O coração das boas pessoas é cheio de lágrimas guardadas

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No coração das boas pessoas não cabe o sentimento de tristeza. Elas lutam pelos outros, nunca dizem não e são o melhor apoio em qualquer momento de necessidade. No entanto, quando choram o fazem escondidas porque não podem mais continuar, porque estão cansadas demais de serem fortes e suas almas necessitam dessas lágrimas para melhorar.

Esse tipo de situação de alta carga emocional é muito comum nas pessoas acostumadas a dar tudo de si por quem está ao seu redor. Chamamos essas pessoas de “boas pessoas” e, ainda que todos nós consigamos separar muito bem o que é bom e o que é ruim, existem determinadas personalidades muito mais aptas a gerar bem-estar aos outros. Assim, essas pessoas são mais sujeitas a ficarem sobrecarregadas, a se decepcionarem e a sofrerem emocionalmente.

Choramos lágrimas escondidas que ninguém vê, liberamos tensões, medos e tristezas em cantos escuros para não sermos descobertos, para que ninguém perceba que fomos feitos do mesmo material de todas as outras pessoas.

Goethe, o poeta, dramaturgo e novelista, grande especialista portanto em emoções humanas, costumava dizer que quem nunca terminou uma refeição e depois se fechou e algum lugar para chorar nunca provou o autêntico sabor da vida. As pessoas choram por muitas e diversas razões, mas há quem simplesmente o faça porque está cansado de aparentar que pode com tudo. Que é invencível.

Vamos nos aprofundar nesse aspecto.

Por que as boas pessoas choram escondidas

Falamos no início que é comum categorizar as pessoas como boas pessoas se essas têm a personalidade mais orientada para os outros do que para si mesmas. São comportamentos que encontram a felicidade fazendo o bem, dando tudo em troca de nada. É portanto um altruísmo cheio de dignidade que é muito admirável de tão humilde. Mas, por sua vez, é também muito duro para a pessoa.

Um costume muito frequente nesse tipo de perfil é que a pessoa prefere sofrer emocionalmente em solidão, ao invés de compartilhar seus sentimentos com outras pessoas. Isso se dá dessa maneira – ao menos na maioria das vezes – por vários aspectos psicológicos que foram definidos pela Universidade de Ciências da Saúde no Japão. A raiz desses comportamentos foi retratada em um interessante estudo publicado na revista médica “Library of Medicine National Institutes of Health“.

Nessa pesquisa foi analisado o trabalho de 300 enfermeiras ao longo de um ano. Segundo as próprias enfermeiras explicaram, em alguns casos elas são obrigadas a enfrentar situações muito duras, de alta carga emocional. Quando precisam desabafar, as enfermeiras preferiam fazer isso em solidão porque sentiam que era muito mais catártico, alcançavam um bem-estar mais reparador desse modo. Bastavam alguns minutos de choro em rigorosa solidão para depois voltarem para suas responsabilidades.

A psicologia das lágrimas

Choramos para nos libertar, para transformar a tensão em água salgada. Choramos para que o medo encontre o alívio e para que a tristeza se transforme em um choro capaz de consolar. A forma como fazemos isso, seja junto a alguém ou sozinhos como no caso das enfermeiras, não tem qualquer importância. O essencial é que consigamos alcançar uma cura adequada de acordo com as nossas necessidades particulares.

As lágrimas jamais serão reflexo de fraqueza, mas sim da capacidade de ser forte.

Um aspecto em que há unanimidade é que no geral são as mulheres as pessoas que costumam exercer mais o papel de cuidadoras. São elas que, com grandeza em seus corações, dão tudo a troco de nada pelos seres que amam, sejam seus filhos, seus parceiros ou suas famílias… Por isso estudos como o realizado pela Organização Holandesa para a Investigação Científica falem das lágrimas da mulher como um tipo de linguagem interior com grande utilidade emocional.

As lágrimas: biologia, psicologia e catarse

Podemos observar e entender as lágrimas desde perspectivas diferentes:

  • Segundo a biologia, existiria na verdade uma razão pela qual as mulheres têm mais facilidade na hora de chorar. A resposta está na testosterona, que no caso do homem atuaria como inibidora do choro, ao mesmo tempo em que o hormônio prolactina, muito mais elevado nas mulheres, facilita a liberação das lágrimas.
  • Para muitos psicólogos as lágrimas nos ajudam a ter uma melhor compreensão de nosso mundo interior e de nossas necessidades. Esta expressão emocional atua primeiro como um tranquilizante, para depois nos permitir ver com uma clareza mental mais adequada as nossas necessidades que não estão sendo atendidas, que requerem sem dúvida uma mudança em nosso modo de ser.
  • O poder catártico das lágrimas pode alcançar um maior benefício se recorrermos ao bom choro. Segundo os especialistas, as lágrimas emocionais liberadas durante esse processo contêm muito mais proteínas e, desse modo, têm um poder curativo no organismo da pessoa.

Para concluir, as boas pessoas costumam chorar escondidas porque desse modo conseguem um maior consolo e intimidade para poderem ser elas mesmas sem uma armadura, sem uma couraça que esconde o que está por dentro. As armaduras sempre pesam e, ainda que um bom choro tranquilize e desfaça amarguras e decepções, nunca é demais priorizar a si mesmo de vez em quando e colocar limites para atender um pouco melhor o coração que, longe de ser de pedra, é de carne, sonhos e lágrimas salgadas.

Por: Valéria Amado via http://amenteemaravilhosa.com.br/

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22 Ensinamentos de Stephen King

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Stephen King – Renomado escritor de histórias imortalizadas em livros e também para o cinema. Cativa milhares de fãs ao redor do mundo. Um dos meus autores favoritos, escreveu um dos meus prediletos Revival, é também é autor da obra o Iluminado que se tornou um dos meus filmes favoritos Com 22 dicas coletadas em entrevistas com o autor podemos nos deliciar com seus conselhos regados com muita ironia e veracidade.

1. Não perca o seu tempo tentando agradar as pessoas

Segundo King, perder tempo se preocupando com grosserias, deveria ser o menor de nossos problemas. “Se você pretende escrever da forma mais verdadeira possível, seus dias como membro da sociedade bem-educada estão com os dias contados”. O autor chegava a se envergonhar do que escrevia, especialmente depois de receber cartas que o acusavam de ser preconceituoso, homofóbico, sanguinário e até mesmo preceituoso. Muito tempo se passou, até que por volta de seus 40 anos percebeu que todo bom escritor já foi acusado de não possuir talento algum ou passou por uma enxurrada de críticas. O que muitas vezes acontece é que as pessoas confundem os personagens criados pelos escritores como sendo os próprios escritores. Ele nos diz que: “se você não aprova o que escrevo, posso apenas dar os ombros. É só o que tenho.”Assim, ensina que temos que desenvolver a capacidade de não nos importar já que é humanamente impossível agradar todos os leitores.

2. Pare de assistir televisão. Ao invés, leia tanto quanto puder.

Se você é escritor, aspirante a ser ou se considera um, sua televisão deve ser uma das primeiras coisas a serem eliminadas. Segundo King ela funciona como veneno para a criatividade. Os escritores precisam olhar para dentro de si mesmos e direcionar a atenção à vida da imaginação. Com isso, devemos ler o máximo possível , King leva um livro a todo lugar que vai e lê até mesmo durante as refeições. “Se você quiser ser um escritor, deve fazer duas coisas acima de tudo: leia muito e trabalhe constantemente para refinar e redefinir seu trabalho enquanto lê.”

3. Escreva principalmente para si mesmo

Você deve escrever porque isso o torna feliz, completo e dá sentido a sua existência. Agora se você escrever para tentar alcançar o topo dos livros mais vendidos, para ter fama e ficar sob os holofotes, esqueça, escrever tem haver com satisfação pessoal que esta pode levar ou não para uma satisfação do público que o lê. King lembra que: “Escrevo pelo puro prazer do ato se você puder escrever por prazer, você pode escrever pra sempre. Há outro autor que escreve isso de forma semelhante:” Encontre um assunto com o qual se importe e que sinta que os outros também se importem Este é o principal ingrediente e o não o seu jogo de palavras- o mais sedutor e cativante elemento em sua escrita.

4. Prepare-se para mais falhas e criticas do que puder lidar.

King compara a arte de escrever como a tentativa de atravessar o Atlântico em uma banheira, pois em ambos terão inúmeras oportunidades para duvidar de si mesmo como também haverá outros duvidando da gente. Ele nos lembra de que em qualquer atividade que escolhermos nos dedicar seja escrever, dançar, pintas, esculpir, cantar, alguém irá tentar nos fazer sentir mal por isso.“Interromper um trabalho só porque ele é complicado, seja por motivos emocionais ou por bloqueio de criatividade é uma má ideia”. Ele continua afirmando que quando falharmos, o otimismo deve brotar. Ele é a resposta perfeita perante à falha.

5. Enfrente o que for mais complicado de escrever.

Mas ele nos lembra: ”As coisas mais importantes são as mais difíceis de serem ditas. A maioria das grandes obras é precedida de horas de reflexão e ele nos lembra que a escrita é o pensamento mais aprimorado que um ser humano pode ter. Quando iremos adentrar em assuntos complexos e complicados de serem digeridos, vá fundo, pise no acelerador e não tenha medo de adentrar por temas desconhecidos. King nos diz: “ Estórias são relíquias, partes de um desconhecido mundo pré-existente”. Os escritores deveriam ser como arqueologistas que escavam por tanta história quanto puderem encontrar.

6. Ao escrever desconecta-se do mundo exterior.

A todo o momento estamos sendo bombardeados por estímulos que provém de nossas redes sociais que quase imploram para que sejamos ativos e ávidos participantes instantâneos. A escrita deve uma atividade intima, coloque sua mesa no canto de uma sala e elimine toda a possibilidade de distração, desde telefone, janelas abertas, ele aconselha escrever com a porta fechada e reescreva com a porta aberta. Ou seja, ao escrever, mergulhe de cabeça em seu mundo interior, mais ao reescrever se deixe abraçar com alguns fragmentos do mundo exterior. Deve-se tentar manter o máximo de privacidade entre você e o seu trabalho, o primeiro rascunho é como uma carne crua, o tipo de coisa que devemos nos sentir livres para desenvolver de portas fechadas é uma história nua, vestida apenas de meias e roupas intimas, brinca King.

7. Não seja pretensioso.

“Uma das coisas realmente ruins que você pode fazer ao seu trabalho é rebuscar o vocabulário à procura de palavras longas por estar ligeiramente envergonhada de usar as curtas”. O autor compara este erro ao tentar vestir um animal de estimação em trajes de gala, ambos o animal e o dono estarão constrangidos pelo excesso. Desta forma, use uma linguagem de acordo com a história, sem abusar de palavras complicadas jargões, frases de impactos que soaram falsos e deixaram a sua história com ar de artificial e pouco verossímil.

8. Não exagere com a preocupação da gramática.

De acordo com King, escrever é principalmente sobre sedução e não precisão. “A linguagem não deve sempre usar gravata e sapatos finos”. A ficção não se trata de exatidão gramatical, mas sim de fazer com o que leitor esteja receptível e confortável para então você pode contá-la. Você deve concentrar-se em fazer o leitor esquecer que de fato esta lendo uma estória.

9. Evite advérbios e parágrafos longos.

Conforme o autor enfatiza diversas vezes que os advérbios não são os nossos amigos. Ele acredita que a estrada que leva ao inferno é pavimentada por advérbios. Os compara a dentes – de – leão que estragam seu gramado. E são ainda piores após frases com “Ele disse” e “ Ela disse”- frases estas que funcionam melhor sem nenhum tipo de complemento. Você deve prestar atenção em seus parágrafos para que eles fluam pelas reviravoltas e sobressaltos que a estória contada tempera por si só. “Parágrafos são quase sempre igualmente importantes por sua estética e pelo que dizem”.

10. Domine a arte da descrição.

“A descrição começa na imaginação do escritor, mas deve encerrar na mente do leitor” nos lembra King. A parte importante é escrever o suficiente, visualizar a experiência que quer o que o leitor tenha e então transcrever o que vier à mente em palavras. É preciso escrever de uma forma que vá proporcionar ao leitor uma sensação de pertencimento. A chave para uma boa descrição é a clareza, tanto na observação quanto na escrita. Utilizar imagens claras e vocabulário simples a fim de evitar que o leitor se sinta exaurido. “Em muitos casos quando o leitor abandona uma estória porque acha ela entediante, tal sensação se dá porque o autor se inflou com seus poderes de descrição e perdeu de vista suas verdadeiras prioridades, que seria manter o andamento da estória”.

11. Conte histórias sobre o que as pessoas realmente fazem.

Uma escrita ruim é nada mais é do que péssima sintaxe ou má observação. Uma escrita ruim geralmente surge de uma forte recusa em contar histórias sobre o que as pessoas realmente fazem- encarar o fato, digamos, de que os assassinos ás vezes, ajudam senhoras idosas a atravessar a rua”, pode parecer estranho ou não, tudo depende da descrição, escreve King. Os personagens e as pessoas por trás deles são o que mais importam aos leitores, é que traz a sensação de pertencimento, acolhimento e de humanidade. Certificar-se de que se tenha conhecimento de todas as dimensões que os personagens possam adquirir é um dom a ser desenvolvido.

12. Não dê informação demais.

“O que você precisa lembrar é que existe uma diferença entre falar sobre o que você sabe e usar e isso para enriquecer uma história, saber o que é bom e ruim”. Incluir apenas detalhes que levem a trama para frente a fim de que motivem o leitor a continuar lendo. Detalhes demais, informações demais deixam o livro denso e difícil de ser digerido. Há detalhes que devem ser percebidos e criados pelo próprio leitor. Como criar um personagem extremamente detalhado pode deixar o leitor se sentindo vazio de imaginação, o leitor gosta de criar uma imagem mental do personagem e dos lugares que está lendo, assim seja delicado com os detalhes e os use com moderação. Outra dica que o autor nos lembra de que ao usar uma pesquisa é preciso tomar cuidado para não ofuscar a história.“ Pesquisas devem ficar no máximo de pano de fundo e no contexto’. Você pode até sentir intrigado com está aprendendo, mas os seus leitores vão se importar bem mais com os personagens e com a história que você criou.

13. Corra riscos; não fique só naquilo que é seguro.

O autor nos lembrar de parar de usar a voz passiva, este é o maior indicador de medo. “Eu estou convencido de que o medo é o maior responsável por uma escrita ruim”. King nos lembra: “Escritores devem endireitar os ombros, levantar a cabeça e deixar a escrita comandar”. Ele nos diz que devemos experimentar tudo o que quisermos, por mais que achemos chocante ou sem sentido. Se funcionar, ótimo, se não esqueça e parta para a próxima ideia.

14. Não tente roubar a voz de alguém.

O autor nos lembra que não podemos ver um livro como um míssil a ser lançado. Ou seja, quando copiamos o estilo de um outro autor por qualquer razão que seja admiração, inspiração ou até mesmo inveja, a produção será apenas uma pobre imitação. Isso acontece porque não se pode recriar a forma como se degusta uma verdade, tentar imitar outro escritor ou artista é como espiá-lo através do olho mágico.

15. Perceba que você não precisa de drogas para ser um bom escritor.

“A ideia de que o esforço criativo e de que as substâncias que alteram a mente estão ligadas é um grande mito pop-intelectual do nosso tempo”, afirma King. Segundo ele, os escritores que abusam de substâncias sejam elas licitas ou ilícitas são apenas viciados. “Qualquer discurso de que drogas e álcool são necessários para encontrar uma maior sensibilidade é besteira.

16. Entenda que a escrita não é telepatia.

“Todas as artes dependem de algum grau de telepatia, mas acredito que escrever é sua pura essência”. Ou seja, King, diz que um dos mais importantes elementos da escrita é a transferência. O trabalho não são apenas as palavras na página, mas sim a transferência de ideias da sua mente para a mente dos leitores. “As palavras são só o meio pelo qual a transferência ocorre”. O autor duvida que exista algo mais prazeroso do que fazer sentido na vida do outro através do que expressamos.

17. Leve sua escrita a sério ou qualquer atividade a qual você se dedique.

“Você pode abordar o ato de escrever com nervosismo, excitação, esperança ou desespero”, afirma King. “Faça isso de qualquer forma, mesmo sem seriedade”. Se não quer levar a sua escrita a sério, ele sugere que feche seu livro e vá se dedicar a outra coisa. Isso serve para qualquer outra atividade do qual você se dedica, se não levar a sério, tente outra coisa.

18. Escreva todo dia.

“Uma vez que eu começo a trabalhar em um projeto, eu não paro e não diminuo o ritmo, a menos que precise”, diz King. “Se eu não escrevo todo dia, os personagens começam a fugir da minha mente….Quando o trabalho passa a ser uma obrigação é como “beijar a morte”, o melhor conselho é trabalhar com uma palavra por vez. Ou seja, trabalhe etapa por etapa, vença cada capitulo ao invés de tentar escrever tudo de uma só. vez Isso serve para qualquer coisa que você queira vencer na vida, suba degrau por degrau, tenho certeza que a vista será mais sublime se cada degrau por subido ao invés de pulado. Uma vez ouvi um conselho muito sábio que me dizia para parar de escalar a escada, o melhor é subir ela aos poucos.

19. Termine o seu rascunho em 3 meses.

King gosta de escrever 10 páginas por dia no período de três meses, isso soma cerca de 180.000 palavras. “O primeiro rascunho de um livro mesmo o de um longo, não deve levar mais dois a três meses, o tempo de uma estação”, ele diz. Se você precisar gastar mais tempo em seu trabalho, King acredita que começará a ganhar um ar estranho que pode azedar o desfecho.

20. Tenha coragem de fazer cortes.

Ao revisar, autores geralmente têm dificuldade de descartar palavras que passaram muito tempo se dedicando. Mas ele aconselha ao desapego, mesmo que parta o coração egocêntrico do escritor, é preciso desapegar de algumas partes. Embora uma revisão seja umas partes mais complicadas do ato de escrever é preciso deixar de fora todas as partes chatas e repetidas para que a história possa fluir.

21. Quando terminar de escrever, afasta-se por um tempo.

King aconselha pelo menos seis semanas para dar um tempo para se recuperar de uma história escrita. Como uma desintoxicação daquela história, dos personagens, da trama para que o escritor possa aos poucos retornar para o mundo exterior de fato. Já que escrever uma história exige desapegar-se do mundo exterior por alguns momentos ao terminar é preciso desfazer os vínculos afetivos que são tecidos com os seus personagens, ou seja, toda criação exige um tempo de contemplação. É preciso clarear a mente para amarrar as pontas soltas do enredo ou melhorar o desenvolvimento dos personagens. Ele pontua que a percepção inicial de um escritor sobre um personagem pode ser tão distorcida quanto a do leitor, por isso afastar-se para poder reler trará mais contornos e qualidades ao texto.

22. Continue casado, seja saudável e viva uma boa vida.

King atribuiu o seu sucesso a duas coisas: sua saúde física e ao seu casamento. “A combinação de um corpo saudável e de uma relação estável traz equilíbrio não só em sua vida, mas também estabilidade para sua escrita. O mais importante é manter-se humano, veja pessoas , viaje enfim viva.

Por Bruna Girardi Dalmas Via Recortes


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O Amor Verdadeiro não Julga

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Vamos Refletir…

O amor verdadeiro julga? Não. O amor verdadeiro perdoa, acolhe, transforma.

A peça de teatro intitulada "Raisin in the sun", de Lorraine Hansberry, traz um trecho realmente admirável, que convida o público a refletir sobre os valores que guardam suas almas.

Na peça, uma família afro-americana recebe uma grande quantia em dinheiro provenientes do seguro de vida do pai.

A mãe vê no dinheiro a oportunidade de abandonar a vida difícil que vivia no Harlem, e mudar-se para uma casa no campo, onde a qualidade de vida seria muito mais satisfatória.

A filha, uma moça muito inteligente, vê no dinheiro a sua maior oportunidade. Poderia estudar medicina e realizar assim seu sonho.

O filho mais velho, contudo, tem outros planos na aplicação do dinheiro. Ele apresenta um argumento difícil de ser ignorado. Ele propõe que o dinheiro seja utilizado para a dar início a um negócio em conjunto com um amigo.

Para convencer a família  ele alega que poderá trabalhar por conta própria e facilitar a vida de todos. Promete que, se puder lançar mão do dinheiro, proporcionará à família todos os confortos que a vida proporciona.

A mãe pensa e mesmo a contra gosto resolve ceder aos apelos do filho. Ela entendeu ser uma boa oportunidade para o filho. Ela tem de admitir que as oportunidades nunca foram tão boas para ele, e que ele merece essa oportunidade que a vida está lhe oferecendo.

No entanto o tal “amigo” foge da cidade com o dinheiro. Desolado, o filho é forçado a voltar para casa e dizer à família que suas esperanças para o futuro lhe foram roubadas e que seus sonhos de uma vida melhor foram desfeitos.

A irmã atira-lhe no rosto toda sorte de insultos. Qualifica-o com as palavras mais grosseiras que se possa imaginar. Seu desprezo em relação ao irmão não tem limites.

Quando ela para um pouco para respirar, a mãe a interrompe e diz: “pensei que tivesse ensinado você a amar seu irmão.”

A filha então responde: “amar meu irmão? Não restou nada nele para eu amar.”

E a mãe diz: “sempre sobra alguma coisa para amar. E, se você não aprendeu isso, não aprendeu nada. Você chorou por ele hoje?”

Não estou perguntando se você chorou por causa de si mesma e de nossa família, por termos perdido todo aquele dinheiro. Estou perguntando se chorou por ele: por aquilo que ele sofreu e pelas conseqüências que terá de enfrentar.

Filha, quando você acha que é tempo de amar alguém com mais intensidade? No momento em que faz coisas boas e facilita a vida de todos?

Bem, então você ainda não aprendeu nada, porque esse não é o verdadeiro momento para amar. Devemos amar quando a pessoa está se sentindo humilhada e não consegue acreditar em si mesma, porque o mundo a castigou demais.

Se julgar alguém, faça-o da forma certa, filha, da forma certa. Tenha a certeza de que você levou em conta os revezes que ele sofreu antes de chegar ao ponto em que está agora.

Essa é a graça misericordiosa! É o amor ofertado quando não se fez nada para merecê-lo. É o perdão concedido quando não se fez nada para conquista-lo.

É a dádiva que flui como as águas refrescantes de um riacho para extinguir as labaredas provocadas por palavras de condenação carregadas de ira.

O amor que o pai nos oferece é muito mais abundante e generoso. A misericórdia de Deus é muito mais grandiosa e sábia.

Klau, The Dragon Coach, baseado no capítulo “Sempre resta alguma coisa para amar”, da obra “Histórias para o coração” – organizado por Alice Gray

Vamos Refletir…

Julgar é diferente de analisar. Julgar os outros é criar barreiras na convivência, considerando o que você  imagina e sente sobre o outro.

Não julgue… analise… analisar é uma postura que reflete maturidade. E quando usamos do discernimento na análise estamos sendo maduros emocionalmente.

Alie o discernimento (razão) ao sentimento (coração) e reflita na condição que esta impondo ao outro e verás a oportunidade de amar verdadeiramente. Crie a oportunidade de amar de verdade.

Por mais que as pessoas, com suas imperfeições, tragam-nos mágoa, dor, sofrimento, desapontamento ou desilusão, lembremos de que sempre resta alguma coisa para amar.

The Dragon


REFLITA! LEMBRE-SE "SEMPRE SOBRA ALGUMA COISA PARA AMAR"!

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O que é ser generoso?

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Assista a um vídeo incrível sobre a Generosidade do Amor clicando na figura acima.        

Ao realizar uma pesquisa no Google sobre o tema DOAÇÃO me deparei com este texto e me encantei com a forma simples e direta com que foi tratado. Então resolvi postar está pérola escrita por Isaias Costa baseada no texto de Maurício Duarte

Vale a pena fazer uma leitura atenciosa.

Outro dia eu li um artigo muito interessante falando sobre a GENEROSIDADE, do escritor Maurício Duarte e decidi fazer uma breve reflexão a partir de pequenos recortes dele.

Afinal de contas, o que é ser generoso? Achei interessante a concepção da diretora artística Renata Quintella que diz o seguinte:

“Generosidade é o maior sentimento que existe. Porque nele moram a gratidão, o amor, o respeito, a alegria e a esperança. É compartilhar o que você tem, na certeza de que nada lhe faltará. Ser generoso é ser conectado com a sua alma. Ser gentil pode ser momentâneo, pode ser um tipo de simpatia. Toda pessoa generosa é gentil, mas nem toda pessoa gentil é generosa”.

Aqui está uma ideia que vale a pena ser refletida, a questão do dar e receber.

Muitas pessoas não são generosas porque não conseguem confiar nessa lei universal: tudo aquilo que a gente dá, acaba voltando de uma forma ou de outra.

A generosidade anda de mãos dadas com a gentileza, e a palavra chave nisso tudo é a DOAÇÃO. E é nesse ponto que mais quero me ater.

Muita gente não compreende essas palavras com profundidade. A maioria pensa em GENEROSIDADE e DOAÇÃO com relação a dinheiro, a roupas, utensílios etc.

Essa é uma visão extremamente limitada. Sabe qual é a maior e mais bonita doação que pode existir? O TEMPO.

Não é à toa que todas as pessoas que conseguiram grande sucesso na vida são unânimes em dizer que O TEMPO É A NOSSA MOEDA MAIS PRECIOSA.

Inclusive tem uma frase incrível atribuída à Kaayke Fox e que lembro todos os dias. Leia com bastante atenção…

“O maior presente que você pode dar a alguém é o seu tempo. Porque dando o seu tempo, você estará dando uma parte da sua vida que nunca mais vai voltar…”

Em minha opinião, não existe generosidade maior que a doação do tempo, pois estamos doando a nossa própria vida. Percebe a preciosidade desse pensamento?

Essa generosidade nos dá um sentimento muito intenso de alegria e felicidade. O meu próprio exemplo através desse blog. Ele toma uma parte considerável do meu tempo, mas não é um peso, muito pelo contrário, é uma alegria imensa, pois sei que muita gente é tocada pelas palavras que coloco aqui quase diariamente.

Em cada novo texto que escrevo eu doo uma parte da minha própria vida que nunca mais vai voltar, agora veja só! Não volta, mas ao mesmo tempo algo de mim fica. Eu também deixo um pouquinho de mim em cada palavra. Não é incrível? Aqui está incutida a ideia de LEGADO. Estou dia após dia construindo o meu legado, e todo legado bonito só se constrói através de generosidade e doação.

Nesse artigo, as palavras da filósofa Dulce Critelli vão bem ao encontro do que penso. Veja só!

“Há nesse ato uma doação de algo pessoal, algo que se tem e o outro não. Alguém pode ser generoso com o dinheiro que possui, ou com o seu tempo, generoso com suas ideias, seu afeto, a camisa do corpo. Alguém sempre atento à necessidade do outro e que se doa para colaborar é generoso”.

Para ser verdadeiramente generoso, não basta apenas doar dinheiro, roupas, afeto ou o próprio tempo, como já falei. É preciso desenvolver a SENSIBILIDADE para perceber o que de fato as outras pessoas estão precisando, e isso só a vida através das experiências pode nos ensinar.

Entenda! A gente doa aquilo que tem, mas que o outro não tem. Se percebo que alguém está carente de atenção e afeto, doo atenção e afeto. Se percebo que alguém está com fome e precisa se alimentar, doo um prato de comida. Se percebo que alguém está doente, com febre, passando mal etc. doo a ela um remédio ou se possível, encaminho para algum médico ou consulta. Se alguém quer apenas desabafar, doo os meus ouvidos atentos.

O mundo está carente de pessoas que tenham essa sensibilidade para serem verdadeiramente generosas! É assim que eu vejo e penso a generosidade, de uma forma bem mais ampla do que dinheiro ou coisas.

Para concluir essa reflexão, compartilho outro trecho desse incrível artigo:

“A generosidade implica sempre atenção à pessoa, amor. Nem atos de natureza religiosa são, necessariamente, generosos, veja-se os atos terroristas e homicidas dos fundamentalistas em nossa atualidade. Amor ao ser humano implica tolerância, reconhecimento de que o outro, como eu mesma, tem direito às suas escolhas e às decisões sobre o seu destino. Generosidade não se ensina, é algo que provoca, convoca os outros por meio do exemplo que alguém dá com sua própria conduta, e não de palavras que profira. Como Gandhi fez, quando, em vez de apenas falar que é possível agir sem recorrer à violência, agiu sempre pacificamente. Ele tinha uma confiança generosa no ser humano”, – Dulce Critelli

Por: Isaias Costa via http://blog.opovo.com.br/artesanatodamente/o-que-e-ser-generoso/

Leia  – através do link abaixo – também o artigo que inspirou o autor Isaias Costa a escrever esse texto: Doar a quem doer

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O QUE EU POSSO FAZER PELO OUTRO AGORA? JÁ SE FEZ ESSA PERGUNTA "HOJE"? FAÇA! SURPREENDA-SE!

 

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Alimentando o amor!

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Várias vezes em minha vida me peguei olhando para o céu estrelado de alguma janela… e com os olhos marejados de lágrimas murmurava ao vento: Que saudade sinto de casa, quero ir embora para casa. Porque tanta saudade de uma casa que nem sei qual é?. Que loucura! Que saudade!

Durante muito tempo esqueci o que era o amor, esqueci que precisava amar para me sentir vivo. Por muito tempo vivi no meio de uma nuvem espessa acinzentada do conformismo e da monotonia de uma vida sem sabor, sem gosto. Esqueci que era necessário alimentar a vida com sabores de amor. Não existe relacionamento que perdure se não for alimentado com carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão… esses sabores inconfundíveis do amor.

Romântico, oras sempre fui romântico. Sempre gostei do molejo da paquera, da conquista, do namoro, da dança de rosto coladinho. Cantava em gesto e olhares o amor que sentia. As cartas de amor que escrevia eram inundadas de palavras que encantavam os olhos fazendo vibrar a alma de quem lia, porque eram escritas com o coração. E assim alimentava “os namoros” com os preciosos sabores do amor. De namoro em namoro acabei encontrando o caminho do casamento. No início da vida a dois tudo foram flores, os trajetos e os movimentos eram compartilhados. Aportaram no lar os filhos – dádivas de Deus. E assim nos primeiros anos o amor foi alimentado sem que precisássemos fazer muito esforço, era como jogar uma partida de Frescobol. Mas com o passar do tempo… a partida de Frescobol virou partida de Tênis

Porque? Não sei. O que aconteceu? Não sei. Enquanto estamos jogando não sabemos dar respostas.

Naquele momento apenas não sabia… tudo ficou cinza e não foi porque eu não acreditasse nos retoques das pinceladas que ajudam a reforçar o colorido – perdão, entendimento, recomeço. O colorido dos sabores apenas desapareceu e o relacionamento estacionou, faltou combustível. Talvez tenhamos esquecido de passar no “posto de gasolina da vida” para abastecer o tanque. Tramas do destino… quem sabe. Enfim, e a vida continua…

Sempre acreditei no amor, até mesmo quando imaginei que ele não existia mais. Mas eu nunca pensei em amar assim, ou te amar assim com tanta intensidade. Nunca imaginei que algum dia, eu pudesse sentir algo maior do que eu sempre fui capaz de sonhar, sentir e existir. Penso que, algumas vezes, somos simplesmente “idiotas”, estamos o tempo todo tentando controlar, estabelecer limites para tudo, inclusive para os sentimentos. É! “Idiotas!” É simples, para algumas coisas conseguimos estabelecer limites ou até mesmo controlá-las, então imaginamos poder fazer o mesmo para tudo. Mas quando se trata de sentimentos… podemos até tentar, mas isso não quer dizer que vamos conseguir controlar as emoções, é inevitável quando o amor resolve chegar e adentrar novamente seu ser.

Inevitável! Inevitavelmente ele foi chegando e entrando pela porta de nossa alma. Roubou toda a razão e por um minuto a trancafiou. Os lábios se encontraram num encaixe perfeito aquecendo o coração. Bum! E a faísca estava acessa sem permissão. Foi o suficiente para a explosão do “barco e sua ancora” e a ruptura da “gaiola de ferro”. E agora, o que fazer? Suspirar, engolir seco, correr, sorrir, gritar… novamente não sei. Estávamos livres! Libertos das paixões – prisões – que criamos para nós mesmos. Liberdade para ir sem medo. Mas me esqueci que não temos controle sobre as emoções e que a “alma permanece onde se encanta”.  E a minha alma se encantou pela sua alma, e o meu amor se enamorou do seu amor. E nossos corpos se descobriram na mais perfeita sintonia. Tudo se encaixava. Mais parecia uma orquestra a tocar a mais bela sinfonia de êxtase no palco do amor.

Ele foi crescendo aos poucos, mas de repente já era maior do que a minha imaginação alcançava. Era imenso e intenso. Gigante e expansivo. Não cabia mais somente em mim, e fui obrigado a abrir portas e janelas da minha alma, para que o amor se expandisse ainda mais e encontrasse a milhares de quilômetros o amor que timidamente, mas não menos intenso, se expandia da alma dela. E nesse encontro o amor transformou o EU e VOCÊ em NÓS.

Que loucura! Que saudade! Saudade do amor! Reencontro! Recomeço! Agora sei para onde ir. Encontrei minha casa no reencontro do amor com meu amor. Desde então quando olho para o céu estrelado… sinto meu pensamento fugir numa busca encantadora de momentos mágicos vividos e a serem vividos no pequenino e aconchegante apartamento. Todas as noite adentro em pensamento e percorro todo o seu interior – da cozinha, passando pela sala e chegando ao quarto – meus “olhos” a procuram no sofá, na banheira, no chuveiro, na cadeira, e acabam por a enxergar na cama, onde os nossos pensamentos se unem na arte de amar. E por falar em amar. Vamos tomar um café da manhã? Nutella, mel, torradas, suco de laranja, banana e morangos. Sempre um amanhecer repleto de sensações indescritíveis. Estou voltando pra casa… Que saudade! Que loucura!

E hoje eu me pergunto:

Será que o nosso amor pode ser considerado o “maior amor do mundo”?

Sinceramente, isso está muito próximo de acontecer. E assim penso porque tudo tem ficado tão pequeno ultimamente. Sempre sinto ele expandir. Quando o coração pulsa ele se expande. A medida que é vivenciado e alimentado ele cresce, cresce e cresce… e se continuar assim – cada dia sendo ainda mais alimentado – ele será em pouco tempo o maior do mundo.

Hoje entendo a importância de alimentarmos o relacionamento todos os dias com o combustível do amor. É necessário temperá-lo com os sabores do amor, caso contrário ele estaciona, fica parado, vai definhando até secar e morrer. Simplesmente se dissolve na poeira do tempo e na imensidão do espaço. Não podemos deixar tudo isso se perder, definhar, desaparecer apenas porque esquecemos de abastecer o veículo (relacionamento) com amor, deixamos de encher o tanque com os singelos sabores do amor – carinho, confiança, compreensão, conversas, presentes, reciprocidade, ternura, gratidão – e tantos outros ainda mais suaves e gostosos.

Pensando bem. O que importa se ele pode ser considerado o “maior AMOR do mundo”. Importa mesmo é que seja sentido, admirado, ampliado e vivenciado como o maior AMOR do mundo. E só para dizer que não avisei antes… esse AMOR é e será sentido, admirado, ampliado e vivenciado sempre, sempre, sempre…


Hoje potencializo no dia-a-dia a minha capacidade de amar.

Toda oportunidade que tenho passo no posto de gasolina da vida – compreensão, respeito, carinho, ajuda, diálogo, incentivo, abraços e beijos, um singelo toque – e “encho o tanque”.

E o melhor de tudo é perceber que depois de um tempo vira rotina o comportamento de abastecer o relacionamento no “posto de gasolina da vida”. Passa a fazer parte de você, simplesmente incontrolável a manifestação do amor no dia a dia.

Qualquer pessoa pode aprender o caminho deste “posto de gasolina da vida” que enobrece e fortalece o relacionamento e a capacidade de amar.

Esse é o caminho que abre espaço para a construção de um relacionamento maduro, gratificante e repleto de felicidade.

The Dragon


E VOCÊ JÁ PASSOU NO "POSTO DE GASOLINA DA VIDA" HOJE? VAI! ENCHA SEU TANQUE.

Você é o maestro de toda transformação!
Klau, The Dragon Coach.

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