O contrário do amor não é o ódio, e sim a indiferença

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A indiferença chega a um relacionamento amoroso de forma suave, mas implacável. É um silêncio amargo onde habita a incerteza, a nostalgia do que antes era cotidiano e cúmplice e que agora faz falta. Porque o contrário do amor não é o ódio, e sim esse sentimento capaz de nos quebrar em mil fragmentos chamado de indiferença.

Os relacionamentos “morrem” por muitas razões; sabemos disso e não há dúvida de que todas implicam uma grande carga de sofrimento para a qual ninguém está preparado. Contudo, poderíamos dizer que é precisamente esse vazio, essa atitude passiva e fria da outra pessoa com relação a nós mesmos o que costuma criar mais desespero e ansiedade.

O amor costuma ter três inimigos: a indiferença, que nos tira o ânimo pouco a pouco, a indecisão que nos impede de avançar, e a frustração que acaba com tudo em um segundo.

Cada um de nós pode reagir de uma forma diante a uma rejeição ou uma traição, mas… Como enfrentar o vazio emocional da indiferença? Não é fácil, por isso sempre procuramos encontrar uma razão, um porquê desse distanciamento afetivo, embora na verdade nem sempre exista um motivo para o fim do amor. Ele se sufoca como um sol crepuscular que fica sem vitalidade…

A indiferença traz sérios efeitos colaterais

A saúde de um casal, como todo ser vivo que precisa de alimento vital, precisa reforçar a sua estrutura, o seu relacionamento. Tudo isso por meio desses rituais cotidianos cheios de cumplicidade, nos quais se encontram os gestos que nos conectam, as palavras que nos levantam, as carícias que nos reconhecem e espaços comuns habitados por uma proximidade física e emocional necessária.

Agora, às vezes, quase sem saber por quê, fazemos uso do silêncio ou da não intervenção delegando ao outro para que o faça, diga ou aja. Começamos a dar por certos os sentimentos e inclusive as respostas a perguntas que já não mais fazemos. Pouco a pouco as pequenas coisas passam a ter prioridade e os aspectos principais ficam descuidados.

Se vamos falar de um especialista em relacionamentos amorosos, é quase inevitável não falar de John Gottman e a sua teoria dos “4 cavaleiros do apocalipse” sobre as razões que levam um casal para o abismo do distanciamento.

Você não vai estranhar saber que entre estes pilares, além das críticas, o desprezo e a atitude defensiva, está também “a indiferença”, essa conduta evasiva que olha para o outro lado e que cria grandes abismos de incertezas. Tudo isso, todo esse vazio emocional e frieza afetiva gera sérias conseqüências que devemos conhecer.

Conseqüências psicológicas da indiferença

Quais são as conseqüências a nível psicológico da indiferença?

  • A atitude indiferente do nosso cônjuge gera, acima de tudo, desnorteamento e medo. O amor entre duas pessoas precisa da segurança de certos afetos e certos costumes com os quais sustentar o próprio vínculo.
  • Quando nossas expectativas sobre esse vínculo deixam de ser atingidas, aparecerão a incerteza e a inquietude. Duas dimensões frente as quais o cérebro irá reagir com estresse e ansiedade emocional.
  • Quando deixamos de receber essa retroalimentação emocional, esse intercâmbio sutil e perfeito onde as respostas do outro nos reafirmam e fortalecem, ficamos “paralisados”. Nos mantemos à espera, aguardando que a situação mude, uma coisa tão desgastante quanto destrutiva.
  • Se cometemos o erro de interpretar a indiferença como uma coisa que “nós mesmos provocamos”, perdemos ainda mais o controle da situação. A autoestima cai e chegamos a uma estado de impotência muito perigoso.

Como enfrentar o vazio emocional

  • Um relacionamento amoroso se mantém sempre e quando existir satisfação pessoal ao mesmo tempo que reciprocidade. Se nos sentimos bem, seremos capazes de investir no outro porque damos o mesmo que recebemos.
  • No momento em que esse círculo harmonioso de reciprocidade se quebra, afeta imediatamente a qualidade do compromisso, a paixão e a intimidade.
  • Em um casal, basta que um seja indiferente para causar o sofrimento. De nada vale esperar que as coisas melhorem, de nada serve criar falsas esperanças. É preciso agir.

Às vezes basta fazer pequenas mudanças, chegar a acordos para quebrar a rotina na qual caem os relacionamentos de vez em quando. Qualquer esforço para salvar o relacionamento é válido. Contudo, se formos plenamente conscientes de que não existe amor ou de que essa situação traz mais sofrimento do que felicidade, será preciso colocar distância.

Não vale a pena ser cativo do desamor, dos sonhos abandonados de dois estranhos que deram de tudo e que no fim das contas esse tudo deu em nada. A indiferença dói e nos tira do rumo, mas o tempo a cura sempre e quando formos corajosos para nos afastarmos quando ela chegar, quando ainda formos capazes de lembrar que precisamos cuidar de nós mesmos.

Por: Valéria Amado  Via http://amenteemaravilhosa.com.br/


E você tem sido indiferente em seu relacionamento? 

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Borboletas e o amor

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Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar, nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam, não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você.
                                                                          
Mário Quintana
Ao ler este maravilhoso texto do incomparável “Mário Quintana” fiquei a pensar no amor e como esperamos ansiosamente ser invadido por essa mágica enebriante chamada amar. Interessante é que nem sempre o amor chega no momento que queremos ou desejamos. E ficamos a questionar o Universo quando vamos encontrar o grande amor, aquele alguém que chega e intensifica a nossa vida.
O amor é simplesmente a simplicidade de um momento audacioso, sofisticado e mágico. O amor chega a ser engraçado, hilário. Ele se aproxima sem pedir licença, acelera o pulsar do coração e faz tremer os pensamentos. Ficamos sem ação, porque somos surpreendido por sua mágica nos momentos mais inesperados de forma audaz nos envolvendo nas circunstâncias mais incomuns.
O amor é simples assim! Surpreendente e muitas vezes inoportuno (chega sem aviso prévio). Bom ou ruim? não sei? O que sei é que a maioria das pessoas não consegue perceber, sentir o impacto, desse momento tão sublime e significativo. O amor é tão surpreendente que se apodera de nossa vida, transformando toda a nossa existência.
Dizem que o melhor lugar para se estar é dentro de um abraço e é bem assim que o amor chega, jogando os braços sobre nós e vai nos envolvendo dentro de um imenso e gostoso abraço. Dentro desse abraço nos perdemos e nos achamos na mais deslumbrante sinfonia de sublimes vibrações.
 O amor é  bem assim! É simples assim! Sempre fazendo o extraordinário acontecer.

The Dragon


 

E você está cuidando do seu Jardim? Venha fazer o extraordinário acontecer! Venha conhecer a beleza do amor.

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Felicidade

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“A felicidade real é uma casa que se constrói por dentro da própria alma.” – Marco Prisco

A felicidade existe Phoenix? Então como encontrá-la? O que fazer para alcançar a felicidade? Onde fica a felicidade? Perguntas… perguntas… perguntas… muitas  e muitas perguntas pululam em nossa mente quando o assunto é felicidade.

Sim, a felicidade existe e podemos senti-lá, vivencia-lá com abundância. Como? Esforçando por eliminar os obstáculos – reduzir o peso da cesta que carregamos – durante a caminhada pela estrada da vida. Todos os dias, ao invés de retirarmos as pedras, acabamos acrescentando outras tantas com atitudes intempestivas, mesquinhas e precipitadas. E a cesta vai ficando pesada, pesada, pesada. E assim, vamos caminhando, ou nos arrastando dependendo da quantidade de pedras na cesta, na estrada da vida.

Se queremos ser feliz é preciso esvaziar a cesta, enchendo-a com a leveza das atitudes saudáveis perante a vida. E ser feliz é uma questão de atitude perante você mesmo na estrada da vida.Vejamos:

Cultive a disciplina do pensamento… mantendo assim a harmonia e o equilíbrio das próprias emoções;

Fale pensando no bem… e terá a concórdia como companheira em torno de si;

Age com caridade… e conseguirá uma boa conselheira na construção da paz em torno de ti;

Lute com paciência, otimismo e perseverança… e conquistará as melhores oportunidades de vencer;

Trabalhe vigorosamente… o trabalho dignifica e nos mantém no rumo do progresso;

Ame sem distinção… o amor verdadeiro não se detém no objeto amado;

Tenha segurança interior diante da vida… e sentirá a presença da felicidade;

Trabalhe em favor da autoiluminação no decorrer da vida… descobrindo assim o mais  eficaz meio de conquista da felicidade ;

Valorize o que sabe, o que é e o que se  tem na vida… e conquiste a felicidade sem os tormentos da ambição;

Cumpra com o seu dever perante a vida… seja qual for sua atribuição na vida realize-a com alegria e sinta a felicidade da consciência tranquila;

Não se apegue demasiado as pessoas que caminham com você na vida… ninguém é responsável pela sua felicidade. As pessoas são livres para estar onde melhor se sintonizam. A felicidade está em você;

Seguir amando a vida e na vida… Amar é ser livre. Ame e não tenha a preocupação de ser amado e a felicidade te alcançará;

Sê sincero…A sinceridade atrai bons e verdadeiros amigos. Amigos são luzes de felicidade na estrada da vida;

Ouve a voz da consciência… mantendo assim a tranquilidade na escolha das atitudes que te fará encontrar a felicidade na estrada da vida;

Então como encontrar a felicidade? Como ser feliz?

Simples! Esvazie a cesta e viaje com o veículo das atitudes edificantes e nobres e vislumbrará a cada quilometro na estrada da vida um “posto de gasolina” para se abastecer de FELICIDADE.

Afinal todo ser humano tem por ideal ser FELIZ. Experimente ser FELIZ.

The Dragon


Qual o peso da sua cesta? Venha esvaziar a sua cesta! É fácil ser feliz.

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Como Seguir em Frente Quando nada te faz Feliz

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Às vezes você não consegue encontrar o seu caminho, e isso faz com que seja complicado alguma coisa te fazer feliz. Talvez o seu parceiro não te faça feliz, você não goste do seu trabalho, queira mudar sua forma de viver a vida, mas se sinta bloqueado.

O turbilhão da vida cotidiana impede que você pare e pense se o que você está fazendo é o que realmente quer fazer, impede que você reflita sobre o motivo pelo qual não está feliz. Todas as suas atividades diárias te distraem do que também é importante: você mesmo.

“A vida está cheia de solidão, miséria, sofrimento, tristeza e, no entanto, ela passa rápido demais.” – Woody Allen

Alguns Conselhos para seguir em frente

Um pouco de egoísmo saudável é necessário de vez em quando para nos recuperarmos, para sabermos quem somos e termos a certeza de que o lugar para onde a nossa vida está indo nos faz feliz, e é o lugar que nós mesmos escolhemos, não outras pessoas.

Você pode fazer muitas coisas para seguir em frente quando nada te faz feliz, mas o fundamental é realizar uma reflexão profunda sobre as nossas emoções, sentimentos e desejos.

Pense no que você deseja

O que você quer? O que te deixa animado, o que te faz vibrar? Não se deixe influenciar pelo que os outros pensam que você deseja, trate de pensar no que você deseja, no que te faz feliz. Todos temos sonhos e desejos que temos medo de realizar, mas a vida é curta e é hora de caminhar para aquilo que realmente queremos.

 Aja para ser feliz

Não basta só pensar, também é hora de começar a fazer tudo aquilo que você pode fazer para ir em direção ao seu sonhoSe você sempre quis ser atriz, comece se inscrevendo em um curso de teatro, por exemplo, vá a eventos que tenham a ver com teatro ou cinema, saia com pessoas que tenham os mesmos interesses que você e você irá começar a desfrutar o que te faz feliz.

“Em um minuto posso mudar a minha atitude, e nesse minuto posso mudar o dia inteiro.”  – Spencer Johnson

Abrande o ritmo da sua vida

Não é preciso tentar fazer tudo de uma só vez; pare um pouco e reflita sobre o que é urgente e o que pode esperar. Encontre um tempo para dedicar a si mesmopara aproveitar o que você mais gosta, quer seja passear à luz do luar, comer alguma coisa com seus amigos ou familiares, jantar com seu namorado. Sempre é possível encontrar esse momento para nós mesmos.

Valorize o que você sente

Os nossos sentimentos são importantes. Como a sua vida faz você se sentir atualmente? Do que é que você não gosta? Se você se sente triste, é hora de começar a fazer mudanças; comece por si mesmo, mude a sua forma de vestir, de arrumar o cabelo, de caminhar, mude a sua forma de se relacionar com os outros. Pense que você não vai perder nada, simplesmente vai ter experimentado algo novo e vai se divertir.

Se você precisa chorar, chore. Não importa se alguém estiver olhando, deixe a tristeza sair, não a retenha. Faça com que cada lágrima dissolva o que te preocupa, o que não te faz feliz. É necessário chorar para poder substituir essas lágrima por um belo sorriso depois.

 Aproveite a companhia das pessoas

Isolar-nos e não nos relacionarmos com outras pessoas nos distancia e faz com que afundemos ainda mais na nossa tristeza. Somos seres que precisam de abraços, beijos, carinho, palavras de ânimo e de consolo.

Precisamos estar com outras pessoas e desfrutar a sua alegria, seu sorriso contagioso. Talvez você não esteja com vontade de ver ninguém, mas muitas vezes, quando nos sentimos assim, acabamos saindo e aproveitando muito, pois não temos expectativas.

 O que você faria se não tivesse medo?

Essa é uma pergunta fundamental que você deve se fazer todos os dias para deixar de lado aquilo que te dá medo. Existem muitas maneiras de fazer as coisas, e é importante fazê-las de uma forma com a qual nos sentimos confortáveis. Muitas vezes, correr um risco pode nos fazer sentir que o medo é algo totalmente superável e criado por nós mesmos.

Sair da nossa zona de conforto, fazer algo arriscado, sentir um pouco de ansiedade todos os dias, independentemente de se vamos conseguir ou não; tudo isso poderá nos proporcionar a alegria de viver e de saber que vale a pena aproveitar cada segundo da nossa existência.

                        “Tudo parece impossível até que seja feito.” – Nelson Mandela

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The Dragon


E você até quando vai permanecer tendo medo de se machucar?

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Amar é uma arte

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Aqui vão algumas dicas para manter o relacionamento duradouro e principalmente feliz.

Reflitam!!!

Comunicação, a arte de falar um com o outro, dizer o que sentimos e pretendemos, falando com clareza, ouvir o que o outro fala, deixá-lo certo de que estamos ouvindo é, sem sombra de dúvida, a habilidade mais essencial para a criação e a manutenção de um relacionamento amoroso.

A afirmativa é de Leo Buscaglia, professor de uma Universidade da Califórnia.

Ele diz que o mais alto nível da comunicação é o não verbal. O que quer dizer: se você ama, mostre isto em atitudes. Faça coisas amorosas para o outro. Seja atencioso. Coloque os seus sentimentos na prática.

-Faça aquela comida favorita. Mande flores. Lembre-se dos aniversários. Crie os seus próprios feriados de amor. Não espere pelo Dia dos Namorados.

E ele relaciona alguns pontos importantes para que uma relação a dois se aprofunde e se agigante, vencendo os dias, os meses e os anos.

-Diga sempre ao outro que o ama, através de suas palavras, suas atitudes e seus gestos. Não pense que o seu par já sabe disso. Ele precisa desta afirmação.

-Cumprimente sempre o seu amor pelos trabalhos bem-feitos. Não o deprecie. Dê o seu apoio quando ele falhar. Pense que tudo o que ele faz por você, não o faz por obrigação. E estímulo e elogio asseguram que ele vai repetir a dose.

-Quando você se sentir solitário, incompreendido, deixe-o saber. Ele se sentirá mais forte por reconhecer que tem forças para confortar você.

Afinal, os sentimentos, quando não externados, podem ser destrutivos. Lembre que, apesar de amá-lo, o outro ainda não pode ler a sua mente. Não se feche em si mesmo. Abra seu coração e grite o quanto ama, o quanto é feliz. Não esconda suas emoções e muito menos seus medos.

-Expresse sentimentos e pensamentos de alegria. Eles dão vida ao relacionamento. É maravilhoso celebrar dias comuns, datas pessoais, como o primeiro encontro, o primeiro olhar, o dia da reconciliação depois de um breve desentendimento.

-Dê presentes de amor sem motivo. Ouça a sua própria voz a falar de sua felicidade.

-Diga ao seu amor que ele é uma pessoa especial. Não deprecie os sentimentos dele. O que ele sente ou vê é sua experiência pessoal, portanto, importante e real.

-Abrace sempre. A comunicação de amor não verbal revitaliza a relação.

-Respeite o silêncio do seu companheiro. Momentos de quietude também fazem parte das necessidades espirituais de cada um.

-Finalmente, deixe que os outros saibam que você valoriza a quem ama, pois é bom partilhar as alegrias de um saudável relacionamento com os outros.


É possível que você esteja pensando que todas essas idéias não são realmente necessárias entre pessoas que se amam. Elas acontecem de forma espontânea.

Mas, nem tanto. Nem sempre. São esses vários aspectos da comunicação que constituem o alicerce de um relacionamento amoroso saudável. Eles também produzem os sons mais maravilhosos do mundo. Os sons do amor. Experimente!

Texto baseado no livro “Amando uns aos outros”, de Leo Buscaglia, ed. Nova Era.


E seu relacionamento está saudável? Venha! Experimente o sons do amor.

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4 armadilhas da mente que podem lhe aprisionar

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Na vida, lutamos contra muitas coisas, mas de longe a pior luta é aquela que temos diariamente contra nós mesmos. Nos sabotamos, nós matamos nossos próprios sonhos em uma guerra que só há perdedor. O principal guerreiro aqui é o nosso cérebro, uma pena que está em posição inimiga. Suas armas são algumas artimanhas para impedir o desenvolvimento da excelência psíquica, afetiva, social e até mesmo profissional. Seus ataques são ciladas sorrateiras que atuam em nossa mente e se tornam bloqueadores de lucidez e autoconsciência.

Mas como fugir disso? Como entrar em missão de paz com sua mente?

Para começar a dar passos nessa direção é necessário fazer rigorosamente e diariamente uma série de pequenos exercícios mentais, pequenas mudanças na sua forma de pensar, que com o passar do tempo se tornarão grandes. Isso irá agir diretamente no funcionamento primitivo de sobrevivência, que escolhe por trilhar caminhos menos arriscados e ameaçadores, o que não significa, necessariamente, que estes nos excluem do sofrimento e da insatisfação. Por esse motivo a importância de trabalhar estes aspectos.
Estas armadilhas do seu cérebro, em grande parte, são estratégias inconscientes da nossa natureza e todos possuímos, mas é importante nos atentar, fazer reflexões para que não sejamos controlados por elas:

 1- O conformismo

“O conformismo é carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento.” – John Kennedy

O conformismo caminha lado a lado daquilo que chamamos de estabilidade. Você se conforma porque sente medo de perder a suposta estabilidade, pensando ser isso, o mais importante.

Você permite que sua mente te encaminhe para pensamentos como: “Já está bom assim”, “E se eu arriscar e não conseguir?”, “Está ruim, mas pode ficar pior”.

O medo do futuro e das coisas ruins da vida acaba por te limitar, no entanto, nada pode ser mais prejudicial para o seu futuro do que a falta de paixão pela vida.

Assim, muitas pessoas acabam vivendo seus dias dentro de circunstâncias infelizes, e não tomam iniciativa de mudar de situação, afinal, estão condicionadas a uma vida de segurança, conformidade, e conservação, as quais aparentemente dão paz de espírito.

“Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos.” – Joseph Campbell

 2- O coitadismo

No fundo, acaba sendo um nível mais avançado do conformismo. No coitadismo você tem pena de você mesmo por estar na situação que está. Sua atenção está voltada a se lamentar e não no que pode fazer para mudar. “Isso não é para mim”, “nada do que faço dá certo”, “sou um derrotado mesmo”.
Algumas características básica: Estar convencido de que não é capaz / tentar convencer os outros que é impotente / fazer questão de comentar suas crenças irreais de impotências e limitações.

“… que nada mais é do que nossa própria vontade do nada. Uma vez tendo dito sim ao instante, a afirmação é contagiosa. Ela explode numa cadeia de afirmações que não conhece limites. Dizer sim a um instante… é dizer sim a toda a existência.” – Waking Life

 3- O medo de reconhecer erros

Será que nos permitimos esquecer da nossa humanidade? O erro faz parte dos seres humanos, você sendo um deles, jamais estará livre de errar, então, qual é o mal de reconhece-los? Quem se amedronta com esta realidade está fadado ao sofrimento, ao desgaste físico e psíquico. Temer reconhecer seus erros é abdicar de todo potencial que poderia ser descoberto após transcendê-los. Defeitos, fragilidades, estupidez e incoerência nos formam e nos transformam continuamente. “O que vão pensar de mim se falar a verdade?”, “E agora? o que eu vou falar?”, “Não posso dizer que o erro foi meu”.

 “O maior erro na vida é o de ter sempre medo de errar.” – Elbert Hubbard

 4- O medo de correr riscos

“Eu queria mas…”, “E se acontecer…”, “Não sei se sou capaz de suportar se der errado”. E assim começa o plano que será abandonado rapidamente.

É certo que o medo é importante, no entanto, se este passar do limite, te impedirá de concluir qualquer desejo. Na vida, existem muitas barreiras a serem ultrapassadas, use-as como objetivos, não somente para alcançar suas vontades, mas para o seu crescimento pessoal.

Se você se identificou com uma, ou várias destas ciladas, está na hora de botar a mão na massa: Questione-se quando estes sentimentos e pensamentos surgirem. Procure fazer perguntar duras e objetivas a si mesmo: Com base em quais experiências eu estou pensando desta maneira? O que eu posso fazer para fazer diferente desta vez e atingir os meus objetivos? O que é possível fazer para controlar os meus medos e inseguranças? Escreva de forma manuscrita e observe as referencias que sua mente irá buscar para responder as perguntas. [Psiconlinews]

“Minha qualidade soberana é o domínio de mim. Mas ninguém tem maior necessidade dela que eu; ladeio sempre o abismo.” — Friedrich Wilhelm Nietzsche, in Vontade de Potência

 Por: Isadora Tabordes via http://www.equilibrioemvida.com/

Isadora Tabordes – Cofundadora e desenvolvedora do site Vida em Equilíbrio, estudante de Filosofia na Universidade Federal de Pelotas. Apaixonada por diversas áreas do conhecimento, com uma grande limitação para exatas


E você tem sabotado seus sonhos? Venha libertar sua mente e encontrar o sentido da vida!

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Você desiste dos seus sonhos?

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“Como coach, eu sinto uma verdadeira paixão por ajudar os outros a se sentirem mais brilhantes, felizes, bem sucedidos, e plenamente vivos. Por outro lado, me entristece quando alguém desiste”…

Cris Repolês – O Jornal da Fênix

Eu sei qual é o seu sonho! Eu sei o quanto você está lutando, trabalhando em direção a esse sonho. Continue seguindo os caminhos de sua mente e trabalhe na direção desse sonho possível.

Mudar a vida não é fácil, mas isso você já sabe. Mudança sempre gera medo e insegurança. E tenha a certeza de que nessa caminhada de batalhar, lutar, trabalhar em seus sonhos, você vai se deparar com inúmeras decepções, falhas e dores. Entretanto, continue seguindo os caminhos de sua mente e trabalhe na direção desse sonho possível.

Existirão momentos em que você vai duvidar de si mesmo. Em outros, terá dificuldades de enxergar a luz no fim do túnel. Em momentos cruciais olhará para o céu e perguntará: Deus, porque, porque isso está acontecendo? Porque não pode ser mais fácil?  Eu estou apenas… e a intuição suspirará baixinho em teus ouvidos: continue seguindo os caminhos de sua mente e trabalhe na direção desse sonho possível.

E se, em algum momento, a sombra da realidade for densa demais a ponto de encobrir a visualização de seu sonho, saiba que tempos difíceis existem e chegam, mas eles não vem para ficar. Eles vieram como treinamento e oportunidades para que você NÃO DESISTA DO SEU SONHO.

Por que algumas pessoas simplesmente desistem quando estão no caminho certo e quando estão chegando mais perto de alcançar os seus objetivos? Isto realmente me dói, o fato de presenciar aqueles que começaram bem fortes desistindo ou indo embora, quando eles estão apenas a “centímetros” de alcançarem a linha de chegada… Conhece esta história?

A Coach Cris Repolês nos relata em seu artigo “Você desiste dos seus sonhos?”, cinco questões observadas, no decorrer desses anos de experiência, que contribuem para que as pessoas desistam quando estão próximas demais de realizar seu sonho.

1. O motivo “PORQUÊ” você quer que algo aconteça não é forte o suficiente para manter suas chamas queimando. É somente uma fase e quando você percebe que vai exigir trabalho duro de verdade para que isso aconteça, você desiste.

2. A ‘AUTODÚVIDA’ da sua capacidade de obter sucesso congela as suas ações. É melhor não tentar do que encarar o fato de que você pode vir a falhar.

3. A SÍNDROME DOS SAPATOS CONFORTÁVEIS ou o medo do desconhecido pode vir a ser maior do que a situação atual em que você se encontra, então você apenas se contenta com a coisa sempre sendo do jeito que é.

4. A NEGAÇÃO também é outra boa, você começa a falar para a si mesmo e a se mostrar todas as razões do por que você realmente não precisa alcançar o seu objetivo. É como aquele velho conto da raposa e das uvas… É muito fácil desprezar o que você não consegue obter.

5. O MEDO DA LINHA DE CHEGADA, ou o medo do sucesso… O que vai acontecer quando você finalmente chegar lá? O medo de não conseguir visualizar uma continuidade, ou o que vai acontecer depois que você cruzar a linha de chegada também pode vir a sabotar o seu progresso e fazer você desistir.

Siga adiante e faça o extraordinário acontecer!!!

Coach  Cris Repolês.  O Jornal da Fênix

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Não desista de seu sonho… Continue seguindo os caminhos de sua mente e trabalhe na direção desse sonho possível. 


E você vai desistir de seu sonho? Venha! Vamos sonhar juntos e construir um mundo melhor.

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Aonde está você agora?

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Nós mudamos o nosso comportamento, quando a dor de permanecermos na mesma se torna maior do que a dor de mudar. – Henry Cloud

A Coach de vida e carreira Cris Repolês – uma frequentadora assídua de bons e instrutivos ensinamentos, além de cursos e treinamentos, – publicou um post no O Jornal da Fênix’ sobre  o trabalho desenvolvido pelo Coach Frederic Hudson, do Instituto Hudson de Santa Barbara.

Ao pesquisar sobre O Ciclo de Renovação,  compreendi que Hudson desenvolvera uma metáfora-teste (lembrando que a metáfora, no dizer de Henry Kimsey, nos proporciona imagens ricas para exploração e caso não resulte  em uma percepção precisa, sempre haverá um outro caminho) para fazer com que as pessoas possam perceber o seu estado atual, ou seja, “Aonde está você agora?”. Ele associa os estados que vivemos com as quatro estações do ano. Cada uma delas (verão, outono, inverno e primavera) representa um tempo e todas têm suas características determinantes.

1 – O verão (Fazendo acontecer¹) se fundamenta pela energia. O imenso sentimento de realização pode ser chamado de “Eu herói”. As realizações estão nesse momento do ciclo a todo vapor. Às vezes, o verão termina provocado por fatores externos e sem que se perceba a fonte que parecia inesgotável diminui. Como reagir ao fim dessa fase?
Talvez saber aceitar o fim da fase, criar novas estratégias, competências e atitudes e melhorar a administração de tempo e do stress seja uma boa forma de lidar com esse término repentino.
2 – A segunda e não menos importante fase é o outono (A paralisia¹). Esta estação se caracteriza pela paralisia e impotência. Parece que tudo foge ao controle. Sentimentos de desilusão e desencanto são frequente visitantes do “eu”. O conhecido “Eu morno” também tem uma forte presença nessa fase.
3 – A terceira fase é o inverno (A caverna¹), o período da reflexão e do recolhimento. É o momento em que se desenvolve um olhar para dentro de si mesmo e todos os questionamentos se fazem presente. As aptidões e os novos talentos surgem após reflexões intimas. E  querer seguir em frente após  ter refletido e redescoberto um novo propósito para a vida, pode significar o fim do inverno.
4 – A primavera (O despertar¹) – estação das flores e dos perfumes – é a quarta fase. Ela esta associada a novas conquistas (relacionamentos, amizades, amores) ou aprofundamento das existentes. Nesta fase as nossas ações são seletivas, aprendemos a ter prioridades. A automotivação é inevitável e constantes, pois estamos no máximo de nossa criatividade. Este é o momento da renovação e da coragem de permitir o fluir dos acontecimentos para a simplicidade.
E assim concluiu a Coach Cris Repolês a sua reflexão que aqui transcrevemos:
“O completar de todos os ciclos, é uma transição florescendo na forma de transformação em sua vida. Uma jornada gigantesca que realmente transforma a sua vida durante o processo.

Depois do ciclo completo, você volta para a fase inicial e começa a sonhar novamente para poder iniciar um novo ciclo de crescimento. Aonde está você agora???”

Faça o extraordinário acontecer!!!

(¹) Tradução livre dos nomes dos ciclos dado pela Coach Cris Repolês.

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Cada ciclo tem suas fases e cada fase suas características e em todas elas, encontramos pontos positivos para enriquecermos nossa caminhada na estrada da vida. Mas a pergunta que não quer calar é: O que você pode fazer para descobrir em que “fase”, “estágio”, ou momento você se encontra agora?
Pergunte-se como você está agindo atualmente, como se sente e como você se percebe. Vamos! Sai de dentro de você, vá em direção às nuvens e dessa posição, como expectador (3ª pessoa), observe suas ações, seus sentimentos, seus relacionamentos, enfim se perceba por completo. Quando fazemos isso, nos reconhecemos e criamos condições de identificarmos em qual estação nos encontramos. Ufa! é o  principiar do autodescobrimento… a busca infinita de nós por nós mesmos. É o princípio do “amar a si mesmo”.
Quando descobrimos realmente em que momento nós nos encontramos podemos reagir e entender melhor as situações que nos cercam… aumentando infinitamente nossas possibilidades de transformação e renovação.
The Dragon

E você já sabe em qual estação se encontra? Venha vamos descobrir!

Você é o maestro de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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Praticando a Gratidão

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“Sou muito grato às adversidades que apareceram na minha vida, pois elas me ensinaram a tolerância, a simpatia, o auto-controle, a perseverança e outras qualidades que, sem essas adversidades eu jamais conheceria.” – Napoleon Hill.

Gratidão sempre!!!

Ontem estava lendo um artigo do The Phoenix Journal – Practicing Gratitude (Praticando Gratidão) escrito por Cris Repolês – The Phoenix Coach.
E eu gostaria de destacar algumas passagens deste artigo que me despertaram a atenção e que valem uma reflexão mais profunda.

“…convidá-lo a refletir sobre sua vida e sobre si mesmo por apenas um momento…
O que te faz sentir GRATIDÃO?
O que o faz SORRIR?
O que faz o seu CORAÇÃO bater mais forte?
O que faz você se sentir PODEROSO?
O que faz você se sentir verdadeiramente FELIZ?
Este é um convite geral…”

Fazer uma reflexão profunda sobre si mesmo na busca de se conhecer e amar é a melhor forma de se ter pela vida GRATIDÃO, e nesse momento você vai se sentir em paz, alegre e começará a SORRIR, vai SORRIR tanto que seu CORAÇÃO vai acelerar o ritmo e baterá tão forte que você vai se sentir PODEROSO e todo esse poder te deixará muito, mas muito FELIZ… Então não perca esse momento…aceite o convite para “refletir sobre tudo o que te faz sentir GRATIDÃO”.

Seja grato por tudo que você tem… e o que não tem? Saúde, situação financeira, trabalho, carro…
Seja grato por tudo que você é… e o que não é? Bonito, feio, magro, gordo…
Seja grato por qualquer situação… de alegria ou tristeza, boa ou ruim…

“Pois aqui é quando a mágica começa a acontecer…” nos diz a Coach Cris Repolês. Sempre que temos gratidão estamos gerando pensamentos e sentimentos positivos e assim estamos nos abrindo para obter mais e cada vez mais.
Isso acontece porque tudo que nós sentimos e pensamos gera uma vibração. Essa vibração cria um campo energético que atraí para nós vibrações com teor equivalente (Lei de ação e reação). Assim podemos criar o nosso próprio destino, o nosso próprio mundo.

Então fica aqui o pedido da Coach Cris Repolês: Pratique a Gratidão durante toda a sua vida e perceberá como a vida lhe será grata.

E por falar em gratidão, gostaria de agradecer imensamente a esta fenomenal, fantástica Coach – Cris Repolês – que em apenas dois meses de sessão semanal revolucionou minha história de vida. A sua forma apaixonada de trabalhar, contagia, empolga e nos faz acreditar não existir o impossível quando nos dispomos a transformar a nossa vida em uma vida de sucesso.

Gratidão sempre! Cris Repolês – The Phoenix Coach.

(Leia o Artigo: “Praticando Gratidão” aqui)

The Dragon


E você tem praticado a gratidão? Venha! Vamos praticar!

Você é o maestro de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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Tempo e Relacionamento

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“Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado”. – (via acessa.com)

Conheça histórias de relacionamentos e a explicação da psicologia para se casar rápido ou com planejamento

Amor, amor, amor! Uma das palavras mais desejadas, mais conceituadas e menos entendida. E quando a reflexão sobre esse assunto tão polêmico entra como uma variável do casamento, pode ser que as definições se compliquem ainda mais.

Mesmo em um mundo em constante transformação, ele continua sendo o tempero mais requisitado para a receita de um relacionamento ou casamento bem sucedido. E no mexer das panelas, há quem cozinhe uns, que queime outros, que coloque a pressão para funcionar.

Cada um vive intensidades e relacionamentos diferentes. E é por esse motivo que há aquele que encontra a sua hora certa de chegar ao altar e dizer o sim mais famoso da vida. Há quem case logo, que demore anos, ou que desista da história de tanto tempo por uma figura que acaba de conhecer.

Não existe “receita de bolo” para um casamento bem sucedido. Pelo menos no que diz respeito ao tempo de namoro e de conhecimento dos noivos. Essa é a afirmação da da psicóloga Carla Queiróz . Tanto um relacionamento bem planejado como um amor construído rapidamente possuem grandes chances de dar certo.

“A única coisa é quem pensa em se casar com poucos meses de namoro tem que ter em mente que precisa estar mais atenta com a pessoa que convive. Você tem quer saber que a sua experiência com ela não te permitiu um conhecimento verdadeiro. Mas, quanto a dar certo, só ao futuro pertence”, acredita a psicóloga.

No entanto, é preciso saber diferenciar amor de paixão, para não fazer do impulso inicial de um relacionamento, a certeza de que aquela pessoa é o homem ou a mulher da sua vida. “Que um casamento pode dar certo depois de um namoro de três meses pode, mas dá porque aquela paixão fulminante se transformou em amor”, comenta.

De acordo com a psicóloga ninguém consegue viver só no estado de paixão, o próprio corpo tende a fazer esse sentimento se acalmar. E que, muitas pessoas só descobrem que a paixão acabou e que não conseguiu se transformar em outro sentimento depois que estão casadas. Aí está o problema.

E na dificuldade de se entender o que é amor e o que é paixão, e qual daqueles sentimentos se quer pra vida é que reside o problema ou a solução de muitos casais. Samantha Bueno e Leonardo Soares (foto abaixo) fizeram da dúvida uma solução: se apoiaram no companheirismo e na calmaria do relacionamento pra se casarem depois de mais de seis anos de namoro.

Os dois se conheceram ainda na faculdade e sempre foram companheiros para tudo. Tiveram desavenças e dúvidas sim, como destaca Leonardo, mas sempre optaram por pensar que qualquer outro novo relacionamento, apesar de parecer interessante e atrativo, era realmente só uma paixão.

“É claro que eu já pensei em ficar com outras pessoas, e que já até pensei em me envolver. Mas apesar de parecer que era bom, optei por me concetrar na Samantha. O novo sempre aparenta ser bom, porque tem aquele gosto de paixão que eu tive no ínicio do meu relacionamento com a minha esposa. Mas eu soube enteder que calmo não era ruim, e hoje estou feliz”.

A psicóloga Carla Queiróz comenta a naturalidade que existe em toda a história de Leonardo: é comum que as pessoas pensem que outro relacionamento pode ser mais interessante que o que já tem muitos anos, é natural que o sentimento de quem namora há muito tempo seja mais calmo e mais concentrado e que esteja longe da agitação dos primeiros meses da paixão. Mas o “natural” pode ser entendido de duas formas, e aí está a decisão particular de cada um: continuar com o relacionamento longo ou embarcar em um novo.

Leonardo valorizou escolher tudo que tinha vivido com Samantha, mas há muitos histórias que quem, na dúvida, optou por outra coisa. E assim como a complexa história da definição do amor, há aqueles que se dão bem e os que se dão mal.

Quando o tempo se confunde com comodismo

Amor é amor. Paixão é diferente. O fato é que muitas pessoas também se apoiam nessa definição e continuam com seus parceiros por muito tempo, mesmo sabendo que as coisas não andam assim tão bem.

Para a psicóloga, é preciso estar atento. Porque para ser feliz não dá pra confundir as duas coisas. Carla ressalta que essa dúvida acontece mais quando as pessoas não são tão intensas em todas as áreas da vida.“Se a pessoa tem um perfil mais acomodado confunde mesmo”.

Carla explica que é preciso saber que o sentimento se modificou. Mas também é preciso reconhecer o sentimento “homem/mulher” na relação. Seja ele amor ou encantamento, o nome que se queira dar a “bem querência” não importa. E para reconhecer isso, a profissional dá uma dica, sempre ressaltando que nesse tipo de assunto, cada caso é um caso:

“Perceba se o seu relacionamento está pautado em três componentes fundamentais. A emoção, o projeto de vida em comum e o sexo. Se você não está feliz em um ou todos esses quesitos, é possível que seu relacionamento já esteja todo ou em partes prejudicado”.

E se você descobrir que seu namoro ou noivado realmente se tranformou em amizade, não tenha medo. Coragem é palavra de ordem nesse momento, até mesmo pra assumir, que mesmo não sendo mais pra você aquela pessoa, você tem sentimentos de posse que podem se confundir com gostar.

Quando o tempo é o menor detalhe

Érica Santana e André Brício (foto) são exemplos de como tempo não é “documento” para a decisão do casamento. Eles são de Juiz de Fora, mas não se conheceram aqui. Foi depois de uma excursão para um parque aquático no estado de São Paulo, que eles, sentandos lado a lado no ônibus, ficaram sabendo um pouco mais sobre a vida do outro.

Os dois conversaram durante as oito horas de viagem e se apaixonaram. Chegaram no destino já andando de mãos dadas e acreditando em um futuro juntos. Érica conta que nunca imaginou casar cedo. Pelo contrário, já que vinha de um relacionamento de quatro anos, que acabou não se concretizando exatamente por ela achar que a “hora do sim” era precipitada.

Não deu certo com o namoro de anos, mas meses depois lá estava André:”parceiro, amigo e amante”, como ela mesmo define. “Começamos a conviver e depois de um certo tempo eu já não conseguia mais ficar longe dele. Queria dormir, acordar, comer, sair. Tudo junto. Concluímos com isso que o mais correto seria o casamento”.

A família de Érica foi contra, apesar de hoje ser apaixonada pelo novo membro da família. A mãe vivia dizendo que tudo aconteceu muito rápido e que a filha nem conhecia o futuro marido. “E não conhecia mesmo, namoramos só quatro meses antes de casar”, complementa a hoje estudante, justificando que o que sentiu pelo noivo foi realmente um sentimento diferente do que conhecia como amor.

Histórias como a de Érica e André são mais que comuns, como comenta a psicóloga Carla Queiróz. Pessoas diferentes, vivem relacionamentos e intesidades diferentes de amor e paixão. Dessa forma, é comum que algumas queiram se casar rapidamente.“Isso é uma particularidade de cada um, assim como há os que são aflitos, nervosos ou qualquer outra coisa”. E só ao futuro pertence as chances desse relacionamento dar certo ou não.

Há também muitos casos de pessoas que nem são tão intensas assim, e que acabam se casando rápido. A maioria delas, vindas de relacionamento duradouros que acabaram se transformando em amizade. Se você conhece ou vive uma situação dessas, lá vai a explicação da psicologia:

Quando uma pessoa vem de um relacionamento de anos, que padecia de algum problema, sempre tende a viver mais intensamente um novo. “É como se a pessoa estivesse com carinhos e carências incubadas, e quando vive uma coisa nova, dá total vasão a isso. O resultado: acaba casando por se sentir completa, mesmo com pouco tempo de namoro….

Com pouco ou muito tempo, o certo é que se discute amor desde os tempos de Sócrates. E como resume a psicóloga: “todas essas histórias são ilustrativas, e sempre tenho personagens delas aqui no meu consultório. O que não se pode perder de vista é que o mais importante da vida é buscar a felicidade”.

Fonte: acessa.com em http://www.acessa.com/mulher/arquivo/eles/2006/03/22-casais/


E você tem buscado a felicidade em seu relacionamento? Venha ser feliz!

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