Estações do caminho

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Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes.

Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra onde havia muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano.

O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.

Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.

O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo.

O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro.

O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa.

Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvavam com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.

Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos. Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano.

Autor desconhecido

Não se pode julgar uma árvore por apenas uma estação. Então!

Porque não medimos os outros com o mesmo metro que nos medimos?

Porque julgamos as pessoas por uma fase de sua vida?

Porque julgamos as pessoas por um passo de sua caminhada?

É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Criticar e julgar quando estamos de fora de uma situação é muito mais fácil do que olhar para dentro de nós. Muitas vezes criticamos os outros por aquilo que nós próprios também fazemos mas não conseguimos enxergar. Por isso, não aponte o dedo aos outros e tire um tempinho para refletir no seu próprio comportamento, tentando melhorar sempre!

The Dragon


E VOCÊ EM QUAL ESTAÇÃO ESTÁ CAMINHANDO? 

Você é a Estação de toda transformação!

Klau, The Dragon Coach.

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Telefone / WhatsApp: +55 (61) 99283-7346
e-mail: thedragoncoach@gmail.com

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O Amor Verdadeiro não Julga

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Vamos Refletir…

O amor verdadeiro julga? Não. O amor verdadeiro perdoa, acolhe, transforma.

A peça de teatro intitulada "Raisin in the sun", de Lorraine Hansberry, traz um trecho realmente admirável, que convida o público a refletir sobre os valores que guardam suas almas.

Na peça, uma família afro-americana recebe uma grande quantia em dinheiro provenientes do seguro de vida do pai.

A mãe vê no dinheiro a oportunidade de abandonar a vida difícil que vivia no Harlem, e mudar-se para uma casa no campo, onde a qualidade de vida seria muito mais satisfatória.

A filha, uma moça muito inteligente, vê no dinheiro a sua maior oportunidade. Poderia estudar medicina e realizar assim seu sonho.

O filho mais velho, contudo, tem outros planos na aplicação do dinheiro. Ele apresenta um argumento difícil de ser ignorado. Ele propõe que o dinheiro seja utilizado para a dar início a um negócio em conjunto com um amigo.

Para convencer a família  ele alega que poderá trabalhar por conta própria e facilitar a vida de todos. Promete que, se puder lançar mão do dinheiro, proporcionará à família todos os confortos que a vida proporciona.

A mãe pensa e mesmo a contra gosto resolve ceder aos apelos do filho. Ela entendeu ser uma boa oportunidade para o filho. Ela tem de admitir que as oportunidades nunca foram tão boas para ele, e que ele merece essa oportunidade que a vida está lhe oferecendo.

No entanto o tal “amigo” foge da cidade com o dinheiro. Desolado, o filho é forçado a voltar para casa e dizer à família que suas esperanças para o futuro lhe foram roubadas e que seus sonhos de uma vida melhor foram desfeitos.

A irmã atira-lhe no rosto toda sorte de insultos. Qualifica-o com as palavras mais grosseiras que se possa imaginar. Seu desprezo em relação ao irmão não tem limites.

Quando ela para um pouco para respirar, a mãe a interrompe e diz: “pensei que tivesse ensinado você a amar seu irmão.”

A filha então responde: “amar meu irmão? Não restou nada nele para eu amar.”

E a mãe diz: “sempre sobra alguma coisa para amar. E, se você não aprendeu isso, não aprendeu nada. Você chorou por ele hoje?”

Não estou perguntando se você chorou por causa de si mesma e de nossa família, por termos perdido todo aquele dinheiro. Estou perguntando se chorou por ele: por aquilo que ele sofreu e pelas conseqüências que terá de enfrentar.

Filha, quando você acha que é tempo de amar alguém com mais intensidade? No momento em que faz coisas boas e facilita a vida de todos?

Bem, então você ainda não aprendeu nada, porque esse não é o verdadeiro momento para amar. Devemos amar quando a pessoa está se sentindo humilhada e não consegue acreditar em si mesma, porque o mundo a castigou demais.

Se julgar alguém, faça-o da forma certa, filha, da forma certa. Tenha a certeza de que você levou em conta os revezes que ele sofreu antes de chegar ao ponto em que está agora.

Essa é a graça misericordiosa! É o amor ofertado quando não se fez nada para merecê-lo. É o perdão concedido quando não se fez nada para conquista-lo.

É a dádiva que flui como as águas refrescantes de um riacho para extinguir as labaredas provocadas por palavras de condenação carregadas de ira.

O amor que o pai nos oferece é muito mais abundante e generoso. A misericórdia de Deus é muito mais grandiosa e sábia.

Klau, The Dragon Coach, baseado no capítulo “Sempre resta alguma coisa para amar”, da obra “Histórias para o coração” – organizado por Alice Gray

Vamos Refletir…

Julgar é diferente de analisar. Julgar os outros é criar barreiras na convivência, considerando o que você  imagina e sente sobre o outro.

Não julgue… analise… analisar é uma postura que reflete maturidade. E quando usamos do discernimento na análise estamos sendo maduros emocionalmente.

Alie o discernimento (razão) ao sentimento (coração) e reflita na condição que esta impondo ao outro e verás a oportunidade de amar verdadeiramente. Crie a oportunidade de amar de verdade.

Por mais que as pessoas, com suas imperfeições, tragam-nos mágoa, dor, sofrimento, desapontamento ou desilusão, lembremos de que sempre resta alguma coisa para amar.

The Dragon


REFLITA! LEMBRE-SE "SEMPRE SOBRA ALGUMA COISA PARA AMAR"!

Você é o maestro de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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Um julgamento… uma reflexão…

Julgamento

“Um garoto segurava em suas mãos duas maçãs. Seu pai se aproximou e lhe pediu com um belo sorriso: filho, você poderia dar uma de suas maçãs para o papai? O menino levanta os olhos para seu pai durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra. O pai sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ele tenta não mostrar sua decepção quando seu filho lhe dá uma de suas maçãs mordidas. O pequeno olha para seu pai com um sorriso de anjo e diz: É essa a mais doce, papai. “

Autor Desconhecido.


Julgamento é doença emocional!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras –  criamos uma teia de energias que nos aprisiona àquele que julgamos, pois tudo aquilo que conseguimos ver e perceber nos outros também nos pertence.

Julgamento cria barreiras!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – um muro se estabelece na convivência em razão do pensamos e sentimos a respeito do outro baseados em nossos preconceitos, limitações.

Julgamento é encontro com as próprias sombras!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – estamos compulsivamente fugindo de nós mesmo e projetando nos outros as imensas sombras que existe em nosso derredor e que muitas vezes ignoramos.

Julgamento é criação de realidade para entender a outra pessoa!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – criamos a nossa realidade acerca daquela pessoa para entendê-lá, mas não significa que a pessoa seja o que você entende.

Julgamento cria vinculações indesejáveis!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – estabelecemos em nós condições e bases emocionais que nos atam à pessoa julgada.

Julgamento é peso energético!
Quando julgamos uma pessoa – pelos seus atos, atitudes ou palavras – estamos imantando o nosso magnetismo pessoal, a nossa aura, com parcela significativa dessa energia negativa.

Utilize o discernimento e a maturidade e:
Dê aos outros o privilégio de poder se explicar…
Dê a você a possibilidade de entender, confiar, acreditar e compreender…

E aqui fica a reflexão… Mesmo que a ação pareça errada, o motivo pode ser bom!

The Dragon


E você até quando fugirá de si mesmo julgando ao outro?

Você é o Discernimento de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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