequenas mudanças, chegar a acordos para quebrar a rotina na qual caem os relacionamentos de vez em quando. Qualquer esforço para salvar o relacionamento é válido. Contudo, se formos plenamente conscientes de que não existe amor ou de que essa situação traz mais sofrimento do que felicidade, será preciso colocar distância.

Não vale a pena ser cativo do desamor, dos sonhos abandonados de dois estranhos que deram de tudo e que no fim das contas esse tudo deu em nada. A indiferença dói e nos tira do rumo, mas o tempo a cura sempre e quando formos corajosos para nos afastarmos quando ela chegar, quando ainda formos capazes de lembrar que precisamos cuidar de nós mesmos.

Por: Valéria Amado  Via http://amenteemaravilhosa.com.br/


E você tem sido indiferente em seu relacionamento? 

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Tempo e Relacionamento

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“Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado”. – (via acessa.com)

Conheça histórias de relacionamentos e a explicação da psicologia para se casar rápido ou com planejamento

Amor, amor, amor! Uma das palavras mais desejadas, mais conceituadas e menos entendida. E quando a reflexão sobre esse assunto tão polêmico entra como uma variável do casamento, pode ser que as definições se compliquem ainda mais.

Mesmo em um mundo em constante transformação, ele continua sendo o tempero mais requisitado para a receita de um relacionamento ou casamento bem sucedido. E no mexer das panelas, há quem cozinhe uns, que queime outros, que coloque a pressão para funcionar.

Cada um vive intensidades e relacionamentos diferentes. E é por esse motivo que há aquele que encontra a sua hora certa de chegar ao altar e dizer o sim mais famoso da vida. Há quem case logo, que demore anos, ou que desista da história de tanto tempo por uma figura que acaba de conhecer.

Não existe “receita de bolo” para um casamento bem sucedido. Pelo menos no que diz respeito ao tempo de namoro e de conhecimento dos noivos. Essa é a afirmação da da psicóloga Carla Queiróz . Tanto um relacionamento bem planejado como um amor construído rapidamente possuem grandes chances de dar certo.

“A única coisa é quem pensa em se casar com poucos meses de namoro tem que ter em mente que precisa estar mais atenta com a pessoa que convive. Você tem quer saber que a sua experiência com ela não te permitiu um conhecimento verdadeiro. Mas, quanto a dar certo, só ao futuro pertence”, acredita a psicóloga.

No entanto, é preciso saber diferenciar amor de paixão, para não fazer do impulso inicial de um relacionamento, a certeza de que aquela pessoa é o homem ou a mulher da sua vida. “Que um casamento pode dar certo depois de um namoro de três meses pode, mas dá porque aquela paixão fulminante se transformou em amor”, comenta.

De acordo com a psicóloga ninguém consegue viver só no estado de paixão, o próprio corpo tende a fazer esse sentimento se acalmar. E que, muitas pessoas só descobrem que a paixão acabou e que não conseguiu se transformar em outro sentimento depois que estão casadas. Aí está o problema.

E na dificuldade de se entender o que é amor e o que é paixão, e qual daqueles sentimentos se quer pra vida é que reside o problema ou a solução de muitos casais. Samantha Bueno e Leonardo Soares (foto abaixo) fizeram da dúvida uma solução: se apoiaram no companheirismo e na calmaria do relacionamento pra se casarem depois de mais de seis anos de namoro.

Os dois se conheceram ainda na faculdade e sempre foram companheiros para tudo. Tiveram desavenças e dúvidas sim, como destaca Leonardo, mas sempre optaram por pensar que qualquer outro novo relacionamento, apesar de parecer interessante e atrativo, era realmente só uma paixão.

“É claro que eu já pensei em ficar com outras pessoas, e que já até pensei em me envolver. Mas apesar de parecer que era bom, optei por me concetrar na Samantha. O novo sempre aparenta ser bom, porque tem aquele gosto de paixão que eu tive no ínicio do meu relacionamento com a minha esposa. Mas eu soube enteder que calmo não era ruim, e hoje estou feliz”.

A psicóloga Carla Queiróz comenta a naturalidade que existe em toda a história de Leonardo: é comum que as pessoas pensem que outro relacionamento pode ser mais interessante que o que já tem muitos anos, é natural que o sentimento de quem namora há muito tempo seja mais calmo e mais concentrado e que esteja longe da agitação dos primeiros meses da paixão. Mas o “natural” pode ser entendido de duas formas, e aí está a decisão particular de cada um: continuar com o relacionamento longo ou embarcar em um novo.

Leonardo valorizou escolher tudo que tinha vivido com Samantha, mas há muitos histórias que quem, na dúvida, optou por outra coisa. E assim como a complexa história da definição do amor, há aqueles que se dão bem e os que se dão mal.

Quando o tempo se confunde com comodismo

Amor é amor. Paixão é diferente. O fato é que muitas pessoas também se apoiam nessa definição e continuam com seus parceiros por muito tempo, mesmo sabendo que as coisas não andam assim tão bem.

Para a psicóloga, é preciso estar atento. Porque para ser feliz não dá pra confundir as duas coisas. Carla ressalta que essa dúvida acontece mais quando as pessoas não são tão intensas em todas as áreas da vida.“Se a pessoa tem um perfil mais acomodado confunde mesmo”.

Carla explica que é preciso saber que o sentimento se modificou. Mas também é preciso reconhecer o sentimento “homem/mulher” na relação. Seja ele amor ou encantamento, o nome que se queira dar a “bem querência” não importa. E para reconhecer isso, a profissional dá uma dica, sempre ressaltando que nesse tipo de assunto, cada caso é um caso:

“Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado”.

E se você descobrir que seu namoro ou noivado realmente se tranformou em amizade, não tenha medo. Coragem é palavra de ordem nesse momento, até mesmo pra assumir, que mesmo não sendo mais pra você aquela pessoa, você tem sentimentos de posse que podem se confundir com gostar.

Quando o tempo é o menor detalhe

Érica Santana e André Brício (foto) são exemplos de como tempo não é “documento” para a decisão do casamento. Eles são de Juiz de Fora, mas não se conheceram aqui. Foi depois de uma excursão para um parque aquático no estado de São Paulo, que eles, sentandos lado a lado no ônibus, ficaram sabendo um pouco mais sobre a vida do outro.

Os dois conversaram durante as oito horas de viagem e se apaixonaram. Chegaram no destino já andando de mãos dadas e acreditando em um futuro juntos. Érica conta que nunca imaginou casar cedo. Pelo contrário, já que vinha de um relacionamento de quatro anos, que acabou não se concretizando exatamente por ela achar que a “hora do sim” era precipitada.

Não deu certo com o namoro de anos, mas meses depois lá estava André:”parceiro, amigo e amante”, como ela mesmo define. “Começamos a conviver e depois de um certo tempo eu já não conseguia mais ficar longe dele. Queria dormir, acordar, comer, sair. Tudo junto. Concluímos com isso que o mais correto seria o casamento”.

A família de Érica foi contra, apesar de hoje ser apaixonada pelo novo membro da família. A mãe vivia dizendo que tudo aconteceu muito rápido e que a filha nem conhecia o futuro marido. “E não conhecia mesmo, namoramos só quatro meses antes de casar”, complementa a hoje estudante, justificando que o que sentiu pelo noivo foi realmente um sentimento diferente do que conhecia como amor.

Histórias como a de Érica e André são mais que comuns, como comenta a psicóloga Carla Queiróz. Pessoas diferentes, vivem relacionamentos e intesidades diferentes de amor e paixão. Dessa forma, é comum que algumas queiram se casar rapidamente.“Isso é uma particularidade de cada um, assim como há os que são aflitos, nervosos ou qualquer outra coisa”. E só ao futuro pertence as chances desse relacionamento dar certo ou não.

Há também muitos casos de pessoas que nem são tão intensas assim, e que acabam se casando rápido. A maioria delas, vindas de relacionamento duradouros que acabaram se transformando em amizade. Se você conhece ou vive uma situação dessas, lá vai a explicação da psicologia:

Quando uma pessoa vem de um relacionamento de anos, que padecia de algum problema, sempre tende a viver mais intensamente um novo. “É como se a pessoa estivesse com carinhos e carências incubadas, e quando vive uma coisa nova, dá total vasão a isso. O resultado: acaba casando por se sentir completa, mesmo com pouco tempo de namoro….

Com pouco ou muito tempo, o certo é que se discute amor desde os tempos de Sócrates. E como resume a psicóloga: “todas essas histórias são ilustrativas, e sempre tenho personagens delas aqui no meu consultório. O que não se pode perder de vista é que o mais importante da vida é buscar a felicidade”.

Fonte: acessa.com em http://www.acessa.com/mulher/arquivo/eles/2006/03/22-casais/


E você tem buscado a felicidade em seu relacionamento? Venha ser feliz!

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Alimentando o amor!

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Várias vezes em minha vida me peguei olhando para o céu estrelado de alguma janela… e com os olhos marejados de lágrimas murmurava ao vento: Que saudade sinto de casa, quero ir embora para casa. Porque tanta saudade de uma casa que nem sei qual é?. Que loucura! Que saudade!

Durante muito tempo esqueci o que era o amor, esqueci que precisava amar para me sentir vivo. Por muito tempo vivi no meio de uma nuvem espessa acinzentada do conformismo e da monotonia de uma vida sem sabor, sem gosto. Esqueci que era necessário alimentar a vida com sabores de amor. Não existe relacionamento que perdure se não for alimentado com carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão… esses sabores inconfundíveis do amor.

Romântico, oras sempre fui romântico. Sempre gostei do molejo da paquera, da conquista, do namoro, da dança de rosto coladinho. Cantava em gesto e olhares o amor que sentia. As cartas de amor que escrevia eram inundadas de palavras que encantavam os olhos fazendo vibrar a alma de quem lia, porque eram escritas com o coração. E assim alimentava “os namoros” com os preciosos sabores do amor. De namoro em namoro acabei encontrando o caminho do casamento. No início da vida a dois tudo foram flores, os trajetos e os movimentos eram compartilhados. Aportaram no lar os filhos – dádivas de Deus. E assim nos primeiros anos o amor foi alimentado sem que precisássemos fazer muito esforço, era como jogar uma partida de Frescobol. Mas com o passar do tempo… a partida de Frescobol virou partida de Tênis

Porque? Não sei. O que aconteceu? Não sei. Enquanto estamos jogando não sabemos dar respostas.

Naquele momento apenas não sabia… tudo ficou cinza e não foi porque eu não acreditasse nos retoques das pinceladas que ajudam a reforçar o colorido – perdão, entendimento, recomeço. O colorido dos sabores apenas desapareceu e o relacionamento estacionou, faltou combustível. Talvez tenhamos esquecido de passar no “posto de gasolina da vida” para abastecer o tanque. Tramas do destino… quem sabe. Enfim, e a vida continua…

Sempre acreditei no amor, até mesmo quando imaginei que ele não existia mais. Mas eu nunca pensei em amar assim, ou te amar assim com tanta intensidade. Nunca imaginei que algum dia, eu pudesse sentir algo maior do que eu sempre fui capaz de sonhar, sentir e existir. Penso que, algumas vezes, somos simplesmente “idiotas”, estamos o tempo todo tentando controlar, estabelecer limites para tudo, inclusive para os sentimentos. É! “Idiotas!” É simples, para algumas coisas conseguimos estabelecer limites ou até mesmo controlá-las, então imaginamos poder fazer o mesmo para tudo. Mas quando se trata de sentimentos… podemos até tentar, mas isso não quer dizer que vamos conseguir controlar as emoções, é inevitável quando o amor resolve chegar e adentrar novamente seu ser.

Inevitável! Inevitavelmente ele foi chegando e entrando pela porta de nossa alma. Roubou toda a razão e por um minuto a trancafiou. Os lábios se encontraram num encaixe perfeito aquecendo o coração. Bum! E a faísca estava acessa sem permissão. Foi o suficiente para a explosão do “barco e sua ancora” e a ruptura da “gaiola de ferro”. E agora, o que fazer? Suspirar, engolir seco, correr, sorrir, gritar… novamente não sei. Estávamos livres! Libertos das paixões – prisões – que criamos para nós mesmos. Liberdade para ir sem medo. Mas me esqueci que não temos controle sobre as emoções e que a “alma permanece onde se encanta”.  E a minha alma se encantou pela sua alma, e o meu amor se enamorou do seu amor. E nossos corpos se descobriram na mais perfeita sintonia. Tudo se encaixava. Mais parecia uma orquestra a tocar a mais bela sinfonia de êxtase no palco do amor.

Ele foi crescendo aos poucos, mas de repente já era maior do que a minha imaginação alcançava. Era imenso e intenso. Gigante e expansivo. Não cabia mais somente em mim, e fui obrigado a abrir portas e janelas da minha alma, para que o amor se expandisse ainda mais e encontrasse a milhares de quilômetros o amor que timidamente, mas não menos intenso, se expandia da alma dela. E nesse encontro o amor transformou o EU e VOCÊ em NÓS.

Que loucura! Que saudade! Saudade do amor! Reencontro! Recomeço! Agora sei para onde ir. Encontrei minha casa no reencontro do amor com meu amor. Desde então quando olho para o céu estrelado… sinto meu pensamento fugir numa busca encantadora de momentos mágicos vividos e a serem vividos no pequenino e aconchegante apartamento. Todas as noite adentro em pensamento e percorro todo o seu interior – da cozinha, passando pela sala e chegando ao quarto – meus “olhos” a procuram no sofá, na banheira, no chuveiro, na cadeira, e acabam por a enxergar na cama, onde os nossos pensamentos se unem na arte de amar. E por falar em amar. Vamos tomar um café da manhã? Nutella, mel, torradas, suco de laranja, banana e morangos. Sempre um amanhecer repleto de sensações indescritíveis. Estou voltando pra casa… Que saudade! Que loucura!

E hoje eu me pergunto:

Será que o nosso amor pode ser considerado o “maior amor do mundo”?

Sinceramente, isso está muito próximo de acontecer. E assim penso porque tudo tem ficado tão pequeno ultimamente. Sempre sinto ele expandir. Quando o coração pulsa ele se expande. A medida que é vivenciado e alimentado ele cresce, cresce e cresce… e se continuar assim – cada dia sendo ainda mais alimentado – ele será em pouco tempo o maior do mundo.

Hoje entendo a importância de alimentarmos o relacionamento todos os dias com o combustível do amor. É necessário temperá-lo com os sabores do amor, caso contrário ele estaciona, fica parado, vai definhando até secar e morrer. Simplesmente se dissolve na poeira do tempo e na imensidão do espaço. Não podemos deixar tudo isso se perder, definhar, desaparecer apenas porque esquecemos de abastecer o veículo (relacionamento) com amor, deixamos de encher o tanque com os singelos sabores do amor – carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão – e tantos outros ainda mais suaves e gostosos.

Pensando bem. O que importa se ele pode ser considerado o “maior AMOR do mundo”. Importa mesmo é que seja sentido, admirado, ampliado e vivenciado como o maior AMOR do mundo. E só para dizer que não avisei antes… esse AMOR é e será sentido, admirado, ampliado e vivenciado sempre, sempre, sempre…


Hoje potencializo no dia-a-dia a minha capacidade de amar.

Toda oportunidade que tenho passo no posto de gasolina da vida – compreensão, respeito, carinho, ajuda, diálogo, incentivo, abraços e beijos, um singelo toque – e “encho o tanque”.

E o melhor de tudo é perceber que depois de um tempo vira rotina o comportamento de abastecer o relacionamento no “posto de gasolina da vida”. Passa a fazer parte de você, simplesmente incontrolável a manifestação do amor no dia a dia.

Qualquer pessoa pode aprender o caminho deste “posto de gasolina da vida” que enobrece e fortalece o relacionamento e a capacidade de amar.

Esse é o caminho que abre espaço para a construção de um relacionamento maduro, gratificante e repleto de felicidade.

The Dragon


E VOCÊ JÁ PASSOU NO "POSTO DE GASOLINA DA VIDA" HOJE? VAI! ENCHA SEU TANQUE.

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Bodas de Vinho – Amor e Diálogo

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Aquele simpático casal de olhos vivos e mente lúcida, acostumados a fortes emoções, acordou naquela manhã, com uma sensação nunca antes sentida. Afinal de contas estavam completando setenta anos de união. Ora, ora não são sete dias… são aproximadamente 25.700 dias caminhando na mesma estrada chamada casamento.

Haviam envelhecido juntos. Um cuidando do outro. Construíram uma história de vida. Inúmeras lembranças se somavam em suas mentes.

Os momentos de descoberta e encantamento dos primeiros momentos do namoro – na escola, na igreja, na varanda, as serenatas – o pedido de casamento incomum, os momentos de luta e construção dos primeiros anos de vida a dois, a felicidade com a chegada do primeiro filho, as dificuldades com o crescer da família, as dores com perdas irreparáveis (oh! filha… oh! filho…) – “… e o coração chora embora os lábios estejam a sorrir…” – os acertos e desacertos, os netos, bisnetos e quiça tataranetos.

E ali sentados à mesa para o café, eles se entreolhavam apaixonadamente. De mãos dadas podiam sentir e compartilhar os mesmos pensamentos sem um única palavra. Os pensamentos fluíam de forma tão intensa e natural pela mente daquele “jovem-velho casal” que tudo parecia ter começado ontem.

E antes que  eles iniciassem o café a dois como faziam a setenta anos, ele sussurrou, bem fora do contexto de toda história, mas com uma significativa emoção: “…tá no peito aqui oh! Não é aliança. É essa beleza aqui..que tá aqui (batendo no peito do lado esquerdo do coração). Ela olhou profundamente em seus olhos e como a escutar-lhe a alma falando no amor sorriu gostosamente e…

Ela serviu-lhe a xícara de café, tomou a fatia de pão, retirou o miolo e passou a manteiga na casca do pão. Quando ia colocar o miolo de pão no prato dele e a casca no seu prato, pensou:

Durante cinquenta anos, todas as manhãs, dei a ele o miolo do pão, e fiquei com a parte mais gostosa, a casca recheada de manteiga.  Mas hoje eu vou fazer diferente. Vou comer a parte mais macia e servir a ele a mais gostosa – a casca recheada de manteiga. Vou fazer diferente. 

Então, depois de setenta anos comendo a casca do pão, fez diferente naquela manhã tão especial e estendeu para o marido a casca do pão ficando com a parte mais macia. Ele a apanhou, sorriu e falou com entusiasmo:

Obrigado por este presente. Durante todos esses anos, sempre quis comer a casca do pão. No entanto, como você gostava tanto, eu nunca tive coragem de pedir a você.

Terminado o café, o diálogo continuou por alguns minutos como nas últimas 25.700 manhãs.

Redação de Klau, The dragon Coach com base no texto Amor em silêncio, de autoria ignorada


Vida! O que é a vida? Ah!!! a vida é um constante diálogo de amor.

Amor! E o amor o que é? Ah!!! o amor é um constante no dialogo da vida a dois.

O amor é o único sentimento que não necessita de motivos ou razões para entrar na vida e se fazer sentir. O amor é parte que nos faz renunciar, entender, compreender e viver lado a lado por uma vida inteira.

O amor é sempre amor. Ele é um sentimento livre que nos invade, nos faz tremer por dentro e nos causa um calafrio, quase que incontrolável. Não tem jeito, o amor chega sem pedir e por muitas vezes, vem para ficar. E se esparrama, como se ele tivesse obrigação de tomar conta do nosso corpo e de todos os nossos sentidos. Ele é esse sentimento que nos faz renunciar a melhor parte e ficar com a mais macia…

Quando o amor se alia ao dialogo para a grande caminhada na estrada da vida adivinha o que acontece? Bodas de vinho… é essa beleza aqui..que tá aqui (batendo no peito do lado esquerdo do coração) são 70 anos de muitas histórias, vivências e amor verdadeiro.

The Dragon


 

E você já convidou o diálogo para companheiro de viagem, do amor, na estrada da vida a dois? 

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Casamento – Rotina sim… Monotonia não…

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“Todo dia ela faz tudo sempre igual/ me sacode às seis horas da manhã/ me sorri um sorriso pontual/ e me beija com a boca de hortelã…”  – Chico Buarque de Holanda

E se um dia ela fizesse algo diferente… E se um dia ele fizesse algo diferente…

E se…

O que você está fazendo com o seu casamento? Até onde vai chegar o seu relacionamento se você permanecer enraizado com medo do novo, da mudança? Quanto durará o seu relacionamento se deixar a ROTINA se transformar em MONOTONIA?

O sucesso do casamento está em não admitir que a rotina se transforme em monotonia.

Viver a rotina não é uma situação ruim. Pode até ser uma coisa boa dependendo de como a vivenciamos. Ela é até necessária para o nosso dia a dia. Ela nos mantem focado em nossos objetivos, em nossos propósitos. A rotina nos impõem uma disciplina de tempo, nos força a seguir regras determinadas e sermos obedientes as nossas necessidades.

Rotina não é monotonia, entretanto sem vigilância a rotina pode se transformar em monotonia. A monotonia promove a distração do essencial, engessando a capacidade de aproveitamento e mudança. Ela perde o foco e se torna enfadonha, embaraçando e deixando o dia acinzentado, sem gosto.

A rotina é importante para organizar a vida. E a vida é sempre um convite ao novo… ao novo amor, a nova aventura, a um novo emprego, um novo amigo. A vida é sempre um convite a mudança… ir a um cinema diferente, assistir a um filme mais ousado, ir a outro restaurante, dormir um pouco mais tarde. A vida pede ousadia, que se arrisque um pouco mais. A vida é sempre um convite a “fazer algo diferente todos os dias” para que a rotina não se transforme em monotonia.

O sucesso do relacionamento, do casamento ou de qualquer relação afetiva está em não permitir que a rotina se transforme em monotonia. E como não virar monotonia?

Uma relação amorosa precisa ser cultivada pra que rotina não vire monotonia, trazendo os vários elementos da paixão para a vida amorosa. É necessário reviver a paixão e sua energia, ou seja, usar da criatividade, da capacidade de fazer o inédito e criar a surpresa que encanta, que faz sorrir. É preciso atear fogo novamente na relação criando momentos em o tempo foge e o espaço se anula e tudo se torna possível. É fundamental surpreender a outra pessoa e a si mesmo.

É preciso ludibriar a rotina e fazer o diferente… se permitir pequenas licenças poéticas no relacionamento, mas essa ideia de quebrar a rotina não significa romper com os pactos do relacionamento.

E se todo dia ela fizesse algo diferente… E se todo dia ele fizesse algo diferente…

E se…


E você qual escolha tem feito? 

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Caminhos para um bom relacionamento

tags presenteQuantos de nós aprendemos a criar relacionamentos verdadeiros baseados no amor?
Onde aprendemos? Com os nossos pais em casa? Com nossos professores na escola? Com os amigos pelos bares da vida? Ou simplesmente aprendemos no desenrolar dos pequenos namoros, das desilusões juvenis…
Aqui vão algumas dicas, que podem ajudar e muito a quem está começando a construção de um relacionamento:

É importante criar um ambiente de paz e segurança em que a confiança permita um compartilhamento de vida aberto e sem medo;
Para se criar esse ambiente é preciso saber silenciar a voz do orgulho e aprender a se desculpar quando necessário. Evite as discussões sem objetivos nobres e edificantes. Não ameace, não grite, converse com tranquilidade. Se estiver muito magoado pare por um minuto, saia, relaxe e reflita e busque o entendimento.
Lembre-se: o companheiro(a) não é o inimigo.

Passado é passado

Quais sentimentos te afligem durante uma crise, uma discussão com sua companheira(o)?
Pergunte a si mesmo: Existe algo do meu passado que está influenciando em como eu estou vendo a situação agora? Existe alguma magoa do passado que não foi resolvida?
Não permita que fatos passados, magoas mal resolvidas interfiram nos sentimentos da atualidade. Saiba diferenciar magoas, fatos e crenças passadas dos atuais sentimentos. Assim os conflitos serão reduzidos a questões insignificantes que serão resolvidas com uma conversa madura. È preciso colocar todos os “pingos nos is” antes de seguir adiante.

Conecte-se com as diferentes partes de si mesmo.

Nós somos uma individualidade estruturada em cima da razão – O “Eu razão” – e da emoção – O “EU coração” – que se aliam com O “EU Corpo” para formar o que somos. Permita-se ouvir a sinfonia de todo este ser. O que cada um diz? Some todas as falas, todas as observações, todas as expressões, todos os momentos e decida como um ser integral.
Não escute apenas a mente a dizer – “definitivamente devo deixá-la,” mas escute também o seu coração que está a dizer “Eu realmente sinto amor por ela.”
Deixe estas diferentes vozes ou partes de você co-existirem e conversarem uma com o outra. Desta forma, você vai encontrar uma resposta que vem do ser uno, integral.

Pratique a Compreensão

Não julgue. Seja compreensivo. O julgamento edifica muros que impedem o relacionamento de seguir em harmonia e equilíbrio. O julgamento fecha a porta do coração para a aceitação das diferenças. Seja indulgente e compreenda as diferenças. Coexista com as diferenças existente no relacionamento. Abra seu coração, sua mente para o entendimento através do diálogo edificante e construtivo. A compreensão proporcionará meios para que você passe a agir e não a reagir. Experimente!

Criando um “Nós”

“Eu + Você = Nós”, essa é a fórmula mais simples e a base para a construção de um relacionamento maduro e duradouro. Entender que somos únicos (Eu) e ao mesmo tempo parte (Eu + Você) na construção do relacionamento (Nós).
Em alguns momentos é preciso sacrificar parte do “Eu” e em outros parte do “Você”, lembrando da importância de se respeitar os limites de cada parte. Assim a edificação do “Nós” se solidifica e expande com respeito, amor e sucesso.

Diferenças e Mudanças

Diferenças no relacionamento existem e nem sempre são negativas, e é bom que existam estas diferenças. Seria muito monótono que tudo fosse igual entre os parceiros. As diferenças são convites ao exercício do amor e da compreensão. As diferenças devem ser utilizadas para aproximar. Elas são sempre um bom motivo para uma conversa de qualidade, mantendo a relação interessante e acesa.
As diferenças não devem ser utilizadas como motivos para tentar moldar o comportamento do companheiro. Ninguém muda ninguém. Pense nisso! A liberdade e o amor caminham juntos.
A mudança é individual, de dentro para fora, e cada um a realiza a seu tempo e modo.Seja gentil com si mesmo e com seu companheiro(a).
Lembre-se: a mudança leva tempo e é realizada sem saltos.

Comunicação é Essencial

Uma boa conversa acompanhada de compreensão, entendimento, e amor resolve infinitos problemas do relacionamento.
Inúmeras vezes interpretamos equivocadamente o comportamento da nossa companheira(o). Fantasiamos histórias em relação a fatos corriqueiros. Por exemplo: “Ela nem me deu boa noite, acho que não se importa mais comigo”; “Ela não quis me abraçar, ela não deve realmente me amar mais”. É necessário observar e interpretar corretamente com mais compreensão o que não está sendo dito além das palavras. O corpo, os gestos e as atitudes falam e muito.
Conversar sempre! Esse é o caminho para todas as perguntas e respostas. Não permita que o fantasma da interrogação corroa a sua relação. Conversem com sinceridade e amor e transformem o seu relacionamento.

Construa o futuro do seu relacionamento no hoje!

Tenha tempo para você e para o seu relacionamento. Alimente diariamente a sua relação. Hoje é o momento de você construir o alicerce que sustentará o relacionamento de amanhã.

Declare seu amor sem limites, sem vergonha e sem medos. Seja você mesmo e derrame seu amor sobre o relacionamento todos os dias.
Construa as vigas que sustentam a “ponte do relacionamento” todos os dias e todos os dias utilize essa ponte para amar e fazer crescer o amor.

Inspirado no texto “10 dicas para construir Relacionamentos Amorosos” | Crédito da Imagem “Surpresas para Namorados”

Klau Cordeiro


Você é o maestro de toda transformação!
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Ser feliz ou ter razão?

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“Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: – Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais… E ela diz: – Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”

Autor desconhecido


 

O que é melhor? Ser feliz ou ter razão… Sempre vou optar por ser FELIZ – se certo ou errado – se melhor ou pior – que importa… A felicidade precisa ser conquistada, e assim vou construir todas as oportunidades de estar o mais próximo de ser feliz, incluindo o fato de nem sempre querer ter razão.

Fico pensando em quanto tempo e quanta energia se gasta para comprovar uma razão que nem sempre se tem ou se precisa ter.

Quantas e quantas vezes nós já deixamos passar situações, momentos e oportunidades de sermos felizes apenas por querermos ter razão e alimentamos o nosso orgulho, o nosso personalismo (“sei tudo”, “sou o melhor”). Talvez nem seja por nossa própria culpa, mas pelo que aprendemos como sendo o certo de se fazer, pelas crenças que criamos e cultivamos durante a vida.

E fica a pergunta: o que precisamos fazer?

Seguir a razão, escutando o diabinho no ombro que está sempre nos aconselhando com o orgulho e o ego na busca do “estarmos sempre com a razão”.

Seguir a emoção, escutando o anjinho no outro ombro que está sempre nos encostando no amor que conduz a gentileza, entendimento, compreensão e renuncia nos permitindo seguir em frente sem nos incomodarmos “se temos ou não razão”.

Que importa com quem ou onde está a razão…. (afinal, foi só uma questão de voltar e pegar a rota certa para chegar onde queriam e “serem felizes”) ela EXISTE (simples assim).

Eu faço e sempre farei a opção por ser feliz. E você que opção faz?

The Dragon


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Linguagens do Amor

Amore

“Quero que todos os dias do ano, todos os dias da vida, de meia em meia hora, de cinco em cinco minutos me digas: eu te amo.”

Carlos Drummond de Andrade

O amor verdadeiro se implanta no momento em que a paixão, após vivenciada por um tempo, variando de casal para casal, sai de cena sabiamente. E é nesse momento que os cônjuges devem ter maturidade e sabedoria suficiente para manter esse amor verdadeiro.

No livro de Gary Chapman – As cinco linguagens do amor – encontramos um manancial de vivências que o autor chama de “linguagem do amor primária” que promovem o bem estar entre os cônjuges promovendo um relacionamento duradouro.

Quando se compreende a linguagem do amor primária do cônjuge se consegue expressar o amor de forma mais eficiente promovendo um relacionamento duradouro e feliz.

Essas são as cinco linguagens do amor que mantém o “tanque cheio”:

Palavras de Afirmação;

Tempo de qualidade;

Presentes;

Atos de Serviço;

Toque físico.

Uma pessoa pode ter uma ou mais linguagens do amor e não necessariamente terá a mesma linguagem do seu cônjuge.

E você já descobriu qual a sua linguagem primária do amor?

E você já descobriu qual a linguagem primária do amor do seu cônjuge?

Venha! Transforme seu relacionamento para sempre… descubra qual a sua linguagem primária do amor e mantenha o seu “Tanque Cheio”.

The Dragon


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